Voltar para Notícias
Regulamentacao

IPVA por Peso do Carro: Entenda a Proposta da CCJ

11 de julho de 2026
1 min de leitura
Por Mauro Balhessa
IPVA por Peso do Carro: Entenda a Proposta da CCJ

Uma Revolução na Cobrança do IPVA?

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pelo deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP), que pode mudar radicalmente a forma como o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é calculado no Brasil. A proposta principal é que a cobrança do imposto seja baseada no peso do veículo, e não mais predominantemente no valor de mercado (Tabela FIPE), como é feito atualmente pela maioria dos estados. Embora o título sugira um IPVA de 1%, a essência da PEC é a alteração da base de cálculo para o peso, o que pode levar a novas alíquotas e critérios. Essa mudança busca reformular a lógica tributária, mirando maior equidade e, possivelmente, influenciando escolhas veiculares mais conscientes.

A Proposta em Detalhe

Atualmente, o IPVA é um imposto estadual com alíquotas que variam, geralmente, entre 1% e 4% do valor venal do veículo. A PEC de Kataguiri propõe que o peso do automóvel se torne o fator determinante. A justificativa central é que veículos mais pesados causam maior desgaste na infraestrutura viária e tendem a ter um consumo de combustível e emissões mais elevadas. Ao transferir o foco do valor de aquisição para o impacto do veículo, a proposta visa, por outro lado, desonerar veículos populares e mais leves, que são essenciais para a mobilidade de muitas famílias.

Impacto Direto no Bolso do Motorista

Se aprovada e implementada, essa alteração terá repercussões diretas para milhões de motoristas brasileiros. A principal mudança é que o peso do carro se tornaria o critério chave, alterando os valores pagos por diferentes categorias de veículos.

Cenários e Consequências

  • Veículos Pesados: Proprietários de SUVs grandes, picapes e alguns modelos de luxo poderiam ver seu IPVA ajustado. Dependendo das alíquotas que forem estabelecidas com base no peso, o valor pode tanto aumentar quanto, em alguns casos, diminuir se a nova regra for mais favorável para veículos que hoje já pagam muito alto pelo valor de mercado. A intenção é que o peso seja o critério dominante.
  • Veículos Leves: Carros compactos e de entrada tendem a ser os maiores beneficiados. Com menor peso, a expectativa é que o custo do imposto para esses modelos caia ou se mantenha em patamares baixos, incentivando a compra e manutenção de veículos mais leves e eficientes.
  • Veículos Elétricos: Este ponto é complexo. Veículos elétricos, devido às baterias, são geralmente mais pesados que seus equivalentes a combustão. Sem previsões de isenção ou alíquotas diferenciadas, a nova regra poderia, ironicamente, resultar em um IPVA mais caro para eles, o que vai de encontro à política de incentivo à transição energética. Será fundamental que os desdobramentos da PEC considerem essa particularidade.
  • Mercado de Usados: A readequação do IPVA por peso também poderá influenciar o mercado secundário, tornando modelos mais leves e eficientes mais atrativos a longo prazo.

Próximos Passos e Perspectivas

A aprovação na CCJ é um marco, mas é apenas o início do caminho legislativo. Como Proposta de Emenda à Constituição, a PEC precisa ser votada em dois turnos tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, exigindo aprovação por quórum qualificado (3/5 dos votos). Posteriormente, cada estado precisaria adaptar suas próprias leis. Este é um debate crucial que mobilizará motoristas, a indústria automotiva e legisladores, definindo um novo capítulo na tributação veicular do país.

