Voltar para Notícias
Lancamentos

Renault Filante: SUV Híbrido Premium Chega ao Brasil em 2027

13 de janeiro de 2026
4 min de leitura
Renault Filante: SUV Híbrido Premium Chega ao Brasil em 2027

A Renault expande seu portfólio para mercados emergentes com o luxuoso SUV Filante, considerado o maior veículo da marca globalmente, com 4,91 metros de comprimento – um porte similar ao BMW X5. Desenvolvido em parceria com a Geely, o Filante é parte do projeto Aurora 2 no Brasil, que receberá um investimento de R$ 3,8 bilhões para produção em São José dos Pinhais (PR) a partir de 2027. O modelo se destaca pelo sistema híbrido-pleno (HEV) E-Tech 250, que entrega 250 cv e um consumo médio de 15,1 km/l, operando predominantemente no modo elétrico em cidades. Seu interior é marcado por três telas de 12,3 polegadas e um vasto pacote tecnológico, incluindo assistências de condução e inteligência artificial. Com porta-malas de 654 litros e uma plataforma robusta (CMA da Geely), o Filante posiciona-se como uma opção premium e eletrificada para o mercado brasileiro.

Renault Filante: SUV Híbrido Premium Chega ao Brasil em 2027
Atualmente composto pelos modelos Kardian, Duster, Boreal e Koleos, o portfólio de SUVs da Renault para mercados emergentes acaba de ser ampliado com a estreia do luxuoso Filante. Considerado o maior carro da marca à venda em todo o mundo (são mais de 4,90 metros de comprimento), o veículo tem posicionamento premium e foi desenvolvido em parceria com a Geely de olho em países como Coreia do Sul e Brasil, onde é conhecido internamente como projeto Aurora 2.
Por aqui, o Filante será um dos principais frutos do plano de investimento de R$ 3,8 bilhões anunciado conjuntamente por Renault e Geely. A chinesa, vale lembrar, adquiriu 26,4% das ações da marca francesa no Brasil em acordo que envolve o lançamento de quatro novos veículos no país (incluindo o Aurora 2). Os modelos serão produzidos na fábrica de São José dos Pinhais (PR) a partir da nacionalização de duas plataformas – ambas focadas em eletrificação.
Renault Filante impressiona pelos quase 5 metros de comprimento
Divulgação
A expectativa é que as operações sejam iniciadas até o final de 2027. Além do Brasil, o Filante será produzido na Coreia do Sul para abastecer tanto o mercado local quanto destinos de exportação, especialmente África e Oriente Médio.
+ Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte
Como é o Renault Filante?
Considerado de grande porte, o Filante é atualmente o maior carro vendido pela Renault em todo o mundo. Mede 4,91 metros de comprimento, 1,89 m de largura, 1,63 m de altura e possui uma distância entre-eixos de generosos 2,82 metros. Na prática, é mais comprido do que qualquer outro veículo da gama atual, como Austral, Espace, Rafale, Koleos, Boreal e outros.
Renault Filante tem traseira arrojada e pintura constrastante
Divulgação
Em termos de porte, o modelo se assemelha aos SUVs de marcas de luxo como BMW X5 (4,93 m), Volvo XC90 (4,95 m) e Mercedes-Benz GLE (4,92 m). Por isso, o porta-malas oferece capacidade para armazenar 654 litros e até 2.050 litros com os bancos traseiros rebatidos. Apesar do grande porte, o Filante leva apenas cinco passageiros. A plataforma é a conhecida matriz CMA da Geely, também usada pelos modelos Volvo XC40, Geely Monjaro e Lynk & Co 01.
Na dianteira, Renault Filante tem grade sem moldura e logotipo luminoso
Divulgação
No visual, o modelo tem identidade própria e não aproveita qualquer elemento de outro carro da Geely. Ou seja, um caminho diferente do adotado pelo Koleos, que tem detalhes compartilhados com o Monjaro. No caso do Filante, há linha de cintura baixa, para-choques esportivos, grade frontal sem moldura e logotipo luminoso.
Porta-malas de 654 litros é um dos destaques do Filante
Divulgação
Renault Filante é híbrido com consumo de 15 km/l
Mecanicamente, o Filante adota um sistema híbrido-pleno (HEV), ou seja, sem necessidade de recarga externa. Batizado de E-Tech 250, o conjunto é formado por um motor 1.5 a gasolina associado a dois propulsores elétricos, entregando, no total, 250 cv de potência e 57,6 kgfm de torque. O câmbio é automatizado DHT Pro de três marchas.
Painel combina três telas de 12,3 polegadas cada
Divulgação
Há ainda uma pequena bateria de 1,64 kWh a bordo, que é recarregada pelo próprio carro, como nos híbridos da Toyota. Segundo a Renault, o conjunto é capaz de operar no modo elétrico por até 75% do tempo em vias urbanas. O consumo médio divulgado é de 15,1 km/l.
Na cabine, o destaque fica por conta do chamativo painel com três telas de 12,3 polegadas, unidas no que a Renault chama de "OpenR Panorama Screen”. Há ainda um head-up display de realidade aumentada de 25,6 polegadas e sistema de entretenimento baseado no Android do Google.
Espaço interno generoso é garantido pelos 2,82 metros de entre-eixos
Divulgação
A lista de equipamentos inclui assistente de voz com inteligência artificial, cancelamento ativo de ruído, amplo pacote de recursos de assistência à condução, sistema de som Arkamys ou Bose, teto solar panorâmico e ar-condicionado de três zonas. Na Coreia do Sul, as vendas do Filante serão iniciadas em março. No Brasil, o modelo é aguardado para 2027.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital.
Mais Lidas

Renault FilanteSUV híbridoGeelyProjeto Aurora 2lançamento Brasilcarro premiumprodução nacionalSUV grandetecnologia automotivaconsumo automotivo

Fonte: Auto Esporte

Ler artigo original

Leia também

Balanceamento de Pneus: Máquina ou Eixo? Qual é Melhor?Dicas
3 ago 20261 min

Balanceamento de Pneus: Máquina ou Eixo? Qual é Melhor?

A Essência do Balanceamento de Pneus: Por Que é Crucial? O balanceamento de pneus é um serviço fundamental para a segurança, conforto e longevidade do seu veículo. Em termos simples, ele garante que a massa da roda, composta pelo pneu e pelo aro, esteja distribuída de maneira uniforme ao redor de seu eixo de rotação. Quando há um desequilíbrio, por menor que seja, ele pode gerar vibrações perceptíveis no volante, no assoalho ou nos bancos do carro, especialmente em velocidades mais elevadas. Além do desconforto, um pneu desbalanceado acelera o desgaste irregular da banda de rodagem, diminui a vida útil dos componentes da suspensão, como amortecedores e terminais de direção, e compromete a dirigibilidade do veículo. Para o motorista brasileiro, isso se traduz em maior gasto com manutenção e riscos aumentados na estrada. Recomenda-se realizar o balanceamento sempre que pneus novos são instalados, após um conserto de pneu, no rodízio, ou a cada 10.000 quilômetros, ou, claro, ao notar qualquer vibração anormal. Métodos de Balanceamento: Máquina de Bancada vs. No Eixo Ambos os métodos visam atingir o mesmo objetivo de equilibrar a massa da roda, mas diferem na abordagem e nos componentes que consideram. A escolha da técnica pode impactar a precisão e a eficácia, dependendo da situação. Balanceamento na Máquina de Bancada Este é o método mais comum e amplamente utilizado nas oficinas mecânicas do Brasil. A roda e o pneu são removidos do veículo e montados em um equipamento específico. A máquina detecta os pontos de desequilíbrio e indica onde e quantos pesos (chumbos) devem ser aplicados na parte interna ou externa do aro para neutralizar as vibrações. É um processo rápido, eficiente e muito preciso para equilibrar o conjunto pneu/roda isoladamente. Balanceamento no Eixo (ou "No Local") Menos frequente, mas ainda presente em algumas oficinas, o balanceamento no eixo é realizado com a roda montada no próprio veículo. Uma máquina é acoplada ao cubo da roda e a gira em alta velocidade. A grande vantagem é que este método considera não apenas o pneu e a roda, mas também outros componentes que giram junto, como o cubo, o disco ou o tambor de freio e até pequenas folgas no eixo. Em teoria, isso pode resultar em um balanceamento mais "fiel" ao conjunto completo do veículo. A Escolha Certa para o Motorista Brasileiro Apesar das diferenças técnicas, o artigo original destaca que ambos os processos distribuem o peso da roda de forma eficiente. Na prática do dia a dia das oficinas mecânicas brasileiras, a praticidade e a eficácia do equipamento de bancada fazem com que ele domine o serviço. O balanceamento na máquina de bancada é o padrão da indústria e atende à vasta maioria dos veículos e situações com excelência, oferecendo um excelente custo-benefício e resultados confiáveis. O balanceamento no eixo, embora possa corrigir desequilíbrios provenientes de outros componentes além da roda, é geralmente considerado para casos específicos, como quando um veículo continua a apresentar vibrações sutis mesmo após um balanceamento de bancada bem-feito, sugerindo um problema no conjunto do eixo. Para a grande maioria dos motoristas, o balanceamento convencional na máquina de bancada, realizado por profissionais qualificados e com equipamentos calibrados, é a solução mais prática, acessível e eficaz para garantir uma viagem suave e segura, prolongando a vida útil dos pneus e componentes da suspensão. Sempre procure oficinas de confiança que invistam na manutenção de seus equipamentos.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

Motoristas de App Migram para Entregas: O Novo Cenário...Mercado
3 ago 202611 min

Motoristas de App Migram para Entregas: O Novo Cenário...

Tendência de Migração: Motoristas de Aplicativo para Entregadores O dinâmico setor da mobilidade no Brasil observa uma transformação significativa: um número crescente de motoristas de aplicativo está migrando para a atividade de entregadores em plataformas digitais. Esse movimento é impulsionado pelo crescimento exponencial do mercado de entregas, com empresas como Shopee e Amazon expandindo rapidamente seus centros de distribuição e a Lalamove registrando aumento expressivo no volume de entregas e frota. A mudança reflete uma busca por novas oportunidades de renda e condições de trabalho percebidas como mais favoráveis por alguns profissionais, enquanto outros encontram novos desafios. Vantagens e Desafios da Nova Modalidade A transição de transporte de passageiros para entregas apresenta um cenário misto de experiências para os profissionais. Benefícios Reportados pelos Motoristas Motoristas como Tainá Casali, de Canoas (RS), relatam ganhos significativos em qualidade de vida e finanças. Ela aponta menor tempo de trabalho (4 horas para a mesma renda que antes exigia 12 horas), menor rodagem (30-40 km vs. 150-200 km), resultando em menos gastos com combustível (R$100 a cada 3 dias) e manutenção do veículo. A modalidade de entregas também oferece percepção de maior segurança e menos desgaste emocional com passageiros. Isaac Toledo Dull e Luciano Acioli, entregadores da Lalamove, corroboram a melhora, citando mais liberdade, menos dor de cabeça com clientes e aumento significativo da renda e flexibilidade para definir horários, impactando positivamente a vida familiar. Dificuldades Enfrentadas e Críticas Entretanto, nem todos compartilham das mesmas percepções. Um motorista de Florianópolis, que preferiu não se identificar, expôs problemas graves. Ele não vê vantagens na migração, citando a impossibilidade de recusar rotas em áreas de risco, uma vez que as rotas são pré-definidas. Critica a "regra de produtividade" que exige a visita a cerca de 90% dos endereços para recebimento integral do dia, mesmo com atrasos na chegada das encomendas à base ou necessidade de retornar a endereços não entregues. Problemas de pagamento, com atrasos frequentes e descontos não reconhecidos, também são citados. A incerteza da escala de trabalho, com motoristas trabalhando apenas 2-3 vezes por semana, e a exposição a condições climáticas adversas (chuva, frio) são pontos negativos que impactam a renda e a saúde. O entrevistado conclui que a rentabilidade e a qualidade de trabalho de ambas as modalidades diminuíram, sugerindo que trabalhar para terceiros com frota agregada pode ser mais vantajoso do que atuar com veículo próprio. O Cenário do Mercado e a Visão das Empresas Empresas do setor veem essa migração como uma tendência natural. A Lalamove destaca que o transporte de cargas é uma alternativa para ampliar oportunidades de renda, com 65% dos motoristas parceiros apontando a possibilidade de definir a própria rotina como principal razão. A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) concorda, enfatizando a importância de um ecossistema aberto e versátil que propicie mais oportunidades e melhores ganhos, ao mesmo tempo em que defende uma regulamentação nacional moderna que garanta proteção social sem engessar a inovação.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte

VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...Mercado
2 ago 20261 min

VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...

O Legado Ousado do VW 1600 TL O Volkswagen 1600 TL, especialmente em sua versão de 4 portas, representou uma das mais audaciosas apostas da marca alemã no mercado brasileiro durante a primeira fase de sua atuação no país. Lançado no final dos anos 60, em um período de efervescência para a indústria automotiva nacional, o TL (Touring Luxury) surgiu com a ambiciosa proposta de ser o carro definitivo para a família brasileira, combinando atributos estéticos inovadores com uma praticidade sem precedentes para os padrões da época. Seu design fastback, uma ruptura com as linhas mais conservadoras dos modelos Volkswagen então vigentes, buscava seduzir um público que procurava mais do que a robustez e a economia do Fusca, almejando um veículo com maior requinte e espaço. Design e Proposta Inovadora A estética do 1600 TL era, de fato, o seu grande diferencial. Com uma traseira "corta-vento" que lhe conferia um visual moderno e aerodinâmico, o modelo rompia com a monotonia do segmento. A versão 4 portas, em particular, sublinhava sua vocação familiar, oferecendo acessibilidade e conforto para todos os passageiros. Internamente, o carro prometia um nível de acabamento superior e um aproveitamento de espaço inteligente, com soluções que visavam otimizar a experiência a bordo. Sua plataforma, compartilhada com o Variant e o Karmann Ghia TC, evidenciava a estratégia da VW de diversificar sua linha de produtos com base em componentes já existentes, mas com roupagens completamente novas. Versatilidade para a Família Brasileira Para os motoristas brasileiros da época, o 1600 TL oferecia uma combinação tentadora de características. O amplo porta-malas, somado ao espaço interno generoso para quatro ou cinco ocupantes, o tornava ideal para viagens longas ou para o dia a dia da família. A dirigibilidade era outro ponto forte, com uma suspensão robusta e um motor boxer refrigerado a ar de 1.6 litro, que entregava desempenho adequado para as estradas e cidades do Brasil. Essa proposta de veículo versátil e espaçoso visava atender diretamente às necessidades do consumidor que crescia em poder aquisitivo e buscava um carro que pudesse servir a múltiplos propósitos, desde o lazer até o uso profissional. Desafios e Percepção no Mercado Apesar de todas as inovações, o VW 1600 TL enfrentou desafios significativos em sua jornada para conquistar o coração do motorista brasileiro. A recepção inicial do design foi polarizada; enquanto alguns o consideravam vanguardista, outros o viam como controverso, inclusive sendo apelidado de "Zé do Caixão" devido à sua traseira alongada e formato peculiar. A Volkswagen do Brasil, acostumada ao sucesso estrondoso do Fusca, precisou trabalhar arduamente para posicionar o TL em um segmento mais sofisticado, onde a concorrência de outros fabricantes também era acirrada. Motorização e Desempenho O motor 1.6 boxer, embora confiável e de manutenção relativamente simples, não era percebido como um diferencial de alta performance, especialmente quando comparado a alguns concorrentes. No entanto, sua durabilidade e a vasta rede de assistência técnica da Volkswagen eram pontos positivos inegáveis para o consumidor brasileiro, que valorizava a tranquilidade e a longevidade do investimento. O consumo de combustível, embora não fosse o mais baixo do mercado, era aceitável para um carro de seu porte e potência, tornando-o uma opção equilibrada para o uso cotidiano. O Impacto Duradouro na Cultura Automotiva Embora não tenha se tornado o "carro definitivo da família" na magnitude do Fusca, o VW 1600 TL deixou uma marca indelével na história automotiva brasileira. Ele representou um esforço genuíno da Volkswagen em expandir seus horizontes e oferecer uma alternativa mais sofisticada e estilosa. Hoje, o 1600 TL é um clássico cult, valorizado por colecionadores e entusiastas que reconhecem sua originalidade e a ousadia de seu projeto. Sua existência é um testemunho da capacidade da indústria brasileira de produzir veículos com personalidade e de uma época em que o design e a funcionalidade se encontravam em busca do ideal de mobilidade familiar.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

Carros Elétricos: Brasil Acelera Enquanto Mundo Recua?Mercado
2 ago 20265 min

Carros Elétricos: Brasil Acelera Enquanto Mundo Recua?

