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Tracker e Montana Híbridos Flex: Atraso para 2027 da...

23 de março de 2026
5 min de leitura
Tracker e Montana Híbridos Flex: Atraso para 2027 da...

Lançamento Híbrido Flex da Chevrolet Adiado para 2027

A expectativa em torno dos primeiros veículos híbridos flex nacionais da Chevrolet, os aguardados Tracker e Montana, ganhou um novo capítulo. Inicialmente previstos para 2026, a General Motors América do Sul agora indica que seus lançamentos podem ser postergados para 2027. A informação foi confirmada pelo vice-presidente da GM, Fabio Rua, durante o evento de relançamento da Cadillac no Brasil, onde mencionou que o desenvolvimento e a chegada dos modelos eletrificados “não necessariamente” ocorrerão no próximo ano.

Entre os motivos citados para o adiamento estão outras prioridades estratégicas da montadora, como a introdução do novo Sonic e o restabelecimento da marca de luxo Cadillac no mercado brasileiro. O executivo admitiu que a Chevrolet está “caminhando devagar nessa questão dos híbridos”, sinalizando que o lançamento será adiado caso o desenvolvimento não seja concluído a tempo em 2026. A apuração de fontes internas ainda revela que não há movimentação fabril na unidade de São Caetano do Sul (SP) para iniciar a produção desses modelos, e o cronograma de produção até agosto não inclui novidades para Tracker e Montana.

Captiva PHEV Chega Primeiro e Detalhes da Tecnologia Híbrida

Com o possível adiamento de Tracker e Montana, a Chevrolet deve ter outro modelo como seu pioneiro híbrido no Brasil: o Captiva PHEV. Esta versão híbrida plug-in do SUV médio, que já teve sua variante elétrica lançada no país, tem previsão de chegada ainda em 2026. O Captiva PHEV, conforme antecipado, deverá ter montagem local em Horizonte (CE), junto com outros veículos elétricos da marca.

O Sistema Híbrido Flex para Tracker e Montana

Para o Tracker e a Montana, o conjunto híbrido flex será o motor 1.2 turbo CSS Prime de três cilindros, o mesmo que já equipa a picape e o SUV atualmente. Será um sistema híbrido leve (MHEV) de 48 Volts, uma tecnologia mais robusta que a de 12 Volts utilizada por algumas concorrentes. Este sistema MHEV proporciona um "empurrãozinho" elétrico momentâneo, que auxilia o motor a combustão em situações como ultrapassagens e retomadas, resultando em maior rendimento e, principalmente, menor consumo de combustível e emissões. Embora os números de potência e torque ainda não tenham sido confirmados, a expectativa é que sejam ligeiramente elevados em relação aos atuais 141 cv e 22,9 kgfm. O câmbio automático de seis marchas será mantido.

Ganho em Consumo de Combustível

Com a eletrificação, a Chevrolet busca otimizar significativamente o consumo dos dois modelos. Atualmente, o Tracker 1.2 turbo registra médias com gasolina de 11 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada. A Montana apresenta números similares, com 11 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada, também com gasolina. O sistema MHEV de 48 Volts promete melhorar esses indicadores, tornando-os mais atraentes para o motorista brasileiro que busca eficiência.

Prioridades da GM e o Futuro do Mercado

Além dos planos de eletrificação, a General Motors tem uma agenda cheia para 2026. O Sonic, por exemplo, terá seu lançamento oficial no segundo trimestre. A volta do Onix Activ após sete anos de ausência também está programada para o primeiro semestre. No segmento de luxo, a Cadillac lançará seu trio de SUVs elétricos – Vistiq, Optiq e Lyriq – em algum momento do ano.

Mesmo com os adiamentos, a Chevrolet reafirma seus investimentos de R$ 5,5 bilhões nas fábricas de São Paulo, parte dos quais será destinada à produção dos primeiros híbridos flex do grupo em todo o mundo. A unidade de Joinville (SC) também receberá R$ 300 milhões para a produção dos motores. Enquanto S10 e Trailblazer terão suas versões eletrificadas apenas na próxima geração (prevista para 2028), e a Spin não deve receber eletrificação, o Tracker e a Montana continuam sendo os principais candidatos a liderar a transição híbrida da marca no mercado nacional, mesmo que com um atraso.


Depois de anunciar os primeiros carros híbridos flex nacionais na abertura das comemorações de 100 anos da GM no Brasil, dizer que os modelos estavam “na boca do gol”, a Chevrolet agora pode deixar para lançar Tracker e Montana eletrificados só em 2027.
Durante o evento de relançamento da Cadillac, o vice-presidente da General Motors América do Sul, Fabio Rua, afirmou que “não necessariamente” os híbridos flex nacionais da Chevrolet chegam às lojas em 2026.
Além disso, o executivo afirmou que há outras prioridades antes, como a chegada do Sonic e o restabelecimento da Cadillac no Brasil, e que “a Chevrolet está caminhando devagar nessa questão dos híbridos”, confirmando que, caso o desenvolvimento não fique pronto em 2026, o lançamento fica para o ano que vem.
Complementar à fala do executivo, Autoesporte apurou que ainda não há movimentação fabril na unidade de São Caetano do Sul (SP) para o início da produção de carros híbridos no local. Atualmente, o cronograma de produção até agosto está definido sem novidades para Tracker e Montana, os dois primeiros carros nacionais eletrificados da Chevrolet.
Chevrolet Montana compartilha motor 1.2 turbo com o Tracker
Murilo Góes
Com isso, o mais provável é que caiba ao Captiva PHEV, configuração híbrida plug-in do SUV médio recentemente lançado no Brasil em variante elétrica, torne-se o primeiro produto híbrido no portfólio da marca. A configuração PHEV será lançada no Brasil ainda em 2026, conforme Autoesporte antecipou em outubro do ano passado, e deve ter montagem local em Horizonte (CE), junto de Spark e Captiva EV.
Sabemos que o SUV compacto e a picape intermediária serão os primeiros da fila a partir de apurações realizadas no final de 2024, logo após a Chevrolet confirmar investimentos de R$ 5,5 bilhões nas fábricas do estado de São Paulo. Parte do valor será usado para produzir os primeiros híbridos flex do grupo em todo o mundo. Outros R$ 300 milhões vão para a unidade de Joinville (SC) para a produção dos motores.
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Novo Chevrolet Captiva PHEV deve ser efetivamente o primeiro modelo híbrido da marca no Brasil
Chevrolet/Divulgação
Fontes descartaram, por enquanto, versões híbridas de S10 e Trailblazer, atualmente feitos em São José dos Campos, a outra fábrica paulista da GM. A eletrificação da picape ficará para sua próxima geração, prevista para 2028. Também é praticamente nula a chance de a Spin receber eletrificação no veterano motor 1.8 ou motorização turbo. Logo, restam Tracker e Montana.
O primeiro conjunto híbrido flex da Chevrolet será o 1.2 turbo CSS Prime de três cilindros que equipa a picape e o SUV. Será do tipo híbrido leve (MHEV), ou seja, diferente do sistema paralelo (HEV) da Toyota e mais próximo do sistema usado pela Fiat. A diferença é que o GM será de 48 Volts, contra a tecnologia de 12 Volts da Stellantis.
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Mais rendimento, menos consumo
Com um sistema mais robusto, a Chevrolet espera deixar Tracker e Montana consideravelmente mais eficientes e econômicos em consumo de combustível. Isso porque o MHEV de 48 Volts proporciona ajuda momentânea, aumentando ligeiramente números de potência e torque em condições específicas, como ultrapassagens e retomadas.
Motor 1.2 turbo será o primeiro a ser transformado em híbrido
Renato Durães/Autoesporte
Dessa forma, reduz o esforço do motor a combustão, contribuindo positivamente para o consumo de combustível e as emissões. O sistema inclusive deve ser baseado no já utilizado na China pelo Monza. A diferença de aplicação é no motor. Em vez de o 1.3 do modelo chinês, o 1.2 produzido em Joinville (SC).
Chevrolet Tracker atualmente faz até 13,7 km/l com gasolina na estrada
Divulgação
Hoje, o motor 1.2 turbo flex, de três cilindros e com injeção direta, rende sozinho 141 cv de potência e 22,9 kgfm de torque. O “empurrãozinho" da eletrificação poderá elevar ligeiramente os números, embora ainda não haja confirmação. Já o câmbio seguirá automático de seis marchas, como acontece hoje.
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Do ponto de vista do consumo, os números serão melhores que os de hoje. Atualmente, segundo o Inmetro, o Tracker 1.2 turbo faz 7,6 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada com etanol, bem como 11 km/l e 13,7 km/l, respectivamente, com gasolina. Já a Montana tem médias de 7,5 km/l e 9,7 km/l, com etanol, e 11 km/l e 13,5 km/l, com gasolina.
Outros planos da GM
Chevrolet Onix Activ deve ser revelado ainda no primeiro semestre de 2026
Divulgação/Chevrolet
Deixar os híbridos flex nacionais para 2027 pode dar mais tempo para a GM trabalhar as importantes novidades programadas para este ano. Além do Sonic, que teve o lançamento confirmado para o segundo trimestre de 2026 (entre abril e junho), a volta do Onix Activ depois de sete anos foi anunciada recentemente e também deve ocorrer no primeiro semestre.
Ainda não há definição mais próxima do mês, mas em algum momento de 2026, a Cadillac vai lançar o trio de SUVs elétricos: Vistiq, Optiq e Lyriq.
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Fonte: Auto Esporte

