Voltar para Notícias
Tecnologia

Stellantis: Híbrido Flex Pleno Nacional Chegando ao Brasil

22 de maio de 2026
4 min de leitura
Stellantis: Híbrido Flex Pleno Nacional Chegando ao Brasil

Stellantis Acelera com Híbrido Flex Pleno Nacional

A Stellantis acaba de reiterar seus ambiciosos planos para o mercado brasileiro, confirmando a produção local de um inédito motor híbrido do tipo pleno (HEV) flex até 2030. Este anúncio faz parte do estratégico projeto Bio-Hybrid, lançado em 2023, e sinaliza um passo significativo na eletrificação de sua gama de veículos. A tecnologia HEV plena, similar à já adotada pela Toyota no Brasil desde 2019, difere dos híbridos leves (MHEV) por utilizar uma bateria de alta tensão e um motor elétrico mais potente, capaz de tracionar o veículo em modo totalmente elétrico por períodos mais longos e em velocidades mais elevadas, sem a necessidade de recarga externa por tomada.

O grande diferencial para o consumidor brasileiro será a capacidade flex do motor a combustão, permitindo o uso de etanol e/ou gasolina. Embora detalhes específicos sobre qual motor a combustão será a base ainda não tenham sido divulgados, a expectativa é que a arquitetura elétrica seja combinada ao conhecido e robusto motor 1.3 GSE turbo flex, atualmente produzido no país. Para otimizar a eficiência, é provável que este propulsor de quatro cilindros e injeção direta seja adaptado para operar no ciclo Miller.

Mudança de Rota Estratégica na Eletrificação

Este novo anúncio da Stellantis revela uma virada estratégica importante em sua abordagem à eletrificação. Em 2023, o grupo havia prometido desenvolver três tipos de conjuntos híbridos flex: dois híbridos leves (MHEV) — um de 12 Volts, já presente em modelos como Pulse e Fastback, e outro de 48 Volts, que equipa Renegade e Commander de forma diferente da prometida inicialmente — e um híbrido plug-in (PHEV). No entanto, a recente comunicação focou exclusivamente nos híbridos leves e na inédita motorização híbrida plena, omitindo qualquer menção a um novo sistema PHEV nacional.

Essa ausência de um novo PHEV local sugere que a Stellantis pode estar realinhando seus esforços para sistemas híbridos que demandam menos infraestrutura de recarga por parte do consumidor, como é o caso dos HEV. A prioridade parece ser oferecer soluções eletrificadas que se integrem mais facilmente ao cotidiano do motorista brasileiro, mantendo a versatilidade do combustível flex.

Modelos Nacionais e o Futuro para o Motorista Brasileiro

Cherokee HEV como Vitrine Tecnológica

Para preparar o terreno e familiarizar o público com a nova tecnologia, a Stellantis pode trazer o Jeep Cherokee HEV para o Brasil. Atualmente comercializado nos EUA, este SUV utiliza um motor 1.6 turbo de quatro cilindros com injeção direta, complementado por dois motores elétricos, entregando uma potência combinada de 213 cv. O primeiro motor elétrico atua como gerador e motor de arranque, enquanto o segundo traciona as rodas, permitindo ao veículo operar em modo elétrico a até 100 km/h. A vinda do Cherokee HEV seria crucial para avaliar a aceitação do mercado e coletar dados "da vida real" para o desenvolvimento dos futuros híbridos flex nacionais.

Onde Veremos a Nova Tecnologia Primeiro?

Embora a Stellantis não tenha confirmado quais modelos nacionais receberão primeiramente o sistema híbrido pleno flex, a lógica de mercado sugere que a inovação será inicialmente aplicada em veículos de maior valor agregado. É altamente provável que as próximas gerações de SUVs como o Jeep Commander e Compass, a picape Fiat Toro e a Ram Rampage, e, potencialmente, o Jeep Renegade, sejam os primeiros a se beneficiarem dessa motorização avançada. Essa estratégia visa consolidar a tecnologia em segmentos premium antes de expandi-la para um público mais amplo, oferecendo melhor consumo, menor emissão e maior desempenho aos motoristas.


A Stellantis fez uma série de anúncios nesta quinta-feira (21). Além de confirmar novas gerações de carros compactos da Fiat, novas picapes Ram e Fiat e novos SUVs da Jeep, o grupo também reafirmou a produção de um conjunto híbrido do tipo pleno (HEV) no Brasil até 2030, como parte do projeto Bio-Hybrid apresentado em 2023.
A tecnologia é similar àquela já produzida pela Toyota por aqui desde 2019, e que também já foi confirmada por marcas como Honda, Volkswagen e Omoda Jaecoo. No entanto, não há maiores detalhes sobre qual será o motor a combustão base para o sistema, nem quantas máquinas elétricas vão auxiliar o conjunto.
Planos da Stellantis para o Brasil até 2030 incluem uma inédita motorização híbrida plena (HEV) flex
Reprodução/Stellantis
Sabemos que será um sistema do tipo pleno, ou seja, com bateria de alta tensão (portanto, acima das arquiteturas de 12 e 48 Volts dos atuais híbridos leves do grupo), porém sem a possibilidade de recarga externa e com um motor elétrico mais robusto, capaz de tracionar o veículo em modo apenas elétrico. Já o motor a combustão será flex.
Teste: Jeep Renegade híbrido tenta reverter má fama em consumo; consegue?
Fiat T200 Hybrid: como funciona o motor híbrido flex de Pulse e Fastback
E o PHEV?
O que parece estar claro é a mudança da direção da eletrificação da Stellantis na região. Em 2023, quando apresentou o projeto Bio-Hybrid, a fabricante prometeu três tipos de conjuntos híbridos flex. Dois seriam híbridos do tipo leve (MHEV), um de 12 Volts (que hoje equipa Pulse e Fastback) e outro de 48 Volts, que já está nos Jeep Renegade e Commander, embora muito diferente do que foi apresentado três anos atrás (sem a possibilidade de usar o veículo em modo elétrico).
Motor 1.3 turbo T270 pode servir de base para novo sistema híbrido da Stellantis
André Paixão/Autoesporte
O outro seria um conjunto híbrido plug-in (PHEV). Na apresentação desta quinta-feira, não houve qualquer menção a um novo sistema PHEV nacional. Em vez disso, a Stellantis anunciou apenas a adoção de arquiteturas híbridas leve e uma inédita motorização híbrida plena, o que sinaliza uma virada drástica de estratégia.
Atualmente, a Stellantis oferece um sistema híbrido pleno no Cherokee vendido nos Estados Unidos e estudado para o Brasil. O SUV usa como base o conhecido motor 1.6 turbo de quatro cilindros com injeção direta da família THP, mas preparado para receber dois motores elétricos.
Jeep Cherokee pode chegar ao Brasil antes como forma de avaliar o mercado
Renato Durães/Autoesporte
Destes, o primeiro atua como gerador e motor de arranque. O segundo efetivamente ajuda a tracionar as rodas e pode levar o modelo em modo elétrico a até 100 km/h graças à bateria de 1,03 kWh. Combinados, entregam 213 cv de potência. O câmbio é do tipo eCVT.
Para o Brasil, é bastante provável que a Stellantis desenvolva um novo sistema, combinando a arquitetura elétrica desse novo Cherokee ao motor 1.3 GSE turbo flex já produzido localmente. Para isso, muito provavelmente esse propulsor, de quatro cilindros e injeção direta, deve ser convertido para ciclo Miller.
Initial plugin text
Por isso mesmo, faz todo sentido vender o Cherokee HEV no Brasil, como forma de apresentar a tecnologia ao público brasileiro e usá-lo como clínica " da vida real" para desenvolver os futuros híbridos flex nacionais do tipo pleno.
Ainda não há nenhuma confirmação sobre quais modelos nacionais da Stellantis usarão o sistema híbrido pleno. Considerando o mercado brasileiro, no entanto, não é difícil imaginar que a tecnologia seja adotada primeiro em carros de maior valor agregado. Seria o caso de novas gerações de Jeep Commander e Compass, Fiat Toro e Ram Rampage, e, talvez, Renegade.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital.
Mais Lidas

StellantisHíbrido FlexHEVBio-HybridEletrificaçãoJeepFiatMotorizaçãoVisão Veicularvisaoveicular

Fonte: Auto Esporte

Ler artigo original

Leia também

Jaecoo 7: Potência "reduzida" por regra no Brasil |...Regulamentacao
6 jul 20261 min

Jaecoo 7: Potência "reduzida" por regra no Brasil |...

Jaecoo 7 e a Polêmica da Potência: Entenda a "Redução" no Brasil O aguardado SUV híbrido plug-in Jaecoo 7, com previsão de lançamento para 2027 no Brasil, se encontra no centro de uma discussão técnica que impacta diretamente suas especificações declaradas. Apesar de manter o mesmo conjunto mecânico visto em outros mercados, o modelo terá seus números de potência e torque "reduzidos" no país, uma consequência direta da metodologia de cálculo adotada pela legislação brasileira. Esta alteração, que não reflete uma mudança física no motor, levanta questões importantes sobre como a potência é percebida e comunicada ao consumidor. O Que Mudou nos Números? Na configuração global, o Jaecoo 7 apresenta impressionantes 339 cavalos de potência e 52 kgfm de torque. No entanto, para o mercado brasileiro, esses valores serão recalculados e declarados como 279 cv e 37 kgfm. A diferença é significativa: uma "perda" de 60 cv e 15 kgfm. É crucial ressaltar que essa discrepância não se deve a qualquer modificação mecânica no motor, na bateria ou no sistema híbrido do veículo. O carro que chegará às ruas brasileiras é o mesmo em sua essência, mas a forma como seus atributos são medidos e homologados localmente gera essa variação numérica. Para o motorista, isso significa que a experiência de condução e o desempenho real não serão comprometidos por essa alteração burocrática. Entendendo a Regra Brasileira: Diferenças e Impactos A razão por trás dessa "redução" está na metodologia de cálculo utilizada no Brasil para homologar a potência de veículos, especialmente os híbridos. Enquanto alguns países podem considerar a potência combinada de todos os motores operando simultaneamente em pico, a legislação brasileira pode ter especificidades que limitam a soma ou exigem medições sob condições diferentes, ou ainda considerar a potência de forma contínua em vez de pico. Isso pode envolver fatores como a potência contínua que o sistema elétrico pode sustentar, ou a forma como a potência do motor a combustão e do motor elétrico são combinadas sob as normas locais. Impacto na Performance Real para o Motorista Para o consumidor final, a principal pergunta é: sentirei a diferença ao dirigir? A resposta, nesse caso, é não. Uma vez que a mudança é apenas na forma de cálculo e não no hardware do veículo, o desempenho que o motorista experimentará nas ruas será o mesmo da versão de 339 cv vista em outros mercados. A capacidade de aceleração, a resposta em ultrapassagens e a performance geral do SUV permanecem inalteradas. A questão, portanto, reside mais na percepção do valor e na comparação com concorrentes que podem ser homologados sob outras metodologias ou em outros países. É fundamental que os fabricantes comuniquem essa nuance de forma transparente para evitar mal-entendidos e garantir que os consumidores compreendam o produto que estão adquirindo. Consequências para o Mercado Automotivo e Futuros Lançamentos A situação do Jaecoo 7 serve como um importante alerta e um estudo de caso para outras montadoras que planejam trazer veículos híbridos plug-in ou elétricos ao Brasil. A clareza nas regras de homologação e a padronização, quando possível, são essenciais para evitar confusões e garantir a competitividade do mercado. A necessidade de adaptar as informações de potência e torque às regras locais pode exigir um esforço adicional de comunicação por parte das marcas. O Futuro da Homologação de Híbridos no Brasil Este episódio pode impulsionar discussões sobre a harmonização das normas de medição de potência para veículos eletrificados em nível global, ou pelo menos regional. À medida que a tecnologia avança e mais modelos híbridos e elétricos chegam ao mercado, a transparência e a simplicidade na apresentação das especificações tornam-se ainda mais críticas. O Visão Veicular continuará acompanhando de perto essa discussão, informando os motoristas sobre as implicações e o que esperar dos próximos lançamentos. A confiança do consumidor na informação divulgada é um pilar para o crescimento saudável do segmento automotivo.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