PEC apresentada pelo deputado Kim Kataguiri determina a cobrança do imposto por meio do peso do veículo

IPVAimpostopeso veicularPECKim Kataguirilegislação automotivatributaçãocarrosVisão Veicularvisaoveicular

Fonte: Quatro Rodas

Ler artigo original

Leia também

Renault Kardian Iconic: Prós e Contras para Comprar em 2026Mercado
11 jul 202610 min

Renault Kardian Iconic: Prós e Contras para Comprar em 2026

Renault Kardian Iconic: Análise Completa para Decisão de Compra O Renault Kardian marca uma nova fase para a montadora francesa no Brasil, apresentando-se como um SUV de entrada com a responsabilidade de revitalizar sua presença no segmento. Eleito "Carro do Ano 2025" pela Autoesporte, na versão topo de linha Iconic, custa R$ 146.590 (após uma redução de preço). Apesar de seus atributos, como a nova plataforma RGMP e o inédito motor 1.0 turbo, o Kardian ainda busca seu espaço no mercado, com vendas abaixo de concorrentes como Fiat Pulse e Volkswagen Tera. Para auxiliar motoristas brasileiros em potencial, compilamos os principais pontos positivos e negativos deste modelo. Pontos Fortes que Seduzem no Kardian Iconic Desempenho e Consumo Eficientes O conjunto mecânico do Kardian Iconic é um dos seus maiores trunfos. Equipado com um motor 1.0 turbo de 125 cv e notáveis 22,4 kgfm de torque (o maior da categoria), ele se destaca pela agilidade tanto na cidade quanto na estrada. O câmbio automático de dupla embreagem e seis marchas, exclusivo no segmento, garante trocas suaves e precisas, contribuindo para uma condução prazerosa. Com aceleração de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, o modelo ainda oferece um consumo competitivo: 12,2 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada (com gasolina). Conforto e Versatilidade Interna O Kardian agrada pela flexibilidade da posição de dirigir, permitindo tanto uma visão elevada típica de SUV quanto uma sensação mais próxima de um hatch, graças aos amplos ajustes de banco e volante. O espaço interno é outro diferencial, com entre-eixos de 2,60 metros, superior aos concorrentes diretos, o que se traduz em maior conforto para os passageiros do banco traseiro. O porta-malas, com 358 litros, também se mostra generoso, superando o Fiat Pulse e o Volkswagen Tera. Tecnologia e Equipamentos Completos A versão Iconic se destaca pela lista de equipamentos. A nova central multimídia openR Link, com tela de 10,1 polegadas, é um avanço significativo, oferecendo um sistema mais rápido, moderno e com conexão sem fio para smartphones. Além de itens como ar-condicionado digital, seis airbags e faróis de LED, a versão topo de linha inclui assistentes de condução avançados (ADAS), como piloto automático adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência e alerta de ponto cego, elevando o nível de segurança e comodidade. Aspectos a Considerar Antes da Compra Custos de Manutenção e Desvalorização Elevados Apesar dos pontos positivos, o Kardian apresenta custos de propriedade que merecem atenção. O valor das cinco primeiras revisões (R$ 4.623) está acima da média de alguns rivais, embora seja inferior ao Volkswagen Tera. Mais preocupante é a alta desvalorização: 12,1% após um ano de uso, significativamente maior que a de concorrentes como Fiat Pulse (4,9%) e Volkswagen Tera (6,7%), impactando diretamente o valor de revenda. Isolamento Acústico e Escolhas de Design Datadas Um ponto de incômodo no dia a dia é o isolamento acústico. Ruídos de vento em velocidades mais altas e o barulho do trânsito urbano invadem a cabine, comprometendo o conforto sonoro. Adicionalmente, a Renault insiste em elementos como a chave cartão e o comando satélite para o sistema de áudio, que, embora outrora inovadores, hoje são considerados ultrapassados e menos ergonômicos em comparação com soluções mais modernas e presentes nos concorrentes. Opcionais Caros na Versão Topo de Linha Mesmo sendo a versão mais completa, o Kardian Iconic cobra por itens que muitos esperariam como padrão. Pinturas metálicas ou especiais adicionam até R$ 1.900 ao preço. Para ter bancos em material que imita couro e serviços conectados, é necessário adquirir um pacote à parte que custa R$ 3.590, elevando o preço final da versão para mais de R$ 152.000, o que pode pesar no orçamento.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte

Stellantis: Híbrido Flex Leapmotor Chega a Fiat/Jeep BrasilTecnologia
10 jul 20261 min

Stellantis: Híbrido Flex Leapmotor Chega a Fiat/Jeep Brasil

A Revolução Híbrida Flex Chega ao Brasil com a Stellantis A indústria automotiva brasileira está prestes a testemunhar uma significativa transformação impulsionada pela Stellantis. Em uma estratégia ousada para reforçar seu portfólio nacional e atender à crescente demanda por veículos mais eficientes, a gigante automotiva anunciou a integração do sistema híbrido REEV (Range Extender Electric Vehicle) da chinesa Leapmotor em seus modelos flex da Fiat e Jeep nos próximos anos. Essa medida representa um passo crucial na eletrificação do mercado brasileiro, oferecendo uma ponte entre os motores a combustão tradicionais e a propulsão 100% elétrica. O que é o Sistema REEV e por que ele é relevante? O REEV, ou Veículo Elétrico de Autonomia Estendida, é uma tecnologia híbrida que prioriza a propulsão elétrica. Ao contrário dos híbridos convencionais, o motor a combustão do REEV não move diretamente as rodas na maior parte do tempo. Sua principal função é atuar como um gerador, recarregando a bateria do veículo e estendendo significativamente a autonomia elétrica. Isso significa que os motoristas poderão desfrutar da experiência de dirigir um carro elétrico no dia a dia, com baixo ruído e zero emissões, mas sem a ansiedade de autonomia, pois o motor flex entra em ação para recarregar a bateria quando necessário. Para o Brasil, a adaptação a um sistema flex é vital, permitindo o uso de etanol, um combustível renovável e amplamente disponível, maximizando a eficiência e reduzindo a pegada de carbono. Impacto Direto para os Motoristas Brasileiros Essa adoção tecnológica trará benefícios tangíveis para os consumidores. Modelos populares da Fiat e Jeep, como o Pulse, Fastback, Compass e, potencialmente, a Toro e o Commander, deverão ser os primeiros a receber essa motorização híbrida flex. Para os motoristas, isso se traduzirá em uma economia de combustível considerável, especialmente em ciclos urbanos, onde a propulsão elétrica é mais eficiente. Além disso, espera-se uma melhoria no desempenho, com respostas mais rápidas do motor elétrico, e uma experiência de condução mais suave e silenciosa. A combinação da flexibilidade do etanol com a eficiência elétrica posicionará esses veículos como opções altamente competitivas e atraentes no mercado. Vantagens e Expectativas do Mercado Com a introdução do REEV flex, a Stellantis não apenas se alinha às tendências globais de eletrificação, mas também oferece uma solução prática e acessível para o consumidor brasileiro. A tecnologia chinesa da Leapmotor, uma marca que tem ganhado espaço globalmente, traz consigo a promessa de inovação e custo-benefício. Essa parceria pode acelerar a democratização de veículos eletrificados no país, tornando-os mais acessíveis e estimulando a infraestrutura de recarga, mesmo que de forma secundária à autonomia estendida. Peugeot: Reconfiguração Estratégica para o Nicho de Mercado Paralelamente à eletrificação de Fiat e Jeep, a Stellantis também revelou uma reconfiguração para a marca Peugeot no Brasil. A Peugeot, conhecida por seu design distinto e experiência de direção mais refinada, passará a atuar como uma marca de nicho. Isso sugere que a Stellantis pretende posicionar a Peugeot de forma mais premium, focando em um público-alvo específico que busca diferenciação, tecnologia embarcada e um toque europeu. Essa estratégia pode significar uma oferta de modelos mais exclusivos, talvez com foco em versões eletrificadas ou veículos de maior valor agregado, distanciando-se do volume de vendas para focar na imagem e valor percebido da marca. Para os amantes da Peugeot, isso pode representar uma oferta mais focada e, possivelmente, veículos ainda mais sofisticados no futuro.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

Peugeot premium no Brasil: carros com base chinesa?Mercado
10 jul 20265 min

Peugeot premium no Brasil: carros com base chinesa?

Reposicionamento Estratégico da Stellantis para Peugeot e Citroën A Stellantis está redefinindo o futuro de Peugeot e Citroën no Brasil, após admitir que a estratégia inicial, que as colocava para competir com a Fiat no segmento de entrada, não fazia mais sentido. O presidente da Stellantis na América do Sul, Hernander Zola, explicou que a intenção é buscar uma complementariedade de portfólio. A Peugeot, em particular, passará por uma transformação para se tornar uma marca de nicho com posicionamento “premium”, focando em produtos de menor volume e maior valor agregado. Embora o direcionamento exato da Citroën não tenha sido detalhado, seguirá a mesma lógica de reposicionamento. Zola ressaltou que planos anteriores dificultaram mudanças imediatas, mas o novo caminho já está traçado. Este novo foco implica o fim gradual da atual linha de veículos produzidos na região. Modelos como os Citroën C3, Aircross e Basalt, fabricados em Porto Real (RJ), e os Peugeot 208 e 2008, feitos em El Palomar (Argentina), serão descontinuados nos próximos anos. A Stellantis assegura que isso ocorrerá progressivamente, após os investimentos nesses produtos terem sido amortizados. A Parceria Chinesa: Dongfeng (DFM) no Jogo Uma das peças-chave nesse reposicionamento é a nova parceria com a montadora chinesa Dongfeng, que será introduzida no Brasil como DFM. A Stellantis e a DFM desenvolverão novos produtos em conjunto, com Peugeot e Citroën sendo as principais beneficiárias dessa colaboração. Zola afirmou categoricamente que haverá carros Peugeot e Citroën desenvolvidos com plataforma e participação da Dongfeng, e que a fabricação local no Brasil é uma forte possibilidade. Isso marca uma mudança, com a Stellantis estudando voltar a produzir pelo menos um carro da Peugeot no Brasil, revertendo a decisão anterior de concentrar a produção da marca na Argentina. Os produtos resultantes dessa parceria não serão necessariamente os conceitos Peugeot 6 e 8 já apresentados, mas sim modelos desenvolvidos especificamente para o mercado sul-americano, utilizando bases técnicas da DFM. Existem especulações sobre a produção de um novo Peugeot 3008 em Goiana (PE) ou o uso da fábrica de Porto Real (RJ) para veículos com plataformas chinesas, substituindo os atuais Citroën de baixo custo. A Stellantis também negocia a venda de sua antiga fábrica de motores em Campo Largo (PR) para a DFM e avalia a produção de carros com emblema DFM em suas próprias plantas, mas descarta uma parceria tripla da Dongfeng com a Nissan na região. Implicações para o Consumidor e o Mercado Para o consumidor brasileiro, o reposicionamento de Peugeot e Citroën significa uma mudança significativa na oferta de produtos. Aqueles que buscam veículos de entrada dessas marcas precisarão considerar outras opções no mercado ou dentro do próprio grupo Stellantis, como os modelos Fiat. A Peugeot buscará atrair um público que valoriza maior exclusividade, design e tecnologia, com um posicionamento claramente mais “premium”. O processo de transição será gradual e levará alguns anos, até que os modelos atuais cumpram seu ciclo de vida. O mercado automotivo brasileiro, por sua vez, verá a chegada de novos veículos com base tecnológica chinesa e a consolidação de novas parcerias, otimizando o portfólio da Stellantis e evitando a canibalização interna entre suas diversas marcas.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte

Nissan Sentra Sai de Linha: N7 Elétrico Chega ao Brasil?Mercado
9 jul 20261 min

Nissan Sentra Sai de Linha: N7 Elétrico Chega ao Brasil?

O Fim de Uma Era: Adeus, Nissan Sentra no Brasil A paisagem dos sedãs médios no Brasil está prestes a sofrer mais uma transformação significativa. O Nissan Sentra, um nome que figurou no mercado nacional, embora sem o brilho de seus concorrentes mais tradicionais, está oficialmente de saída. Importado diretamente do México, o modelo não conseguiu conquistar uma fatia expressiva dos consumidores brasileiros, o que resultou em vendas aquém das expectativas da montadora. Essa decisão reflete uma tendência global de declínio dos sedãs em favor de SUVs e, no contexto brasileiro, a dificuldade de modelos importados competirem em preço e volume com veículos de produção local. Para o motorista que buscava no Sentra uma alternativa aos líderes de segmento, a notícia representa o fim de uma opção que, apesar de seus atributos, não conseguiu criar um legado sólido no país. A saída do Sentra abre espaço para a Nissan repensar sua estratégia para o segmento de sedãs no Brasil, sinalizando uma mudança de foco importante. Declínio dos Sedãs no Mercado Brasileiro O Sentra não é o primeiro nem será o último sedã a sentir o peso da mudança de preferência dos consumidores. A ascensão dos SUVs tem redefinido o que os brasileiros procuram em um carro, priorizando altura do solo, espaço interno percebido e um estilo de vida mais aventureiro, mesmo que apenas na aparência. A Nissan, como outras montadoras, precisa se adaptar rapidamente a essa nova realidade, buscando modelos que se alinhem melhor às demandas atuais e futuras do mercado. O Futuro Elétrico da Nissan: Nissan N7 Chegando? Enquanto o Sentra se despede, os holofotes se voltam para um possível sucessor que promete revolucionar a oferta da Nissan no Brasil: o sedã elétrico Nissan N7. A notícia de que a marca já estaria testando este modelo chinês no país acende a esperança de uma guinada estratégica rumo à eletrificação. O Nissan N7 representa não apenas um novo carro, mas uma nova filosofia da montadora para o mercado local, alinhada às tendências globais de mobilidade sustentável. A possível chegada de um sedã elétrico de origem chinesa da Nissan mostra a agilidade da empresa em buscar soluções fora de seus polos tradicionais de produção para atender a mercados emergentes com tecnologias de ponta. Se confirmado, o N7 seria um forte concorrente no crescente segmento de veículos elétricos no Brasil, oferecendo uma alternativa mais sustentável e tecnológica para o consumidor. Impacto da Eletrificação no Brasil A chegada de veículos como o Nissan N7 acelera a transição do Brasil para a eletrificação. Para os motoristas, isso significa mais opções de veículos com menor emissão, custos operacionais potencialmente menores (dependendo da infraestrutura de recarga e preços de energia) e acesso a tecnologias de condução mais avançadas. A infraestrutura de recarga ainda é um desafio, mas a crescente oferta de modelos elétricos por parte das montadoras pressiona por investimentos nesse setor. O Que Esperar para o Consumidor Brasileiro A saída do Sentra e a potencial chegada do Nissan N7 redefinem as expectativas para os consumidores da marca no Brasil. Aqueles que buscavam um sedã médio a combustão da Nissan terão que olhar para outras opções no mercado ou considerar a migração para SUVs da própria marca, como o Kicks. No entanto, para os entusiastas da tecnologia e da sustentabilidade, a perspectiva de um sedã elétrico como o N7 é animadora. A Nissan parece estar apostando em uma estratégia de diversificação, onde a eletrificação e a importação de modelos mais competitivos globalmente podem ser a chave para reconquistar e expandir sua base de clientes no país. O mercado automotivo brasileiro está em constante evolução, e a capacidade das montadoras de antecipar e responder a essas mudanças será crucial para o sucesso futuro. Fiquemos atentos aos próximos capítulos dessa mudança de rota da Nissan no Brasil.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas