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Vendas de Carros 2025: Modelos que Dispararam e Despencaram

20 de janeiro de 2026
4 min de leitura
Vendas de Carros 2025: Modelos que Dispararam e Despencaram

O mercado automotivo brasileiro registrou um crescimento de 2,5% em 2025, com 2.549.462 veículos emplacados. No entanto, o desempenho individual dos modelos variou drasticamente. Entre os destaques negativos, o Volkswagen Jetta GLi sofreu queda de 59,8%, vendendo apenas 1.130 unidades. A Volkswagen Amarok despencou 62,8%, impactada por um aumento de preço. A maior baixa foi do Honda ZR-V, com queda de 69,7%, não conseguindo emplacamentos expressivos. Na contramão, o Caoa Chery Tiggo 8 brilhou com aumento de 83,4%, quase dobrando suas vendas após atualizações. O Audi A5, renovado, viu suas vendas dispararem 163,3%. Mas a grande surpresa foi o Caoa Chery Arrizo 6, que saltou impressionantes 2.464,3%, impulsionado por melhorias em segurança e motorização híbrida-leve. Estas tendências mostram a dinâmica do mercado e a importância de fatores como preço, atualizações e tecnologias para o sucesso de um modelo.

Vendas de Carros 2025: Modelos que Dispararam e Despencaram
A venda de carros novos cresceu 2,5% no Brasil em 2025, alcançando 2.549.462 automóveis e comerciais leves. Entre todos os modelos comercializados, alguns veículos de destacaram com aumento significativo nos emplacamentos, enquanto outros despencaram no ranking.
Pensando nisso, Autoesporte elaborou um pódio de vendas comparando os resultados de 2024 e 2024, considerando o período de janeiro a dezembro dos respectivos anos. O números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
E fica aqui um spoiler: o carro que mais cresceu em vendas no Brasil neste período vai te surpreender!
Veja os carros novos que despencaram nas vendas em 2025:
3º) Volkswagen Jetta
Volkswagen Jetta GLi vendeu apenas 1.130 unidades em 2025
Divulgação/Volkswagen
O novo Volkswagen Jetta GLi chegou às lojas em novembro de 2025 por R$ 269.990. Mas nem os 633 emplacamentos dos dois últimos meses do ano ajudaram a alavancar as vendas do sedã médio, que vendeu apenas 1.130 unidades no período. O número representa uma queda significativa de 59,8% na comparação com 2024, quando 2.814 registros foram feitos.
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2º) Volkswagen Amarok
A Volkswagen Amarok é mais uma da lista que teve poucos emplacamentos em 2025: apenas 2.730. O número fica bem abaixo das 7.328 unidades vendidas em 2024. Na verdade, a queda é de exatamente 62,8%. Aliás, no último ano, a picape média chegou a ficar R$ 34 mil mais cara, o que pode ajudar a explicar a baixa nas comercializações.
Volkswagen Amarok
Nova Volkswagen Amarok pode ter motor V6 diesel híbrido com quase 300 cv
1º) Honda ZR-V
Honda ZR-V teve queda de 69,7% nas vendas em 2025
Divulgação/Caio Mattos/Honda
Já o carro que realmente despencou nas vendas foi o Honda ZR-V. O SUV foi lançado oficialmente no Brasil em outubro de 2023 e nunca teve emplacamentos expressivos. No entanto, as comercializações caíram de 5.917 unidades em 2024 para apenas 1.791 em 2025. Ou seja, queda de 69,7%.
Inclusive, esse último registro contabiliza apenas os dados de janeiro até novembro do último ano. Em dezembro, o veículo nem chegou a surgir nos dados da Fenabrave pelo baixíssimo número de negociações.
Honda ZR-V
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Veja os carros novos que cresceram nas vendas em 2025:
3º) Caoa Chery Tiggo 8
Caoa Chery Tiggo 8 vendeu quase o dobro de unidades em 2025 na comparação com 2024
Divulgação
Por outro lado, o Caoa Chery Tiggo 8 é um dos carros que mais teve crescimento nas vendas no último ano. Se havia emplacado apenas 9.750 unidades em 2024, ressurgiu das cinzas com 17.883 comercializações em 2025. Foram impressionantes 8.133 unidades a mais vendidas, quase o dobro. O aumento foi de 83,4%. Importante lembrar que o SUV de sete lugares recebeu mudanças no design e na lista de equipamentos no período.
Caoa Chery Tiggo 8
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2º) Audi A5
Audi A5 mudou e está crescendo nas vendas
Autoesporte/Renato Durães
O novo Audi A5 chegou ao Brasil em maio do ano passado por R$ 380 mil. A atualização profunda — que fez até o A4 sair de linha — foi o suficiente para fazer o sedã crescer 163,3% nas vendas no último ano. Afinal, havia emplacado apenas 371 unidades em 2024. Em 2025, foram 977 registros.
Audi A5
Comparativo: novo Audi A5 consegue superar o líder absoluto BMW 320i?
1º) Caoa Chery Arrizo 6
Caoa Chery Arrizo 6 teve crescimento absurdo no último ano
Divulgação
Por fim, quem brilhou em 2025 foi o Caoa Chery Arrizo 6. O sedã médio recebeu atualizações importantes no início do último ano com novos itens de segurança e manteve a motorização híbrida-leve. Assim, saltou dos minímos 56 emplacamentos para 1.436 unidades vendidas. Um disparo de nada menos que 2.464,3%.
Caoa Chery Arrizo 6
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Fonte: Auto Esporte

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VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...Mercado
2 ago 20261 min

VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...

O Legado Ousado do VW 1600 TL O Volkswagen 1600 TL, especialmente em sua versão de 4 portas, representou uma das mais audaciosas apostas da marca alemã no mercado brasileiro durante a primeira fase de sua atuação no país. Lançado no final dos anos 60, em um período de efervescência para a indústria automotiva nacional, o TL (Touring Luxury) surgiu com a ambiciosa proposta de ser o carro definitivo para a família brasileira, combinando atributos estéticos inovadores com uma praticidade sem precedentes para os padrões da época. Seu design fastback, uma ruptura com as linhas mais conservadoras dos modelos Volkswagen então vigentes, buscava seduzir um público que procurava mais do que a robustez e a economia do Fusca, almejando um veículo com maior requinte e espaço. Design e Proposta Inovadora A estética do 1600 TL era, de fato, o seu grande diferencial. Com uma traseira "corta-vento" que lhe conferia um visual moderno e aerodinâmico, o modelo rompia com a monotonia do segmento. A versão 4 portas, em particular, sublinhava sua vocação familiar, oferecendo acessibilidade e conforto para todos os passageiros. Internamente, o carro prometia um nível de acabamento superior e um aproveitamento de espaço inteligente, com soluções que visavam otimizar a experiência a bordo. Sua plataforma, compartilhada com o Variant e o Karmann Ghia TC, evidenciava a estratégia da VW de diversificar sua linha de produtos com base em componentes já existentes, mas com roupagens completamente novas. Versatilidade para a Família Brasileira Para os motoristas brasileiros da época, o 1600 TL oferecia uma combinação tentadora de características. O amplo porta-malas, somado ao espaço interno generoso para quatro ou cinco ocupantes, o tornava ideal para viagens longas ou para o dia a dia da família. A dirigibilidade era outro ponto forte, com uma suspensão robusta e um motor boxer refrigerado a ar de 1.6 litro, que entregava desempenho adequado para as estradas e cidades do Brasil. Essa proposta de veículo versátil e espaçoso visava atender diretamente às necessidades do consumidor que crescia em poder aquisitivo e buscava um carro que pudesse servir a múltiplos propósitos, desde o lazer até o uso profissional. Desafios e Percepção no Mercado Apesar de todas as inovações, o VW 1600 TL enfrentou desafios significativos em sua jornada para conquistar o coração do motorista brasileiro. A recepção inicial do design foi polarizada; enquanto alguns o consideravam vanguardista, outros o viam como controverso, inclusive sendo apelidado de "Zé do Caixão" devido à sua traseira alongada e formato peculiar. A Volkswagen do Brasil, acostumada ao sucesso estrondoso do Fusca, precisou trabalhar arduamente para posicionar o TL em um segmento mais sofisticado, onde a concorrência de outros fabricantes também era acirrada. Motorização e Desempenho O motor 1.6 boxer, embora confiável e de manutenção relativamente simples, não era percebido como um diferencial de alta performance, especialmente quando comparado a alguns concorrentes. No entanto, sua durabilidade e a vasta rede de assistência técnica da Volkswagen eram pontos positivos inegáveis para o consumidor brasileiro, que valorizava a tranquilidade e a longevidade do investimento. O consumo de combustível, embora não fosse o mais baixo do mercado, era aceitável para um carro de seu porte e potência, tornando-o uma opção equilibrada para o uso cotidiano. O Impacto Duradouro na Cultura Automotiva Embora não tenha se tornado o "carro definitivo da família" na magnitude do Fusca, o VW 1600 TL deixou uma marca indelével na história automotiva brasileira. Ele representou um esforço genuíno da Volkswagen em expandir seus horizontes e oferecer uma alternativa mais sofisticada e estilosa. Hoje, o 1600 TL é um clássico cult, valorizado por colecionadores e entusiastas que reconhecem sua originalidade e a ousadia de seu projeto. Sua existência é um testemunho da capacidade da indústria brasileira de produzir veículos com personalidade e de uma época em que o design e a funcionalidade se encontravam em busca do ideal de mobilidade familiar.

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Fonte: Quatro Rodas

Carros Elétricos: Brasil Acelera Enquanto Mundo Recua?Mercado
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O Cenário Global e a Realidade Brasileira da Eletrificação As vendas de veículos eletrificados (elétricos e híbridos) apresentam um contraste marcante entre o cenário global e o brasileiro em 2026. Enquanto o mundo registra uma desaceleração, o Brasil experimenta um crescimento exponencial, levantando questões sobre a singularidade do nosso mercado. A nível global, houve uma queda de 11% nas vendas no primeiro semestre, impulsionada pelo fim ou redução de políticas públicas de incentivo, que sustentaram o crescimento por quase uma década. Além disso, conflitos comerciais, como as taxas de importação elevadas dos EUA sobre veículos chineses e os ajustes tarifários na União Europeia, contribuíram para a alteração na geografia das vendas. A própria China, que já foi motor do crescimento, anulou isenções tributárias e proibiu a guerra de preços interna, resultando em aumento de custos e, consequentemente, queda nas vendas. Este cenário indica o fim de uma era de incentivos e o início de um período onde a competitividade do produto é primordial. O Boom no Brasil e Seus Motivos Em contrapartida, o mercado brasileiro de eletrificados floresceu, registrando um crescimento impressionante de 147,5% no primeiro semestre de 2026, com carros elétricos e híbridos somando mais de 215 mil unidades vendidas. O Brasil se beneficia por estar alguns anos atrasado em relação a mercados mais maduros, aprendendo com os acertos e erros alheios. Curiosamente, nosso país nunca teve um programa nacional de incentivo comparável aos grandes mercados, mas mesmo assim, os eletrificados representam cerca de 18% do mercado de leves e quase 60% do crescimento absoluto do setor. Fatores-Chave do Crescimento Nacional O sucesso dos veículos eletrificados no Brasil pode ser atribuído a uma combinação de fatores atrativos para o consumidor. Competitividade e Escolha do Consumidor Motoristas brasileiros estão adotando a eletrificação por encontrarem uma vasta diversidade de produtos com alta competitividade, tecnologia embarcada avançada, garantias estendidas, a promessa de um custo operacional mais baixo e, notavelmente, uma agressiva guerra de preços entre as montadoras. A desaceleração do mercado chinês também desempenha um papel, incentivando a exportação de veículos para mercados em crescimento como o Brasil, aumentando a oferta e a concorrência. A Importância da Diversidade Energética O Brasil está construindo sua própria transição energética, com uma abordagem "eclética e regionalizada". Em vez de focar exclusivamente em elétricos puros, o país valoriza uma gama de tecnologias que se alinham melhor com sua realidade e matriz energética. Isso inclui etanol, combustíveis flex, híbridos leves, híbridos flex, híbridos plug-in, elétricos puros, biocombustíveis e biogases. A capacidade tecnológica nacional, as inovações próprias e uma indústria com boa escala permitem ao Brasil se destacar na América do Sul, com um mercado em crescimento e potencial para escalar essas tecnologias regionalmente. Perspectivas para o Motorista Brasileiro A desaceleração global não sinaliza um fracasso dos eletrificados, mas sim a necessidade de uma base sustentável sem incentivos maciços. O Brasil emerge como um exemplo notável, crescendo impulsionado pela competição, tecnologia de ponta a custos acessíveis, a riqueza de seus biocombustíveis e biogases, e, acima de tudo, pela liberdade de escolha do consumidor. Para o motorista brasileiro, isso significa um futuro com mais opções de veículos eficientes e tecnológicos, adaptados às particularidades do país, embora a ausência de uma política de longo prazo estruturada ainda seja um desafio a ser superado para defender os interesses nacionais.

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Fonte: Auto Esporte

CEO Mercedes: 'Fomos longe demais' sem botões em carrosTecnologia
1 ago 20261 min

CEO Mercedes: 'Fomos longe demais' sem botões em carros

A Reflexão da Mercedes-Benz: O Retorno dos Botões Físicos? A indústria automotiva tem passado por uma revolução digital, com a remoção progressiva de botões e comandos manuais em favor de telas sensíveis ao toque e interfaces digitais. No entanto, o CEO da Mercedes-Benz, Ola Källenius, surpreendeu ao admitir que a empresa – e a indústria como um todo – pode ter "ido longe demais" nessa busca pela minimalismo digital. Essa declaração acende um debate crucial sobre a usabilidade, segurança e a experiência do motorista moderno, ressoando especialmente no cenário automotivo brasileiro. O Reconhecimento da Mercedes-Benz e Seus Desafios Källenius, em um raro momento de autocrítica de um líder de uma montadora premium, indicou que a obsessão por remover cada botão físico em prol de superfícies lisas e telas gigantes pode ter tido efeitos adversos. A prioridade de uma experiência visualmente limpa e futurista muitas vezes colidiu com a praticidade e a intuitividade necessárias durante a condução. Para motoristas brasileiros, acostumados com realidades de trânsito variadas e por vezes desafiadoras, a necessidade de acesso rápido e sem desvios visuais a funções essenciais como climatização, volume ou ajuste de espelhos é fundamental. A distração causada pela navegação em menus digitais complexos para tarefas simples pode comprometer a segurança, um ponto que a Mercedes, conhecida por sua engenharia de segurança, não pode ignorar. O Equilíbrio entre Tecnologia e Usabilidade A admissão de Källenius não significa um abandono completo da tecnologia touchscreen, mas sim uma busca por um equilíbrio mais sensato. A tendência de eletrificação e digitalização dos veículos é irreversível, mas a forma como essa tecnologia é implementada está sob revisão. A questão central passa a ser: como integrar avanços tecnológicos sem sacrificar a funcionalidade básica e a segurança? Segurança e Intuitividade no Centro do Design A ergonomia e a segurança devem ser os pilares do design de interiores automotivos. Comandos físicos, por sua natureza tátil, permitem que o motorista ajuste configurações sem tirar os olhos da estrada. Isso é especialmente crítico em situações de emergência ou em ambientes urbanos densos. A indústria, ao invés de meramente substituir, precisa integrar as novas tecnologias de forma que complementem, e não compliquem, a interação humana com o veículo. A voz e o feedback tátil (háptico) são alternativas promissoras que podem reduzir a dependência exclusiva de toques na tela, oferecendo uma experiência mais natural e segura. Impacto para o Motorista Brasileiro e o Futuro Para o mercado brasileiro, a discussão é extremamente relevante. A durabilidade e a praticidade são fatores importantes na decisão de compra. Um interior excessivamente dependente de telas pode gerar preocupações com custos de manutenção a longo prazo, riscos de falha eletrônica e até mesmo a adaptação de diferentes gerações de motoristas, que podem ter diferentes níveis de familiaridade com interfaces digitais complexas. A Visão do Futuro da Indústria Automotiva A fala do CEO da Mercedes-Benz sinaliza uma possível mudança de paradigma, onde a sofisticação tecnológica será medida não apenas pela quantidade de telas, mas pela inteligência com que a interface é projetada para o uso humano. Espera-se que futuros modelos, inclusive os que chegarão ao Brasil, apresentem uma curadoria mais cuidadosa das funções que merecem um botão físico, aquelas que se beneficiam de um comando de voz, e as que realmente se encaixam em uma interface digital. O objetivo final é aprimorar a experiência de condução, tornando-la mais segura, intuitiva e agradável. A tendência digital continua, mas agora com um olhar mais crítico e centrado no motorista.

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Fonte: Quatro Rodas

Onix Plus Premier 2026: Comprar ou Pensar? Análise CompletaMercado
1 ago 202611 min

Onix Plus Premier 2026: Comprar ou Pensar? Análise Completa

Análise Detalhada: Onix Plus Premier em Foco O Chevrolet Onix Plus Premier (R$ 125.290), sedã compacto topo de linha, busca relevância no mercado brasileiro. Apesar de prometer conectividade e equipamentos, a correia banhada a óleo gera ressalvas. Este resumo aborda os pontos positivos e negativos para auxiliar o consumidor na decisão de compra, conforme avaliação aprofundada. Pontos Fortes: Conectividade e Economia Tecnologia e Conforto a Bordo A conectividade é um destaque. A central multimídia MyLink de 11 polegadas oferece interface intuitiva e wireless para Android Auto/Apple CarPlay. O quadro de instrumentos digital (8 polegadas), conexão simultânea de dois celulares e Wi-Fi a bordo (OnStar) reforçam a experiência digital. O conforto vem de bancos ergonômicos em couro, ajustes completos na direção e cinto, bom espaço interno (2,60 m de entre-eixos) e porta-malas de 500 litros. Itens como ar-condicionado digital, chave presencial e assistente de estacionamento automático agregam praticidade. Baixo Custo de Manutenção e Consumo A economia pós-venda é um trunfo. O Onix Plus registra os menores custos de revisão e seguro da categoria, com valores bem abaixo dos rivais diretos. Em consumo, o motor 1.0 turbo automático impressiona: 8,5 km/l cidade/11,2 km/l estrada (etanol) e 12,2 km/l cidade/16 km/l estrada (gasolina), superando a concorrência e confirmando sua eficiência energética. Pontos Fracos: Desvalorização e Lacunas Desvalorização Alta e Suspensão Rígida A desvalorização é um ponto crítico: 26,8% em um ano, o maior entre veículos a combustão até R$ 150 mil, impactando a revenda. A suspensão rígida, exacerbada por pneus de alta calibração, compromete o conforto, especialmente para os passageiros traseiros em vias irregulares, aspecto relevante para o Brasil. Limitações do Motor e Falta de Segurança Avançada O motor 1.0 turbo flex, com injeção multiponto e 115 cv/16,8 kgfm, fica abaixo dos rivais (injeção direta, mais torque), resultando em retomadas mais lentas. A correia banhada a óleo, embora atualizada, exige manutenção específica e rigorosa. Em segurança, apesar dos seis airbags e alerta de ponto cego, faltam itens ADAS avançados (frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa), presentes em concorrentes na mesma faixa de preço, representando uma defasagem. Veredito para o Consumidor O Chevrolet Onix Plus Premier oferece forte conectividade e economia de uso, mas exige que o comprador pondere a alta desvalorização, o conforto da suspensão e a ausência de tecnologias de segurança ativa avançadas. É uma opção para quem prioriza tecnologia e baixo custo operacional, estando ciente de suas limitações.

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Fonte: Auto Esporte