VW Amarok SUV: Projeto Atacama Mirará SW4 com Base Chinesa

Um Novo SUV da VW para o Brasil: Projeto Atacama Chegando
A Volkswagen está preparando uma grande ofensiva no segmento de SUVs no Brasil com o aguardado "Projeto Atacama". Este novo utilitário esportivo será um derivado da próxima geração da picape Amarok, visando diretamente concorrentes de peso como Toyota SW4, Ford Everest e GWM Haval H9. Diferente de outros SUVs compactos da marca, o Projeto Atacama promete robustez e um posicionamento premium no mercado nacional, preenchendo uma lacuna importante na linha de produtos da montadora.
Parceria Sino-Alemã e Base Robusta
A base para este ambicioso SUV virá de uma parceria estratégica entre a Volkswagen e o grupo chinês Saic. Assim como a nova Amarok (conhecida internamente como "Projeto Patagônia"), o Projeto Atacama utilizará a plataforma da picape chinesa Maxus Terron 9. Essa arquitetura é descrita como um "semi-monobloco", uma solução engenhosa que combina a rigidez estrutural de um chassi tradicional com as vantagens de dirigibilidade e segurança de uma carroceria monobloco, comum em carros de passeio. Essa flexibilidade permitirá a adoção de diversas motorizações, incluindo diesel, gasolina, híbridas e até elétricas, embora para o Brasil as versões a diesel e híbrida a gasolina sejam as mais cotadas inicialmente, atendendo à demanda por eficiência e força.
Produção na Argentina e Concorrência Direta
Ambos os veículos, o SUV Atacama e a nova Amarok, compartilharão as linhas de montagem da fábrica de Pacheco, na Argentina. A unidade está recebendo um investimento de US$ 580 milhões (cerca de R$ 3 bilhões) para modernização, garantindo a produção de alta qualidade e volume. O novo SUV ocupará o espaço deixado pelo Taos, cuja produção foi transferida para o México, liberando capacidade para a estratégia de veículos mais robustos. Essa estratégia de derivar SUVs de picapes é a mesma adotada por seus futuros rivais: a SW4 da Hilux, o Everest da Ranger e o H9 da Poer P30, o que valida a abordagem da Volkswagen de focar na robustez e capacidade.
Posicionamento no Mercado Brasileiro
Quando chegar ao mercado, o Projeto Atacama será posicionado como um dos modelos mais caros da Volkswagen no Brasil, ultrapassando o atual Tiguan e rivalizando com os SUVs grandes premium em termos de preço e segmento. Essa aposta da marca indica uma intenção de capturar uma fatia do mercado de utilitários esportivos de grande porte, oferecendo uma alternativa robusta e tecnologicamente avançada para famílias e consumidores que buscam versatilidade, capacidade off-road e espaço interior generoso, fatores cruciais para o consumidor brasileiro.
Lançamento e Expectativas
Enquanto a nova picape Amarok tem lançamento previsto para 2027, a data exata de estreia do SUV Atacama ainda está em discussão interna na Volkswagen. A decisão final dependerá dos planos de produção e das condições de mercado. No entanto, a confirmação do projeto e a base tecnológica chinesa já geram grande expectativa, prometendo um veículo com visual imponente, durabilidade e uma gama de opções mecânicas alinhadas às tendências globais e às demandas específicas do consumidor brasileiro por veículos versáteis e potentes.

Depois de Tera, Nivus, T-Cross, Taos e Tiguan, a Volkswagen avalia o lançamento de mais um modelo para compor sua linha de SUVs no Brasil. De acordo com reportagem do site A Rodar Post, o veículo em questão será baseado na nova geração da Amarok e produzido ao lado da picape média na fábrica de Pacheco, na Argentina. De lá, abastecerá toda a região com a missão de enfrentar Toyota SW4, Ford Everest e GWM Haval H9.
O lançamento de um SUV derivado da Amarok é um sonho de longa data da Volkswagen. Embora nunca tenham se concretizado, rumores sobre o projeto circulam desde 2010, quando a primeira geração da picape foi lançada. Agora, especulações voltam a ganhar força graças à recente parceria firmada entre a gigante alemã e o grupo chinês Saic, da qual será originada a nova Amarok.
Segundo a publicação, o inédito SUV também será fruto dessa aliança e herdará a mesma base mecânica da picape. Não por acaso, os dois são conhecidos internamente por nomes parecidos: “Projeto Patagônia” para a caminhonete e “Projeto Atacama” para o utilitário esportivo. A produção também será compartilhada e, dessa forma, ambos sairão das mesmas linhas de montagem.
Nova Volkswagen Amarok será baseada na picape chinesa Maxus Terron 9
Divulgação
A unidade vem recebendo US$ 580 milhões em investimentos (quase R$ 3 bilhões em conversão direta) e passando por um rigoroso projeto de modernização. A nova Amarok será produzida no lugar da atual, enquanto o novo SUV entrará para ocupar o espaço deixado pelo Taos, cuja produção foi transferida da Argentina para o México.
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Novo SUV promete visual robusto e terá diversas peças compartilhadas com a Amarok
Renato Aspromonte/Autoesporte
Novo SUV terá base chinesa
Conforme antecipado por Autoesporte, a nova geração da Amarok será baseada na plataforma da Maxus Terron 9 a partir de acordo firmado com a chinesa Saic. A matriz será do tipo carroceria sobre chassi, mas dentro de um conceito que a Maxus chama de ‘semi-monobloco’. O esquema combina as vantagens da construção monobloco (tipo automóvel de passeio) com a estrutura mais robusta de um chassi (comum em utilitários).
Nova Amarok terá o mesmo estilo quadrado e porte parrudo da Maxus Terron
Maxus/Divulgação
A mesma base será usada pelo futuro SUV, seguindo estratégia adotada pelos rivais SW4, Everest e H9, que usam as plataformas das picapes Hilux, Ranger e Poer P30, respectivamente. No caso da Volkswagen, a matriz será capaz de sustentar motores a diesel, gasolina, híbridos e até elétricos. Para o Brasil, os principais rumores giram em torno de versões a diesel e híbrida a gasolina.
GWM Haval H9 e Toyota SW4 serão os principais rivais do novo SUV da Volkswagen
Renato Durães/Autoesporte
A nova Amarok chegará ao mercado primeiro e tem lançamento programado para 2027. A data de estreia do SUV, porém, ainda não foi definida. Segundo o site A Rodar Post, a Volkswagen ainda está realizando reuniões internas para discutir o plano de produção do modelo.
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Quando chegar ao mercado, caso receba luz verde para produção, o novo SUV será posicionado como um dos veículos mais caros da Volkswagen no Brasil. Atualmente, o posto é ocupado pelo Tiguan, que custa R$ 299.990. Em 2025, vale recordar, o carro mais caro da marca no país era o Golf GTI, que custava a partir de R$ 430 mil.
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Fonte: Auto Esporte
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