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Toyota: Fim de Indaiatuba, Corolla em Sorocaba e nova picape
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Toyota: Fim de Indaiatuba, Corolla em Sorocaba e nova picape

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Visão VeicularvisaoveicularVolkswagen

Fonte: Auto Esporte

Carro Elétrico na Enchente: Riscos, Dicas e o Que Fazer
Eletricos
21 de junho de 2026
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Carro Elétrico na Enchente: Riscos, Dicas e o Que Fazer

## Carro Elétrico na Enchente: Segurança Elétrica vs. Desafios Práticos A crescente popularidade dos carros elétricos no Brasil levanta questões importantes, especialmente em um país com histórico de enchentes urbanas. Uma preocupação comum é o que acontece se a água atingir a bateria de um veículo elétrico. Ao contrário do senso comum, as baterias de carros elétricos modernos são projetadas com vedação hermética, frequentemente com classificações IP67 ou superior. Isso significa que elas são altamente resistentes à entrada de água e, em situações de submersão, é improvável que ocorra um curto-circuito imediato ou choque elétrico diretamente da bateria devido à água. Essa vedação é uma medida de segurança essencial para proteger os componentes de alta voltagem. No entanto, a impermeabilização da bateria não torna o carro elétrico invulnerável a enchentes. Na verdade, essa característica pode criar um conjunto de problemas práticos e onerosos para o motorista brasileiro, transformando um incidente aparentemente controlado em uma situação de grandes danos e riscos ocultos. ## Riscos e Consequências para o Veículo Elétrico Mesmo com a bateria selada, a água pode causar estragos consideráveis em um carro elétrico, resultando em desafios complexos e, muitas vezes, em perda total do veículo. ### Danos a Outros Componentes Eletrônicos Embora a bateria possa estar protegida, o restante do veículo possui uma vasta rede de componentes eletrônicos, como motores elétricos, inversores, unidades de controle eletrônico (ECUs), sensores e fiações de baixa e alta voltagem. A água pode infiltrar-se nessas partes, causando corrosão, falhas elétricas e curtos-circuitos que podem se manifestar imediatamente ou após um tempo, mesmo depois que o veículo parece ter secado. A umidade residual é um inimigo silencioso que deteriora conectores e circuitos. ### Infiltração na Bateria e Peso Adicional Se as vedações da bateria forem comprometidas devido a um impacto, desgaste ou falha estrutural, a água pode entrar no pack da bateria. Uma vez lá dentro, a vedação hermética que antes protegia a bateria agora impede a água de sair, tornando a secagem praticamente impossível sem a desmontagem completa. Além disso, o peso da água dentro de um compartimento selado pode ser substancial, adicionando estresse à estrutura do veículo e dificultando o reboque e a recuperação. ### Risco de Choque Elétrico Pós-Enchente Mesmo que a bateria não tenha sofrido curto-circuito durante a enchente, danos aos cabos de alta voltagem ou a outros componentes elétricos podem criar um risco de choque elétrico para qualquer pessoa que toque o veículo após a água baixar. Por isso, é crucial que apenas profissionais treinados lidem com um carro elétrico que esteve submerso. ### Perda Total Devido à complexidade e ao alto custo de substituição ou reparo dos sistemas de bateria e eletrônica de alta voltagem, muitas seguradoras classificam carros elétricos afetados por enchentes como perda total. Os danos podem ser tão extensos e difíceis de diagnosticar e reparar que o custo excede o valor do veículo. ## O Que o Motorista Brasileiro Deve Fazer em Caso de Enchente Para motoristas de carros elétricos no Brasil, a prevenção é a melhor estratégia. Evitar áreas alagadas é fundamental, assim como faria com qualquer outro veículo. ### Ações Imediatas * **Não Tente Ligar:** Jamais tente dar partida, recarregar ou religar um carro elétrico que esteve em contato com a água da enchente, mesmo que pareça seco. Isso pode causar danos adicionais ou expor a riscos de choque elétrico. * **Desligue (se possível e seguro):** Se o veículo ainda estiver ligado e você puder fazer isso com segurança, desligue-o. * **Contate um Profissional:** Chame um serviço de reboque especializado e informe que se trata de um veículo elétrico que foi submerso. É crucial que o transporte e a avaliação inicial sejam feitos por pessoas com treinamento específico em veículos de alta voltagem. * **Acione a Seguradora:** Informe imediatamente sua seguradora sobre o incidente, fornecendo todos os detalhes possíveis. Eles orientarão sobre os próximos passos e a avaliação do dano. * **Mantenha Distância:** Mantenha pessoas afastadas do veículo e, se possível, sinalize o local, pois há um risco potencial de choque elétrico mesmo após a água baixar. Em suma, embora as baterias dos carros elétricos sejam resistentes à água, a enchente é um evento catastrófico para qualquer veículo, e os carros elétricos possuem desafios adicionais que exigem atenção especializada e medidas preventivas rigorosas.

Carro elétricoenchentebateria

Fonte: Quatro Rodas

Toyota GR Yaris: Melhor Hatch Premium Custo-Benefício 2026
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Toyota GR Yaris: Melhor Hatch Premium Custo-Benefício 2026

## Toyota GR Yaris: O Destaque em Custo-Benefício Premium 2026 O cenário automotivo brasileiro de 2026, conforme revelado pelo "Superguia Qual Comprar" da Autoesporte, aponta o Toyota GR Yaris como o hatch premium de melhor custo-benefício. Pela primeira vez em quase uma década, mais de 200 modelos foram minuciosamente avaliados, e o esportivo da Toyota se sobressaiu. Disponível a partir de R$ 354.990, o GR Yaris oferece a raríssima opção de câmbio manual de seis marchas, ideal para os entusiastas que desejam explorar plenamente seus 304 cv e 40,2 kgfm de torque do motor 1.6 turbo de três cilindros, complementado por um sofisticado sistema de tração integral derivado do WRC. Uma caixa automática está disponível pelo mesmo preço. Além do desempenho notável — 0 a 100 km/h em 5,1 segundos — e equipamentos como rodas forjadas de 18 polegadas e painel digital de 12,3", o GR Yaris justifica seu título com custos pós-venda surpreendentemente baixos. Ele possui as revisões e a cesta de peças mais acessíveis da categoria, superando até mesmo modelos mais baratos. A garantia de dez anos, compartilhada apenas com o GR Corolla, é um diferencial significativo que solidifica sua posição de liderança. ## Panorama dos Concorrentes e Seus Desafios no Segmento A avaliação do Superguia não apenas coroou o GR Yaris, mas também detalhou os pontos fortes e fracos de seus rivais, considerando preço, custos pós-venda, desvalorização, equipamentos e adequação ao mercado. ### Hatches Alemães: Status e Custos Elevados Modelos como Audi A3 Sportback, BMW Série 1 e Volkswagen Golf GTI, apesar de seu status e desempenho (o Série 1 atinge 0-100 km/h em 4,9 segundos), frequentemente apresentam custos de manutenção e peças elevados. O Audi A3, por exemplo, registra revisões de R$ 14.722 e cesta de peças de R$ 52.963, enquanto o Golf GTI tem revisões ainda mais caras, em R$ 15.504. A garantia curta (2 ou 3 anos) é outro fator a ser considerado. ### Esportivos Asiáticos: GR Corolla e Civic Type R O Toyota GR Corolla, "irmão" do Yaris, compartilha o mesmo powertrain de 304 cv e tração integral, com 0-100 km/h em 4,9 segundos, e mantém os custos de revisão e peças acessíveis da marca, além da garantia de dez anos. O Honda Civic Type R, por sua vez, impressiona com seus 297 cv e câmbio manual. Embora suas revisões estejam na média da Toyota, sua cesta de peças é consideravelmente mais cara que a dos modelos GR. ### Mini Cooper: Estilo com Seguro Salgado A nova geração do Mini Cooper, tanto na versão 3p quanto 5p, mantém o charme retrô e a pegada esportiva. Apesar de ser um dos mais acessíveis entre os premium e apresentar custos de manutenção e peças mais baixos que os alemães, sofre com valores de seguro elevados, especialmente na versão de cinco portas. A garantia de apenas 2 anos é outra desvantagem. ## A Escolha Inteligente no Segmento Premium 2026 Para o motorista brasileiro em 2026, a escolha de um hatch premium vai além do preço de etiqueta. O Toyota GR Yaris prova que é possível aliar alta performance, pedigree esportivo e custos de propriedade controlados, estabelecendo um novo padrão de custo-benefício. A análise aprofundada do Superguia Qual Comprar reforça a importância de considerar o pacote completo – desde a emoção ao volante até a tranquilidade no bolso – ao investir em um esportivo premium.

Toyota GR YarisHatch PremiumCusto-benefício

Fonte: Auto Esporte