O Cenário Global e a Realidade Brasileira da Eletrificação As vendas de veículos eletrificados (elétricos e híbridos) apresentam um contraste marcante entre o cenário global e o brasileiro em 2026. Enquanto o mundo registra uma desaceleração, o Brasil experimenta um crescimento exponencial, levantando questões sobre a singularidade do nosso mercado. A nível global, houve uma queda de 11% nas vendas no primeiro semestre, impulsionada pelo fim ou redução de políticas públicas de incentivo, que sustentaram o crescimento por quase uma década. Além disso, conflitos comerciais, como as taxas de importação elevadas dos EUA sobre veículos chineses e os ajustes tarifários na União Europeia, contribuíram para a alteração na geografia das vendas. A própria China, que já foi motor do crescimento, anulou isenções tributárias e proibiu a guerra de preços interna, resultando em aumento de custos e, consequentemente, queda nas vendas. Este cenário indica o fim de uma era de incentivos e o início de um período onde a competitividade do produto é primordial. O Boom no Brasil e Seus Motivos Em contrapartida, o mercado brasileiro de eletrificados floresceu, registrando um crescimento impressionante de 147,5% no primeiro semestre de 2026, com carros elétricos e híbridos somando mais de 215 mil unidades vendidas. O Brasil se beneficia por estar alguns anos atrasado em relação a mercados mais maduros, aprendendo com os acertos e erros alheios. Curiosamente, nosso país nunca teve um programa nacional de incentivo comparável aos grandes mercados, mas mesmo assim, os eletrificados representam cerca de 18% do mercado de leves e quase 60% do crescimento absoluto do setor. Fatores-Chave do Crescimento Nacional O sucesso dos veículos eletrificados no Brasil pode ser atribuído a uma combinação de fatores atrativos para o consumidor. Competitividade e Escolha do Consumidor Motoristas brasileiros estão adotando a eletrificação por encontrarem uma vasta diversidade de produtos com alta competitividade, tecnologia embarcada avançada, garantias estendidas, a promessa de um custo operacional mais baixo e, notavelmente, uma agressiva guerra de preços entre as montadoras. A desaceleração do mercado chinês também desempenha um papel, incentivando a exportação de veículos para mercados em crescimento como o Brasil, aumentando a oferta e a concorrência. A Importância da Diversidade Energética O Brasil está construindo sua própria transição energética, com uma abordagem "eclética e regionalizada". Em vez de focar exclusivamente em elétricos puros, o país valoriza uma gama de tecnologias que se alinham melhor com sua realidade e matriz energética. Isso inclui etanol, combustíveis flex, híbridos leves, híbridos flex, híbridos plug-in, elétricos puros, biocombustíveis e biogases. A capacidade tecnológica nacional, as inovações próprias e uma indústria com boa escala permitem ao Brasil se destacar na América do Sul, com um mercado em crescimento e potencial para escalar essas tecnologias regionalmente. Perspectivas para o Motorista Brasileiro A desaceleração global não sinaliza um fracasso dos eletrificados, mas sim a necessidade de uma base sustentável sem incentivos maciços. O Brasil emerge como um exemplo notável, crescendo impulsionado pela competição, tecnologia de ponta a custos acessíveis, a riqueza de seus biocombustíveis e biogases, e, acima de tudo, pela liberdade de escolha do consumidor. Para o motorista brasileiro, isso significa um futuro com mais opções de veículos eficientes e tecnológicos, adaptados às particularidades do país, embora a ausência de uma política de longo prazo estruturada ainda seja um desafio a ser superado para defender os interesses nacionais.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte