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Ruído nos Freios Ford: Bronco, Maverick e Mustang com...

24 de maio de 2026
1 min de leitura
Por Fábio Black
Ruído nos Freios Ford: Bronco, Maverick e Mustang com...

O Problema Relatado: Ruídos nos Freios em Modelos Ford

Proprietários de alguns dos veículos mais cobiçados da Ford no mercado brasileiro, como o SUV Bronco Sport, a picape Maverick e o icônico esportivo Mustang, estão reportando uma preocupação comum: ruídos incômodos ao acionar os freios. O problema, que se manifesta frequentemente como um rangido, chiado ou, em alguns casos, um som mais grave, tem sido objeto de inúmeras reclamações em fóruns online, grupos de redes sociais e diretamente nas concessionárias. Embora muitas vezes associado inicialmente apenas a um desconforto sonoro, qualquer irregularidade no sistema de frenagem levanta preocupações legítimas sobre a segurança e a integridade do veículo a longo prazo. Este tipo de ruído pode ter diversas origens, desde o acúmulo de sujeira e poeira até o desgaste prematuro de pastilhas ou discos, ou mesmo características específicas do material utilizado na fabricação dos componentes. A recorrência entre modelos tão distintos, mas de uma mesma montadora, sugere que pode haver um fator comum subjacente.

A Resposta da Ford: Boletins Técnicos e Orientações à Rede

Diante do crescente número de relatos, a Ford do Brasil já tomou medidas, emitindo boletins técnicos específicos para sua rede de concessionárias. Esses boletins são documentos internos que servem para informar e orientar os técnicos sobre problemas identificados em campo, fornecendo diretrizes para diagnóstico, inspeção e reparo. A existência desses comunicados internos indica que a montadora reconhece a existência da questão e está trabalhando para padronizar o atendimento e a solução. Geralmente, esses documentos detalham procedimentos para verificar a origem do ruído, que pode incluir a limpeza e lubrificação de componentes específicos do sistema de freio, a verificação da instalação das pastilhas, ou até a recomendação de substituição por peças de uma nova especificação, caso seja identificado um problema de material. Para os proprietários, essa é uma notícia importante, pois confirma que a Ford está ciente e agindo, fornecendo um caminho para o suporte técnico.

Orientações para Proprietários no Brasil: Como Agir

Para os motoristas brasileiros que possuem um Ford Bronco Sport, Maverick ou Mustang e notarem ruídos nos freios, é crucial não ignorar o problema. A primeira e mais importante recomendação é procurar imediatamente uma concessionária Ford autorizada. Ao agendar o serviço, é fundamental descrever detalhadamente quando e como o ruído se manifesta – por exemplo, se ocorre apenas ao frear suavemente, em frenagens bruscas, a baixas ou altas velocidades, ou após um período de inatividade. Perguntar sobre a existência dos boletins técnicos relacionados a este problema pode ser útil. Mantenha registros de todas as visitas e serviços realizados, incluindo as descrições dos problemas e as soluções aplicadas. Se o veículo estiver dentro do período de garantia, o reparo provavelmente será coberto. Mesmo fora da garantia, a concessionária poderá oferecer um diagnóstico preciso e soluções baseadas nas orientações da fábrica, garantindo que o sistema de freios, componente vital para a segurança, esteja funcionando de forma otimizada.

Proprietários de Bronco, Maverick e Mustang relatam ruído ao acionar os freios. Ford emitiu boletins sobre o problema, para a rede

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Fonte: Quatro Rodas

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Nissan Sentra Sai de Linha: N7 Elétrico Chega ao Brasil?Mercado
9 jul 20261 min

Nissan Sentra Sai de Linha: N7 Elétrico Chega ao Brasil?

O Fim de Uma Era: Adeus, Nissan Sentra no Brasil A paisagem dos sedãs médios no Brasil está prestes a sofrer mais uma transformação significativa. O Nissan Sentra, um nome que figurou no mercado nacional, embora sem o brilho de seus concorrentes mais tradicionais, está oficialmente de saída. Importado diretamente do México, o modelo não conseguiu conquistar uma fatia expressiva dos consumidores brasileiros, o que resultou em vendas aquém das expectativas da montadora. Essa decisão reflete uma tendência global de declínio dos sedãs em favor de SUVs e, no contexto brasileiro, a dificuldade de modelos importados competirem em preço e volume com veículos de produção local. Para o motorista que buscava no Sentra uma alternativa aos líderes de segmento, a notícia representa o fim de uma opção que, apesar de seus atributos, não conseguiu criar um legado sólido no país. A saída do Sentra abre espaço para a Nissan repensar sua estratégia para o segmento de sedãs no Brasil, sinalizando uma mudança de foco importante. Declínio dos Sedãs no Mercado Brasileiro O Sentra não é o primeiro nem será o último sedã a sentir o peso da mudança de preferência dos consumidores. A ascensão dos SUVs tem redefinido o que os brasileiros procuram em um carro, priorizando altura do solo, espaço interno percebido e um estilo de vida mais aventureiro, mesmo que apenas na aparência. A Nissan, como outras montadoras, precisa se adaptar rapidamente a essa nova realidade, buscando modelos que se alinhem melhor às demandas atuais e futuras do mercado. O Futuro Elétrico da Nissan: Nissan N7 Chegando? Enquanto o Sentra se despede, os holofotes se voltam para um possível sucessor que promete revolucionar a oferta da Nissan no Brasil: o sedã elétrico Nissan N7. A notícia de que a marca já estaria testando este modelo chinês no país acende a esperança de uma guinada estratégica rumo à eletrificação. O Nissan N7 representa não apenas um novo carro, mas uma nova filosofia da montadora para o mercado local, alinhada às tendências globais de mobilidade sustentável. A possível chegada de um sedã elétrico de origem chinesa da Nissan mostra a agilidade da empresa em buscar soluções fora de seus polos tradicionais de produção para atender a mercados emergentes com tecnologias de ponta. Se confirmado, o N7 seria um forte concorrente no crescente segmento de veículos elétricos no Brasil, oferecendo uma alternativa mais sustentável e tecnológica para o consumidor. Impacto da Eletrificação no Brasil A chegada de veículos como o Nissan N7 acelera a transição do Brasil para a eletrificação. Para os motoristas, isso significa mais opções de veículos com menor emissão, custos operacionais potencialmente menores (dependendo da infraestrutura de recarga e preços de energia) e acesso a tecnologias de condução mais avançadas. A infraestrutura de recarga ainda é um desafio, mas a crescente oferta de modelos elétricos por parte das montadoras pressiona por investimentos nesse setor. O Que Esperar para o Consumidor Brasileiro A saída do Sentra e a potencial chegada do Nissan N7 redefinem as expectativas para os consumidores da marca no Brasil. Aqueles que buscavam um sedã médio a combustão da Nissan terão que olhar para outras opções no mercado ou considerar a migração para SUVs da própria marca, como o Kicks. No entanto, para os entusiastas da tecnologia e da sustentabilidade, a perspectiva de um sedã elétrico como o N7 é animadora. A Nissan parece estar apostando em uma estratégia de diversificação, onde a eletrificação e a importação de modelos mais competitivos globalmente podem ser a chave para reconquistar e expandir sua base de clientes no país. O mercado automotivo brasileiro está em constante evolução, e a capacidade das montadoras de antecipar e responder a essas mudanças será crucial para o sucesso futuro. Fiquemos atentos aos próximos capítulos dessa mudança de rota da Nissan no Brasil.

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Fonte: Quatro Rodas

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Fonte: Auto Esporte

Baterias de Carros Elétricos Duram Mais: Guia para UsadosEletricos
8 jul 20261 min

Baterias de Carros Elétricos Duram Mais: Guia para Usados

A Realidade da Degradação das Baterias de Carros Elétricos O mercado de veículos elétricos tem crescido exponencialmente no Brasil e no mundo, mas uma das maiores preocupações dos consumidores sempre foi a longevidade e a degradação das baterias. Contrariando os receios iniciais e diversas especulações, dados recentes de telemetria coletados de milhares de veículos elétricos em uso revelam uma realidade muito mais animadora. A degradação média das células de energia, que formam o coração dos carros elétricos, é de aproximadamente 2% ao ano. Este índice baixo de degradação surpreende muitos, que temiam uma perda significativa de autonomia após poucos anos de uso. A tecnologia de baterias, aliada a sistemas avançados de gerenciamento térmico e de carga, tem se mostrado muito mais robusta e eficiente do que se previa. Isso significa que a vida útil esperada das baterias de veículos elétricos é substancialmente maior, alinhando-se ou até superando a vida útil de muitos componentes mecânicos de carros a combustão. O Impacto para o Mercado de Usados no Brasil A descoberta da baixa degradação das baterias tem um impacto transformador no mercado de carros elétricos usados, especialmente para os motoristas brasileiros que buscam opções mais sustentáveis e econômicas. O receio de adquirir um veículo elétrico seminovo com uma bateria "cansada" e de alto custo de substituição era um dos principais entraves. Com a validação de que a perda de capacidade é mínima, a compra de um elétrico usado se torna uma alternativa muito mais atraente e segura. Mais Valor e Confiança Para quem considera a aquisição de um elétrico seminovo, a análise do estado de saúde (State of Health - SoH) da bateria é crucial, mas agora pode ser feita com maior confiança. A baixa taxa de degradação sugere que, mesmo um veículo com cinco anos de uso, por exemplo, ainda pode ter cerca de 90% da sua capacidade original, mantendo uma excelente autonomia. Isso valoriza o ativo no mercado de revenda e aumenta a confiança dos compradores, impulsionando a circulação de veículos elétricos no país. É fundamental buscar concessionárias e vendedores que forneçam relatórios detalhados sobre o SoH da bateria. Maximizando a Vida Útil da Bateria do Seu Elétrico Mesmo com a comprovação da durabilidade superior, algumas práticas podem contribuir para otimizar ainda mais a vida útil da bateria do seu carro elétrico. Evitar carregar a bateria diariamente até 100% ou descarregar completamente (abaixo de 20%) são recomendações que ajudam a preservar as células. O ideal é manter a carga entre 20% e 80% no dia a dia. Além disso, a exposição prolongada a temperaturas extremas, tanto muito altas quanto muito baixas, pode acelerar ligeiramente a degradação. Estacionar à sombra e usar o pré-condicionamento da bateria antes de iniciar a carga em climas frios são dicas valiosas. Adotar esses hábitos simples garante que você aproveite ao máximo a longevidade inesperada da bateria do seu veículo elétrico, prolongando sua performance e mantendo seu valor de mercado.

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Fonte: Quatro Rodas

MG MGS9 PHEV: SUV 7 Lugares Híbrido Chega ao Brasil em 2027Lancamentos
8 jul 20263 min

MG MGS9 PHEV: SUV 7 Lugares Híbrido Chega ao Brasil em 2027

A Estratégia Híbrida da MG no Brasil A MG Motor, que fez sua estreia no Brasil em novembro de 2025, atualmente comercializa quatro veículos totalmente elétricos: MGS5, MG4 XPower, MG4 Urban e Cyberster. Contudo, a marca chinesa está pronta para expandir seu portfólio com a introdução de um modelo híbrido. O candidato mais provável para essa estreia é o MGS9, um SUV imponente de sete lugares equipado com motorização híbrida plug-in (PHEV). Segundo Thiago Marques, head de marketing e produto da MG Motor no Brasil, o MGS9 está em fase de estudo para um possível lançamento em 2027, marcando um novo capítulo para a montadora no país. Dimensões e Desempenho Notáveis O MGS9 se destaca pelo seu porte avantajado. Com 4,98 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,78 m de altura e um entre-eixos de 2,92 m, ele supera até mesmo o GWM Haval H9 em dimensões. O porta-malas oferece 322 litros com todos os sete assentos em uso, expandindo para respeitáveis 1.026 litros ao rebater a terceira fileira de bancos. Vale ressaltar que a medição de porta-malas pode ser mais otimista que os padrões brasileiros. Motorização e Autonomia Sob o capô, o MGS9 PHEV combina um motor 1.5 turbo a gasolina de 142 cv com um motor elétrico de 231 cv, resultando em uma potência total combinada de 299 cv e um torque de 39,8 kgfm na versão topo de linha. Há planos para que o motor a combustão se torne flex, inserido no ciclo de investimentos de R$ 400 milhões da marca no Brasil. Em termos de performance, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos. A bateria LFP de 24,7 kWh garante uma autonomia elétrica de até 100 km, conforme o ciclo europeu WLTP. Design e Tecnologia Interna O visual do MGS9 adota uma proposta distinta dos demais modelos MG já disponíveis no Brasil. Seus faróis de LED são finos e afilados, complementados por uma grade dianteira larga e entradas de ar no para-choque com molduras pretas. A traseira chama atenção pelas lanternas horizontais interligadas por uma barra luminosa, e as rodas são de 20 polegadas. Conforto e Segurança a Bordo No interior, o SUV de sete lugares da MG Motor foge do minimalismo predominante em muitos veículos chineses. O painel de instrumentos e a central multimídia contam com telas de 12,3 polegadas. Entre os itens de conforto e conveniência, destacam-se o ar-condicionado digital de três zonas, teto solar panorâmico, iluminação ambiente, carregador de celular por indução e até bancos com ventilação e massagem. A segurança é robusta, incluindo sete airbags, câmera 360º, frenagem autônoma de emergência, piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa, monitor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado e reconhecimento de placas, garantindo uma condução mais segura e confortável.

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Fonte: Auto Esporte