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Mercado

GWM Ora 03 Skin: Fim de Linha com Preço Sem Desconto?

24 de março de 2026
3 min de leitura
GWM Ora 03 Skin: Fim de Linha com Preço Sem Desconto?

O Cenário do GWM Ora 03 no Mercado Brasileiro

O GWM Ora 03, com seu design carismático e boa lista de equipamentos, tem enfrentado um desafio considerável para se destacar no segmento de hatches elétricos no Brasil, especialmente contra o BYD Dolphin. Apesar da concorrência acirrada e da proximidade de sair de linha em sua versão de entrada, o Ora 03 Skin BEV48 – avaliado em R$ 154 mil – tem se mostrado resistente a descontos substanciais nas concessionárias.

A estratégia da GWM aponta para a concentração de esforços na versão BEV58, que já representa cerca de 80% das vendas e será a única mantida no catálogo. A versão GT, com visual esportivo e maior autonomia, também será descontinuada, seguindo o caminho da Skin BEV48. Contudo, oportunidades pontuais podem surgir para os consumidores atentos. A concessionária GWM Navesa, em Goiânia (GO), por exemplo, está comercializando as últimas unidades do Ora 03 Skin BEV48 por R$ 150 mil, oferecendo uma economia de R$ 4 mil. Três unidades estão disponíveis, com uma 2023/2024 vermelha e duas 2025/2025 (prata e preta), indicando que os interessados podem encontrar um bom negócio para um carro bem equipado.

Detalhes e Desempenho do Ora 03 Skin

O GWM Ora 03 Skin apresenta dimensões compactas, ideais para o uso urbano, com 4,23 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,60 m de altura e um entre-eixos de 2,65 m. A cabine é projetada para acomodar confortavelmente quatro adultos, mas o porta-malas, com apenas 228 litros, é um ponto a ser considerado para quem precisa de mais espaço para bagagem.

Autonomia e Recarga

Em termos de motorização, o hatch elétrico é impulsionado por um motor dianteiro de 171 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, garantindo agilidade no trânsito e em ultrapassagens. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 8,2 segundos, com velocidade máxima limitada eletronicamente a 160 km/h. A versão Skin BEV48 é equipada com uma bateria de 48 kWh, que proporciona uma autonomia de 232 quilômetros pelo ciclo do Inmetro – um padrão mais rigoroso e realista para o consumo no Brasil. O tempo de recarga varia entre 40 minutos (para 30% a 80% em corrente contínua) e cinco horas (para 15% a 100% em corrente alternada), dependendo da infraestrutura de recarga disponível. A versão BEV58, que permanecerá em linha, oferece uma bateria de 58 kWh e uma autonomia de 315 km, sendo uma opção para quem busca maior alcance.

Tecnologia e Segurança de Ponta

Um dos grandes atrativos do GWM Ora 03, mesmo na versão de entrada Skin, é o seu recheado pacote tecnológico e de segurança. O modelo conta com painel digital e central multimídia de 10,25 polegadas, que oferece Android Auto e Apple CarPlay com conexão sem fio. A câmera com visão em 360°, rodas de liga leve de 18 polegadas e interior com bancos de couro agregam valor e conforto.

O destaque, no entanto, fica por conta do avançado pacote de assistências autônomas de nível 2+. Ele inclui frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo, sensor de ponto cego, assistente de permanência em faixa, reconhecimento de placas de trânsito e até assistente automático de estacionamento (Park Assist). Complementando esse arsenal, o Ora 03 oferece sete airbags, além de controles de estabilidade e tração, que lhe renderam a nota máxima nos rigorosos testes de segurança do Euro NCAP em 2022. Esse conjunto faz do Ora 03 uma opção robusta e segura, mesmo com a reformulação de seu portfólio no mercado brasileiro.


Apesar do visual carismático e do bom nível de equipamentos, o GWM Ora 03 nunca ameaçou as vendas do compatriota BYD Dolphin no segmento de hatches elétricos na faixa dos R$ 150 mil. Mas isso não significa que seja fácil encontrar o modelo com descontos generosos nas concessionárias - ao menos na versão de entrada Skin BEV48, que custa R$ 154 mil.
Isso mesmo com a versão estando próxima de sair de linha, visto que a GWM deve manter apenas a configuração BEV58 deve ser mantida no catálogo, por concentrar quase 80% das vendas. Ainda assim, a concessionária GWM Navesa, de Goiânia (GO), comercializa três unidades do Ora 03 Skin BEV48 por R$ 150 mil cada: uma delas é ano/modelo 2023/2024, na cor vermelha, as outras são 2025/2025, sendo uma prata e uma preta.
GWM ORA 03 SKIN é difícil de achar com descontos
Foto: Bamaq GWM
Em dimensões, o Ora 03 mede 4,23 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,60 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. A cabine proporciona bom espaço para quatro adultos, mas o porta-malas tem apenas 228 litros de capacidade.
GWM ORA 03 Skin mede 4,23 metros de comprimento
Foto: Bamaq GWM
Para mover os seus 1.586 kg de peso, o hatch elétrico aposta no motor dianteiro de 171 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. De acordo com a ficha técnica, o Ora 03 Skin acelera de 0 a 100 km/h em 8,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 160 km/h, limitada eletronicamente.
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A bateria de 48 kWh fornece autonomia de 232 quilômetros pelo padrão do Inmetro, que é mais rigoroso que as medições de fábrica. O carregamento demora entre 40 minutos (30% a 80% em corrente contínua) e cinco horas (15% a 100% em corrente alternada), a depender da capacidade do posto de recarga.
GWM Ora 03 tem bateria de 48 kWh
Foto: Bamaq GWM
Na versão GT, que tem visual esportivo e bateria de 63 kWh, o alcance divulgado é de 319 km com uma carga completa (Inmetro). Esta também será tirada de linha. Já a versão BEV58, de R$ 169 mil, a única que será mantida em linha, traz bateria de 58 kWh e tem uma autonomia oficial de 315 km no ciclo brasileiro. Todos trazem o mesmo motor de 171 cv.
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A lista de equipamentos de série já traz painel digital e central multimídia de 10,25 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay com conexão sem fio, câmera com visão em 360°, rodas de liga leve de 18”, entre outros itens. O destaque fica para o pacote de assistências autônomas de nível 2+, com frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo, sensor de ponto cego, assistente de permanência em faixa, reconhecimento de placas de trânsito, assistente automático de estacionamento (Park Assist).
GWM ORA 03 Skin tem interior com bancos de couro
Foto: Bamaq GWM
Esse pacote de tecnologias de auxílio à condução, combinado aos sete airbags e aos controles de estabilidade e tração, garantiu ao Ora 03 a nota máxima nos testes de segurança do Euro NCAP, em 2022.
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Fonte: Auto Esporte

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Toyota: Fim de Indaiatuba, Corolla em Sorocaba e nova picape
Mercado
22 de junho de 2026
1 min

Toyota: Fim de Indaiatuba, Corolla em Sorocaba e nova picape

## Fim de uma Era: Toyota se Despede de Indaiatuba Após 28 anos de história e a produção de mais de 1 milhão de veículos, a fábrica da Toyota em Indaiatuba, São Paulo, encerrou suas atividades, marcando um momento significativo para a indústria automotiva brasileira. A cerimônia de despedida, carregada de emoção, celebrou o legado de uma planta que foi crucial para a popularização do sedã Corolla no Brasil. Desde sua inauguração em 1998, a unidade de Indaiatuba não apenas produziu o icônico Corolla, mas também contribuiu com milhares de empregos e impulsionou o desenvolvimento econômico da região. O fechamento da fábrica não representa uma saída da Toyota do país, mas sim uma reestruturação estratégica para otimizar suas operações e preparar o terreno para futuros lançamentos, adaptando-se às novas demandas do mercado global e local. ## Corolla em Nova Casa: Produção Centralizada em Sorocaba Com o encerramento das operações em Indaiatuba, a produção do Toyota Corolla, um dos sedãs médios mais vendidos e queridos pelos motoristas brasileiros, foi integralmente transferida para a moderna planta de Sorocaba, também no interior de São Paulo. Esta mudança é parte de uma estratégia de centralização da produção de veículos de passeio da marca no país. A fábrica de Sorocaba, já responsável pela fabricação de modelos como o Yaris e o popular SUV Corolla Cross, agora ganha uma escala ainda maior e se consolida como o principal polo produtivo da Toyota no Brasil para veículos leves. Para o consumidor, a transição é transparente, garantindo a mesma qualidade e padrão de excelência que são marcas registradas da Toyota, sem interrupções na disponibilidade do modelo no mercado. ### Otimização e Sustentabilidade A escolha por Sorocaba não é aleatória. A unidade é reconhecida por sua alta eficiência, tecnologia avançada e compromisso com a sustentabilidade. A unificação da produção permite à Toyota otimizar processos, reduzir custos operacionais e aprimorar a logística, fatores que são cruciais em um mercado automotivo cada vez mais competitivo. Além disso, a capacidade expandida de Sorocaba a posiciona estrategicamente para a adoção de novas plataformas e a produção de veículos com tecnologias mais verdes, alinhadas às tendências globais de descarbonização e eletrificação. ## Futuro Promissor: Nova Caminhonete Intermediária a Caminho A realocação do Corolla para Sorocaba libera capacidade produtiva estratégica e mão de obra especializada em outras unidades, especialmente a de Sorocaba, que está se preparando para um grande lançamento. A principal novidade confirmada pela Toyota é a produção de uma nova caminhonete intermediária, com previsão de chegada ao mercado em 2027. Este veículo promete competir em um segmento em plena expansão no Brasil, dominado por modelos como a Fiat Toro e a Chevrolet Montana. A aposta da Toyota neste nicho reforça sua estratégia de diversificar seu portfólio e atender a uma demanda crescente por veículos versáteis e robustos, ideais tanto para o trabalho quanto para o lazer das famílias brasileiras. ### O Que Esperar do Novo Veículo Embora detalhes específicos da nova picape ainda sejam escassos, é esperado que o modelo combine a durabilidade e a confiabilidade intrínsecas à marca Toyota com inovações em design, tecnologia e motorização. A experiência da Toyota com picapes no Brasil, através da bem-sucedida Hilux, sugere que a nova caminhonete intermediária terá forte apelo junto ao público que busca um veículo prático, eficiente e capaz de enfrentar os desafios das estradas e cidades brasileiras. Este movimento estratégico posiciona a Toyota para fortalecer ainda mais sua presença no competitivo mercado automotivo nacional nos próximos anos.