Onix Eco: Como Chevrolet Fez Carro a Etanol Rápido e BaratoTecnologia
6 jul 20267 min

Onix Eco: Como Chevrolet Fez Carro a Etanol Rápido e Barato

Onix Eco: A Estratégia Inovadora da Chevrolet O Chevrolet Onix Eco, versão exclusiva a etanol, chegou ao mercado por R$ 103.190 (e até menos em concessionárias), tornando-se um dos carros automáticos mais acessíveis. Sua chegada foi impulsionada pelo Programa Carro Sustentável e marcou uma abordagem estratégica notável da General Motors. Em vez de desenvolver um novo motor dedicado, a GM reaproveitou o conhecido 1.0 turbo flex de três cilindros da família CSS Prime, concentrando o investimento na calibração da central eletrônica. Essa tática permitiu acelerar o desenvolvimento, reduzir custos e introduzir o modelo no mercado em tempo recorde. O propulsor mantém as especificações do motor flex abastecido com etanol: 121 cv e 18,9 kgfm de torque, com o mesmo câmbio automático de seis marchas e taxa de compressão de 10,5:1. O Que Muda (e o Que Não Muda) na Prática Curiosamente, o Onix Eco não apresenta alterações de desempenho ou consumo em comparação com as versões flex operando com etanol, mantendo 10,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada. Essa similaridade ocorre porque a GM optou por uma adaptação mínima, priorizando a agilidade e o custo-benefício. Especialistas como Rogerio Gonçalves da Petrobras apontam que um motor exclusivo a etanol, projetado do zero, poderia explorar melhor a alta octanagem do biocombustível com taxas de compressão elevadas (como nos anos 80 e 90), resultando em maiores ganhos de potência, torque e eficiência. No entanto, a Chevrolet explicou que elevar a taxa de compressão no Onix Eco implicaria custos e tempo de desenvolvimento adicionais sem ganhos práticos relevantes para o consumidor final, optando por um equilíbrio entre performance, custo de produção e conformidade regulatória. Impacto Regulatório e Benefícios para o Consumidor A decisão da Chevrolet não foi apenas sobre custos, mas também para atender aos requisitos do Proconve L8, em vigor desde 2025. Este programa estabelece limites corporativos de emissões, e um modelo exclusivo a etanol contribui significativamente para reduzir a média de emissões da frota da montadora, ajudando a compensar veículos maiores. Além disso, o Onix Eco se beneficia de uma redução de 0,5% no IPI para veículos movidos exclusivamente a etanol, tornando seu preço mais competitivo e alinhado aos incentivos fiscais do Programa Carro Sustentável. O Dilema do Combustível Único Apesar de a mecânica flex já oferecer proteção contra a corrosão do etanol, o Onix Eco possui um mapa eletrônico exclusivo para o biocombustível. Abastecer com gasolina pode levar a dificuldades de partida, funcionamento irregular, perda de desempenho e aumento do consumo, embora o sensor de combustível alerte o motorista. Para o consumidor comum, a exclusividade do etanol pode ser um ponto de reflexão, pois retira a "liberdade de escolha" de combustível em função do preço, uma preferência comum no Brasil. No entanto, para grandes frotistas, a simplificação e os benefícios fiscais podem ser extremamente atraentes. A GM demonstra com o Onix Eco uma maneira inteligente de se adaptar às regulamentações e ao mercado, com um investimento mínimo.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte

Ferrari 12Cilindri: V12 e câmbio manual simuladoLancamentos
5 jul 20261 min

Ferrari 12Cilindri: V12 e câmbio manual simulado

Ferrari 12Cilindri Manuale: A Reinvenção da Experiência Analógica A Ferrari, ícone global de desempenho e luxo, surpreende o mercado automotivo com o lançamento da 12Cilindri Manuale, um modelo que promete resgatar a paixão pela condução manual através de uma abordagem inovadora. Limitada a apenas 1.499 unidades, esta máquina é um testemunho da engenharia de ponta de Maranello, unindo a potência visceral de um motor V12 de 830 cavalos a uma transmissão de dupla embreagem (DCT) que, de forma engenhosa, simula a sensação e o envolvimento de um câmbio manual tradicional. O nome "Manuale" não se refere a um câmbio de três pedais e alavanca H-gate clássicos, mas sim à intenção de replicar suas características mais cativantes por meios eletrônicos, oferecendo o melhor dos dois mundos: a eficiência moderna com o engajamento nostálgico. O Que Esperar do Câmbio "Manuale" Simulado A grande estrela da Ferrari 12Cilindri Manuale é, sem dúvida, sua transmissão. Ao contrário de um DCT convencional, que prioriza a suavidade e a rapidez das trocas, a Ferrari desenvolveu um sistema que incorpora um pedal de embreagem e reproduz os "trancos" característicos das trocas de marcha manuais. Essa simulação eletrônica é projetada para mimetizar a sensação tátil e auditiva que tanto agrada aos puristas da condução. O objetivo é engajar o motorista em um nível mais profundo, onde cada troca de marcha é sentida e exige uma interação deliberada, sem sacrificar a performance otimizada que uma transmissão de dupla embreagem pode oferecer. Para o motorista brasileiro, especialmente os entusiastas de superesportivos, essa inovação representa uma nova fronteira na experiência de pilotagem, um convite para redescobrir o prazer de "domar" um carro potente. Potência V12 e Exclusividade para o Mercado Brasileiro Sob o capô da 12Cilindri Manuale reside o coração pulsante da Ferrari: um motor V12 naturalmente aspirado, capaz de entregar impressionantes 830 cavalos de potência. Este é um motor que canta, que respira, e que entrega torque e rotação de forma linear e emocionante, sem a intervenção de turbocompressores. A combinação de um V12 puro com uma transmissão que busca o engajamento manual é uma ode à herança da Ferrari e uma raridade no cenário automotivo atual, dominado por motores menores e eletrificação. Um Artigo de Colecionador em Terras Brasileiras Com uma produção estritamente limitada a 1.499 unidades globalmente, a Ferrari 12Cilindri Manuale está destinada a ser um item de colecionador. Sua chegada, mesmo que em pouquíssimos exemplares, ao mercado brasileiro reforça o apetite do país por veículos de alto luxo e performance extrema. Para os afortunados que puderem adquirir um, não será apenas um carro, mas uma declaração de apreço pela engenharia automotiva e pela busca incessante da experiência de condução mais pura possível, mesmo que intermediada pela tecnologia. A exclusividade, aliada à proposta única de simulação manual, garante que este modelo se torne um marco na história da Ferrari e no imaginário dos aficionados por carros esportivos.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

5 Picapes Usadas Esportivas para Performance Off-RoadMercado
5 jul 20269 min

5 Picapes Usadas Esportivas para Performance Off-Road

Picapes de Alto Desempenho Usadas: Versatilidade para Todo Terreno O mercado de picapes usadas de alta performance no Brasil evoluiu, oferecendo muito mais do que apenas força para reboque. Hoje, esses veículos combinam a agilidade de esportivos no asfalto com a robustez e tração de um 4x4 em trilhas, sendo ideais até mesmo para o uso diário. Com a popularidade crescente, o portal 'Visão Veicular' destaca cinco modelos que se destacam pela performance, tanto dentro quanto fora da estrada, disponíveis no mercado de seminovos. A seleção abrange desde opções compactas até full-size, contemplando diferentes perfis e orçamentos de motoristas brasileiros que buscam adrenalina e capacidade em qualquer condição. Desvendando os Modelos: De Compactas a Full-Size A lista apresenta uma gama diversificada de picapes, cada uma com características únicas que atendem a necessidades específicas. Os preços, apurados em junho de 2026, servem como referência e podem variar. Ford Maverick 2.0 4x4: A Porta de Entrada Esportiva Compacta e de construção monobloco, a Maverick é ideal para quem busca performance e tração nas quatro rodas sem o porte de uma picape grande. Equipada com motor 2.0 EcoBoost turbo a gasolina, entrega 253 cv e 38,7 kgfm, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos. Seu consumo é equilibrado para o segmento (8,8 km/l cidade, 11,1 km/l estrada), e oferece boa tecnologia interna e segurança. Disponível a partir de R$ 142.900 (modelos 2022/2023). Volkswagen Amarok V6: O Torque Alemão Considerada referência em torque entre as picapes médias a diesel, a Amarok V6 se destaca pelo motor 3.0 turbodiesel de 258 cv e 59,1 kgfm, com Overboost para 272 cv. Com tração integral permanente e câmbio ZF de oito marchas, faz 0-100 km/h em 8 segundos. Sua capacidade de carga superior a 1.100 kg é um diferencial. Unidades 2018/2019 partem de R$ 122.990. Ram 1500: Potência V8 e Conforto Full-Size Para quem não abre mão do luxo e da potência bruta, a Ram 1500 oferece o histórico motor 5.7 V8 Hemi a gasolina de 400 cv e 56,7 kgfm. Mesmo com seu porte imponente, atinge 100 km/h em 7,7 segundos. O foco aqui é o conforto, a tecnologia embarcada de ponta (Uconnect 12”, som Harman Kardon) e a impressionante capacidade de reboque de 4.490 kg. Preços iniciam em R$ 289.880 (modelos 2022), mas atenção ao consumo e manutenção do V8. Ford Ranger Raptor: A Rainha do Off-Road Extremo Projetada para rally-raid, a Ranger Raptor é um verdadeiro carro de competição de fábrica. Seu motor 3.0 V6 biturbo a gasolina de 397 cv e 59,4 kgfm a impulsiona de 0 a 100 km/h em impressionantes 5,8 segundos. O grande diferencial está na engenharia para a terra: amortecedores FOX Live Valve, diferenciais blocantes e o modo de condução Baja para pilotagem agressiva. Um exemplar pode ser encontrado a partir de R$ 439.980. BYD Shark: A Revolução Híbrida e a Mais Rápida A BYD Shark é a picape mais tecnológica e a mais rápida da lista. Sendo a primeira híbrida plug-in vendida no Brasil, combina um motor 1.5 turbo a gasolina com dois elétricos, entregando uma potência combinada de 437 cv e 65 kgfm. Sua aceleração de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos a coloca no topo da performance, aliada a uma autonomia elétrica de 57 km e consumo equivalente de 24,6 km/l. Altamente equipada de série, parte de R$ 279.900. Conclusão: Escolha Sua Aventura A oferta de picapes usadas de alto desempenho no Brasil é vasta e diversificada. Seja para quem busca uma companheira urbana com aptidão off-road, um gigante de torque diesel, a potência de um V8, a robustez de um carro de rali ou a inovação de um híbrido plug-in, há uma opção para cada tipo de motorista e aventura. É fundamental considerar o custo de uso, manutenção e a disponibilidade de peças ao optar por um desses modelos.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte