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Exame Toxicológico Obrigatório para CNH A e B: Novas Regras

20 de maio de 2026
4 min de leitura
Exame Toxicológico Obrigatório para CNH A e B: Novas Regras

Exame Toxicológico se Torna Obrigatório para a Primeira CNH

Desde segunda-feira (18), os Detrans de todo o Brasil passaram a exigir o exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro). A nova regra, comunicada pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), obriga os futuros motoristas a apresentarem um laudo negativo de exame de larga janela de detecção. Esta medida já está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) sob o nº 15.153/2025, com os Detrans sendo informados sobre sua validade na última sexta-feira (15) para implementação imediata.

A obrigatoriedade do exame toxicológico, que já era uma realidade para motoristas profissionais das categorias C, D e E (com renovação a cada dois anos e meio), agora se estende a todas as categorias, incluindo A e B, para a emissão do primeiro documento. Essa expansão se baseia na experiência positiva observada desde 2016, quando o exame se tornou mandatório para profissionais. Dados dos Detrans indicam que, no primeiro ano após a implementação para profissionais, houve uma queda de 34% nos acidentes com caminhões e 45% nos sinistros com ônibus em rodovias federais. O principal objetivo é reduzir acidentes, especialmente entre jovens de 14 a 29 anos, faixa etária onde as fatalidades no trânsito são a terceira maior causa de morte. A medida também visa combater o aumento no consumo de drogas sintéticas apontado por estudos internacionais.

Novidades na CNH para Motoristas Brasileiros

Além da exigência do exame toxicológico, outras mudanças significativas impactam o processo de habilitação e a vida dos condutores no Brasil, buscando simplificar procedimentos e reduzir custos.

CNH para Todos: Mais Acessibilidade e Menos Burocracia

A partir de janeiro, o programa "CNH para Todos" entrou em vigor em todo o país. Essa iniciativa visa reduzir o número de aulas teóricas e práticas obrigatórias nas autoescolas, diminuindo consideravelmente o custo para a emissão da primeira CNH. A Senatran registrou um aumento expressivo nos novos pedidos, saltando de 369,2 mil em janeiro de 2025 para 1,7 milhão em janeiro deste ano, evidenciando o impacto positivo na acessibilidade. Complementarmente, a prova de baliza deixou de ser obrigatória em todo o território nacional desde fevereiro.

Renovação Automática para Bons Condutores

Uma medida provisória aprovada em maio, e que agora segue para sanção presidencial, permite a renovação automática da CNH. Esta facilidade é destinada a motoristas com boa conduta, inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), conhecido como cadastro do “bom condutor”. A regra, válida desde dezembro do ano anterior, beneficia quem mantém um histórico sem infrações por 12 meses consecutivos, simplificando a vida de condutores responsáveis.

Custo da CNH: Destaque para São Paulo

No Estado de São Paulo, uma grande alteração anunciada em maio trouxe uma redução de 56,6% no valor para emitir a CNH. Com o fim da obrigatoriedade da impressão do documento físico, e a opção pelo documento digital, o custo caiu significativamente. São Paulo se tornou o estado mais barato para tirar a CNH, com um custo atual de R$ 105,66, representando uma economia de R$ 137,79 para os motoristas paulistas.


Os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) de todo o Brasil passaram a exigir, de forma imediata, o exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A e B. Dessa forma, desde segunda-feira (18), quem for tirar a primeira CNH tem que apresentar o laudo negativo do exame de larga janela de detecção, após o comunicado da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).
O Projeto de Lei foi aprovado em junho de 2025, conforme divulgado pela Autoesporte, que já te contou tudo o que muda para quem for tirar a primeira via do documento. Os Detrans foram informados sobre a validade da nova regra na última sexta-feira (15) e já colocaram em vigor. A medida, inclusive, já está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) pelo nº 15.153/2025.
Exame toxicológico para emissão da primeira CNH vira obrigatório para as categorias A e B
Getty Images
Com a nova lei em vigor, o exame passa a ser obrigatório para todas as categorias, de A até a E. A diferença é que, até agora, para as categorias A e B, a exigência serve apenas para a emissão do primeiro documento, enquanto motoristas profissionais, habilitados nas categorias C, D e E, precisam renovar a cada dois anos e meio.
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A mudança usa como base a experiência positiva registrada desde 2016. Há dez anos o exame tornou-se obrigatório para motoristas profissionais. Segundo os Detrans, no primeiro ano houve uma queda de 34% nos acidentes com caminhões e de 45% nos sinistros com ônibus, considerando só os números de rodovias federais.
Exame Toxicológico já era obrigatório para motoristas profissionais
Reprodução
O avanço da obrigatoriedade mira também uma redução nos acidentes. Atualmente, as fatalidades no trânsito envolvendo pessoas de 14 a 29 anos é a terceira principal causa de morte dessa faixa etária. Estudos internacionais do World Drug Report (UNODC) também apontam para um aumento no consumo de drogas sintéticas entre os jovens e tal exigência pode ajudar a reduzir esses números.
Mudanças em 2026 sobre a CNH
Outra mudança que passou a valer a partir de janeiro para todo o Brasil, foi a criação do programa CNH para Todos. A novidade reduz o número de aulas teóricas e práticas em autoescolas e, com isso, minimiza o custo para emissão do primeiro documento. Segundo a Senatran, o número de novos pedidos para emitir a CNH subiu para 1,7 milhão em janeiro de 2026, contra 369,2 mil em janeiro de 2025. Além disso, também acabou com a obrigatoriedade da prova baliza em todo o Brasil, desde fevereiro de 2026.
Prova da baliza deixou de ser obrigatória em 2026
Governo do MS
Já a mudança mais recente foi aprovada no dia 12 de maio. Trata-se da medida provisória que passou pelo Senado Federal e permite a renovação automática da CNH. O programa vale para motoristas com boa conduta e inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), conhecido como cadastro do “bom condutor”. O projeto segue para sanção presidencial.
A medida de n° 1.327/2025 entrou em vigor no dia 10 de dezembro de 2025 e altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para facilitar o processo de quem mantém um histórico sem infrações por 12 meses seguidos.
Também em maio uma grande alteração foi anunciada no Estado de São Paulo, que reduziu em 56,6% o valor para emitir a CNH. O Detran-SP anunciou o fim da obrigatoriedade da impressão do documento e o custo cai mais da metade para quem optar apenas pelo documento digital. Com a alteração, o Estado de São Paulo se tornou o mais barato para tirar CNH, gerando economia de R$ 137,79. O custo atual é de R$ 105,66, referente a taxa de agendamento do exame teórico e do exame prática, que custa R$ 52,83 cada.
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Fonte: Auto Esporte

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O Legado de Luxo da Chevrolet Suprema Lançada em abril de 1993, a Chevrolet Suprema rapidamente se estabeleceu como a perua mais luxuosa e cara do Brasil, um verdadeiro ícone ao lado do sedã Omega. Projetada para enfrentar os veículos importados da época, ela herdou o prestígio da Caravan, mas com modernizações significativas. Seu design traseiro reto não apenas harmonizava com o conjunto, mas também otimizava a visibilidade, um diferencial em manobras. O artigo destaca um exemplar raro: uma Suprema 3.0 CD 1993/1993 na cobiçada cor Vermelho Chipre, com câmbio automático e apenas 135 mil km rodados. Este veículo passou por um meticuloso trabalho de restauração pela Padrão Misa, que incluiu desde o detalhamento do cofre do motor e restauração das rodas até uma revisão completa de mecânica e elétrica, visando a perfeição para colecionadores exigentes. Atualmente, a pedida por esta relíquia pode chegar a R$ 160 mil, valor equivalente a uma Chevrolet Montana Premier zero-quilômetro, demonstrando seu status de cult entre entusiastas. Um Clássico Restaurado em Destaque O exemplar analisado pela Autoesporte, uma Omega Suprema 3.0 CD, resplandece após a restauração. Manteve vidros, faróis e lanternas originais, evidenciando seu bom estado inicial. O interior impressiona com o acabamento aveludado dos bancos e forros de porta em excelentes condições, além do requisitado painel de instrumentos 100% digital, verificado quanto ao funcionamento perfeito. Ao lado, um visor de check control fornecia informações cruciais sobre níveis de fluidos e avisos de luzes queimadas e desgaste de pastilhas, recursos que eram "surreais" para a época. O rádio toca-fitas FIC Sirrah, junto ao toca-CD devidamente revisado, complementa a experiência nostálgica e luxuosa. Tecnologia e Performance Inovadoras A Suprema CD, em sua versão inicial, era equipada com o motor 3.0 de seis cilindros em linha de origem alemã, entregando 165 cv e 23,4 kgfm de torque. Este propulsor casava perfeitamente com a caixa automática de quatro marchas, proporcionando um conforto inigualável. O jornalista Bob Sharp, em seu teste para a Autoesporte na época, elogiou a Suprema por ser a primeira e única perua nacional com motor dianteiro, tração traseira e suspensão independente nas quatro rodas, além de freios a disco nas quatro rodas com ABS de série na versão CD. A distribuição de peso equilibrada (52%-48% dianteiro-traseiro vazia) favorecia a estabilidade. O Desempenho que Impressionava Bob Sharp destacou a elasticidade do motor de seis cilindros, capaz de impulsionar a perua de 0 a 100 km/h em impressionantes 9,58 segundos, com velocidade máxima de 201,7 km/h. O espaçoso porta-malas de 540 litros, que se expandia para 1.850 litros com os bancos rebatidos, era um trunfo prático. Um sistema pneumático inédito na suspensão traseira garantia o nivelamento da carroceria, mesmo com carga total, mantendo o conforto. De série, a Suprema CD oferecia ar-condicionado com saídas para o banco traseiro, direção hidráulica, trio elétrico, regulagem elétrica dos faróis, freios ABS e computador de bordo. Evolução e Despedida de Uma Lenda A linha Suprema passou por algumas mudanças ao longo de sua curta vida. Em 1994, surgiu a versão GL, mais básica, com motor 2.0 a álcool (130 cv), destinada ao público frotista. Esta é hoje a configuração mais rara de se encontrar. Em 1995, o motor 2.0 evoluiu para o 2.2 (116 cv, mas com mais torque), e o aclamado 3.0 alemão foi substituído pelo 4.1 Powertech nacional, uma versão atualizada do motor do Opala. Embora o 4.1 entregasse um pouco mais de potência (168 cv) e torque (29,1 kgfm), não resultou em ganhos significativos de agilidade em comparação ao 3.0. A produção da Chevrolet Suprema foi encerrada em 1996, após acumular pouco mais de 12.200 unidades, deixando para trás uma legião de fãs que ainda cultuam sua excelência e sofisticação.

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Fonte: Auto Esporte