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Fonte: Quatro Rodas

Volkswagen Reestrutura: Foco em Modelos Mais Vendidos
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22 de junho de 2026
4 min

Volkswagen Reestrutura: Foco em Modelos Mais Vendidos

## A Grande Reestruturação da Volkswagen A Volkswagen está em meio a um rigoroso programa de reestruturação interna, para superar a crise iniciada em 2024. O plano envolve mudanças drásticas na sua estratégia global, visando racionalizar custos e simplificar o portfólio de veículos. A principal medida é o corte de modelos e versões com baixo volume de vendas. Além disso, a montadora alemã planeja reduzir o número de plataformas e arquiteturas eletrônicas, visando eliminar a complexidade e reduzir gastos. Um dos objetivos é solucionar o problema do excesso de capacidade nas fábricas europeias, onde a produção supera a demanda do mercado. ### Modelos Atingidos e Foco Estratégico Modelos específicos já foram confirmados para sair de linha, sinalizando a seriedade da iniciativa. Na Audi, por exemplo, os modelos A1 e Q2 tiveram seu fim de linha anunciado. Na própria marca Volkswagen, a minivan Touran já deu adeus ao mercado, e o exótico T-Roc Cabriolet terá sua produção encerrada em 2027. Na contramão dos cortes, a Volkswagen redireciona seus investimentos para modelos com alto volume de vendas. A estratégia inclui o lançamento de pelo menos 20 novidades até 2026, abrangendo todas as marcas do grupo, com prioridade para produtos com demanda comprovada. O CEO Oliver Blume enfatiza que a empresa precisa "focar nos veículos certos em cada região e gerar volumes mais elevados por modelo". Para o consumidor, a estratégia global indica um portfólio mais enxuto e estratégico, focado em modelos de grande aceitação, como SUVs e compactos de alto volume. ## Impacto na Produção e Empregos A reestruturação vai muito além da linha de produtos, impactando diretamente a estrutura operacional da Volkswagen. Em 2025, os custos de produção nas fábricas alemãs foram reduzidos em mais de 20%. O plano também prevê um corte significativo no quadro de funcionários: 50 mil empregos serão eliminados até 2030, sendo 35 mil apenas da marca Volkswagen, atingindo tanto operários quanto funcionários administrativos. A capacidade de produção será drasticamente reduzida em mais de 500 mil veículos na Europa e um volume semelhante na China, totalizando um milhão de veículos a menos na produção global até 2030. O objetivo é retomar a lucratividade, alcançar um retorno sobre vendas de 8% a 10% até 2030 e se tornar "a montadora mais atraente do mundo". ## As Raízes da Crise e a Visão para o Futuro A crise da Volkswagen se origina em resultados comerciais negativos, principalmente na China. Em 2024, a empresa registrou queda considerável nas vendas no país, tradicionalmente seu maior mercado, devido à crescente preferência por fabricantes locais. Paralelamente, a montadora também enfrentou um recuo nas vendas na Europa após a pandemia, com perdas de cerca de 500 mil carros anualmente, resultando em ociosidade fabril e impacto nos lucros. A resposta da Volkswagen é uma estratégia de simplificação e foco em rentabilidade. No longo prazo, isso pode se traduzir em um portfólio mais consistente e competitivo para o consumidor, alinhado às demandas de mercado, refletindo a busca por eficiência global.

Visão VeicularvisaoveicularVolkswagen

Fonte: Auto Esporte

Carro Elétrico na Enchente: Riscos, Dicas e o Que Fazer
Eletricos
21 de junho de 2026
1 min

Carro Elétrico na Enchente: Riscos, Dicas e o Que Fazer

## Carro Elétrico na Enchente: Segurança Elétrica vs. Desafios Práticos A crescente popularidade dos carros elétricos no Brasil levanta questões importantes, especialmente em um país com histórico de enchentes urbanas. Uma preocupação comum é o que acontece se a água atingir a bateria de um veículo elétrico. Ao contrário do senso comum, as baterias de carros elétricos modernos são projetadas com vedação hermética, frequentemente com classificações IP67 ou superior. Isso significa que elas são altamente resistentes à entrada de água e, em situações de submersão, é improvável que ocorra um curto-circuito imediato ou choque elétrico diretamente da bateria devido à água. Essa vedação é uma medida de segurança essencial para proteger os componentes de alta voltagem. No entanto, a impermeabilização da bateria não torna o carro elétrico invulnerável a enchentes. Na verdade, essa característica pode criar um conjunto de problemas práticos e onerosos para o motorista brasileiro, transformando um incidente aparentemente controlado em uma situação de grandes danos e riscos ocultos. ## Riscos e Consequências para o Veículo Elétrico Mesmo com a bateria selada, a água pode causar estragos consideráveis em um carro elétrico, resultando em desafios complexos e, muitas vezes, em perda total do veículo. ### Danos a Outros Componentes Eletrônicos Embora a bateria possa estar protegida, o restante do veículo possui uma vasta rede de componentes eletrônicos, como motores elétricos, inversores, unidades de controle eletrônico (ECUs), sensores e fiações de baixa e alta voltagem. A água pode infiltrar-se nessas partes, causando corrosão, falhas elétricas e curtos-circuitos que podem se manifestar imediatamente ou após um tempo, mesmo depois que o veículo parece ter secado. A umidade residual é um inimigo silencioso que deteriora conectores e circuitos. ### Infiltração na Bateria e Peso Adicional Se as vedações da bateria forem comprometidas devido a um impacto, desgaste ou falha estrutural, a água pode entrar no pack da bateria. Uma vez lá dentro, a vedação hermética que antes protegia a bateria agora impede a água de sair, tornando a secagem praticamente impossível sem a desmontagem completa. Além disso, o peso da água dentro de um compartimento selado pode ser substancial, adicionando estresse à estrutura do veículo e dificultando o reboque e a recuperação. ### Risco de Choque Elétrico Pós-Enchente Mesmo que a bateria não tenha sofrido curto-circuito durante a enchente, danos aos cabos de alta voltagem ou a outros componentes elétricos podem criar um risco de choque elétrico para qualquer pessoa que toque o veículo após a água baixar. Por isso, é crucial que apenas profissionais treinados lidem com um carro elétrico que esteve submerso. ### Perda Total Devido à complexidade e ao alto custo de substituição ou reparo dos sistemas de bateria e eletrônica de alta voltagem, muitas seguradoras classificam carros elétricos afetados por enchentes como perda total. Os danos podem ser tão extensos e difíceis de diagnosticar e reparar que o custo excede o valor do veículo. ## O Que o Motorista Brasileiro Deve Fazer em Caso de Enchente Para motoristas de carros elétricos no Brasil, a prevenção é a melhor estratégia. Evitar áreas alagadas é fundamental, assim como faria com qualquer outro veículo. ### Ações Imediatas * **Não Tente Ligar:** Jamais tente dar partida, recarregar ou religar um carro elétrico que esteve em contato com a água da enchente, mesmo que pareça seco. Isso pode causar danos adicionais ou expor a riscos de choque elétrico. * **Desligue (se possível e seguro):** Se o veículo ainda estiver ligado e você puder fazer isso com segurança, desligue-o. * **Contate um Profissional:** Chame um serviço de reboque especializado e informe que se trata de um veículo elétrico que foi submerso. É crucial que o transporte e a avaliação inicial sejam feitos por pessoas com treinamento específico em veículos de alta voltagem. * **Acione a Seguradora:** Informe imediatamente sua seguradora sobre o incidente, fornecendo todos os detalhes possíveis. Eles orientarão sobre os próximos passos e a avaliação do dano. * **Mantenha Distância:** Mantenha pessoas afastadas do veículo e, se possível, sinalize o local, pois há um risco potencial de choque elétrico mesmo após a água baixar. Em suma, embora as baterias dos carros elétricos sejam resistentes à água, a enchente é um evento catastrófico para qualquer veículo, e os carros elétricos possuem desafios adicionais que exigem atenção especializada e medidas preventivas rigorosas.

Carro elétricoenchentebateria

Fonte: Quatro Rodas

Toyota GR Yaris: Melhor Hatch Premium Custo-Benefício 2026
Mercado
21 de junho de 2026
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Toyota GR Yaris: Melhor Hatch Premium Custo-Benefício 2026

## Toyota GR Yaris: O Destaque em Custo-Benefício Premium 2026 O cenário automotivo brasileiro de 2026, conforme revelado pelo "Superguia Qual Comprar" da Autoesporte, aponta o Toyota GR Yaris como o hatch premium de melhor custo-benefício. Pela primeira vez em quase uma década, mais de 200 modelos foram minuciosamente avaliados, e o esportivo da Toyota se sobressaiu. Disponível a partir de R$ 354.990, o GR Yaris oferece a raríssima opção de câmbio manual de seis marchas, ideal para os entusiastas que desejam explorar plenamente seus 304 cv e 40,2 kgfm de torque do motor 1.6 turbo de três cilindros, complementado por um sofisticado sistema de tração integral derivado do WRC. Uma caixa automática está disponível pelo mesmo preço. Além do desempenho notável — 0 a 100 km/h em 5,1 segundos — e equipamentos como rodas forjadas de 18 polegadas e painel digital de 12,3", o GR Yaris justifica seu título com custos pós-venda surpreendentemente baixos. Ele possui as revisões e a cesta de peças mais acessíveis da categoria, superando até mesmo modelos mais baratos. A garantia de dez anos, compartilhada apenas com o GR Corolla, é um diferencial significativo que solidifica sua posição de liderança. ## Panorama dos Concorrentes e Seus Desafios no Segmento A avaliação do Superguia não apenas coroou o GR Yaris, mas também detalhou os pontos fortes e fracos de seus rivais, considerando preço, custos pós-venda, desvalorização, equipamentos e adequação ao mercado. ### Hatches Alemães: Status e Custos Elevados Modelos como Audi A3 Sportback, BMW Série 1 e Volkswagen Golf GTI, apesar de seu status e desempenho (o Série 1 atinge 0-100 km/h em 4,9 segundos), frequentemente apresentam custos de manutenção e peças elevados. O Audi A3, por exemplo, registra revisões de R$ 14.722 e cesta de peças de R$ 52.963, enquanto o Golf GTI tem revisões ainda mais caras, em R$ 15.504. A garantia curta (2 ou 3 anos) é outro fator a ser considerado. ### Esportivos Asiáticos: GR Corolla e Civic Type R O Toyota GR Corolla, "irmão" do Yaris, compartilha o mesmo powertrain de 304 cv e tração integral, com 0-100 km/h em 4,9 segundos, e mantém os custos de revisão e peças acessíveis da marca, além da garantia de dez anos. O Honda Civic Type R, por sua vez, impressiona com seus 297 cv e câmbio manual. Embora suas revisões estejam na média da Toyota, sua cesta de peças é consideravelmente mais cara que a dos modelos GR. ### Mini Cooper: Estilo com Seguro Salgado A nova geração do Mini Cooper, tanto na versão 3p quanto 5p, mantém o charme retrô e a pegada esportiva. Apesar de ser um dos mais acessíveis entre os premium e apresentar custos de manutenção e peças mais baixos que os alemães, sofre com valores de seguro elevados, especialmente na versão de cinco portas. A garantia de apenas 2 anos é outra desvantagem. ## A Escolha Inteligente no Segmento Premium 2026 Para o motorista brasileiro em 2026, a escolha de um hatch premium vai além do preço de etiqueta. O Toyota GR Yaris prova que é possível aliar alta performance, pedigree esportivo e custos de propriedade controlados, estabelecendo um novo padrão de custo-benefício. A análise aprofundada do Superguia Qual Comprar reforça a importância de considerar o pacote completo – desde a emoção ao volante até a tranquilidade no bolso – ao investir em um esportivo premium.

Toyota GR YarisHatch PremiumCusto-benefício

Fonte: Auto Esporte