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Toyota Hilux: Híbrida Chega ao Brasil; Elétrica na Europa

13 de janeiro de 2026
3 min de leitura
Toyota Hilux: Híbrida Chega ao Brasil; Elétrica na Europa

A nova geração da Toyota Hilux está se expandindo globalmente, com foco em novas motorizações. Para o mercado europeu, a Toyota apresentou a Hilux BEV, versão 100% elétrica com baterias de 59,2 kWh, oferecendo uma autonomia WLTP de até 257 km no ciclo combinado e 380 km no urbano. Sua capacidade de carga é de 715 kg e reboque de 1,6 tonelada, com a mesma robustez off-road das versões a diesel. Mais relevante para o público brasileiro é a confirmação da chegada da Hilux híbrida leve (MHEV) de 48 volts ao Brasil. Equipada com o motor 2.8 turbodiesel de 204 cv, auxiliado por um motor elétrico de 16 cv, esta variante promete rebocar até 3.500 kg. A picape híbrida, que manterá a capacidade off-road, é prevista para o último trimestre de 2026 ou início de 2027, sendo produzida na fábrica de Zárate, Argentina. A nova Hilux se prepara para evoluir sua linha, com a versão elétrica focada na Europa e a híbrida MHEV como a grande novidade para o mercado nacional.

Toyota Hilux: Híbrida Chega ao Brasil; Elétrica na Europa
Depois de ser lançada em países da Ásia e da Oceania, a nova geração da Toyota Hilux amplia seu alcance comercial e acaba de ser apresentada para mercados da Europa. No Salão de Bruxelas, a marca revela o novo visual da picape média para o público e confirma que o catálogo local será composto tanto pela variante híbrida quanto pela versão elétrica (esta última uma das principais novidades da nova linhagem).
Chamada pela Toyota de Hilux BEV, a configuração elétrica tem baterias de íon-lítio de 59,2 kWh e tração integral permanente. Ao todo, o sistema desenvolve 196 cv de potência, 20,9 kgfm de torque no eixo dianteiro e 27,3 kgfm no traseiro. No padrão WLTP, a marca declara autonomia de até 257 km no ciclo combinado e até 380 km no ciclo urbano. A capacidade de carga é de 715 kg e de reboque de 1,6 tonelada.
A estrutura mecânica, com carroceria sobre chassi, é a mesma das demais versões da Hilux, assim como a capacidade off-road. Segundo a Toyota, o sistema elétrico, incluindo a bateria, foi projetado para manter o mesmo desempenho em terrenos acidentados: a altura livre do solo é de 21,2 cm e a capacidade máxima de imersão é de 70 cm (exatamente a mesma das outras variantes da linha).
Nova Toyota Hilux elétrica tem a mesma capacidade off-road das demais versões
Divulgação
Nova Hilux híbrida de 48 volts
Outra versão anunciada na Europa (e que também deve chegar ao Brasil) é a híbrida leve (MHEV) de 48 volts. Neste caso, a Hilux usa o conhecido motor 2.8 turbodiesel de quatro cilindros com 204 cv de potência associado a um motor elétrico de 16 cv, além de baterias de íons de lítio com 0,2 kWh de capacidade. Segundo a Toyota, nesta configuração, a picape pode rebocar até 3.500 kg.
Nova Toyota Hilux híbrida será lançada no Brasil
Divulgação
Assim como as outras versões, a Hilux híbrida pode atravessar trechos alagados com até 70 cm de profundidade e sai de fábrica equipada com o sistema Multi-Terrain Select, que otimiza o desempenho do veículo em diferentes tipos de terreno. Na Europa, a variante MHEV será a mais vendida da linha, segundo as previsões da Toyota, e chegará às lojas em julho. A Hilux BEV, por sua vez, estará disponível já a partir de abril.
Nova Toyota Hilux híbrida combina motor 2.8 a diesel com sistema elétrico
Divulgação
Nova Hilux no Brasil
Por aqui, a nova Hilux será comercializada em duas motorizações. A primeira é velha conhecida, formada pelo atual motor 2.8 quatro-cilindros turbodiesel de 204 cv que já temos na caminhonete atual. Contudo, Autoesporte pode afirmar que a fabricante trará para nossa região, enfim, a variante híbrida leve de 48 Volts, auxiliada por um motor elétrico de 16 cv alimentado por baterias de íons de lítio de 0,2 kWh.
Nova Toyota Hilux tem interior bem mais refinado e ergonômico
Divulgação
Nossa reportagem apurou que o lançamento da nova Hilux híbrida leve no mercado brasileiro deverá acontecer no último trimestre de 2026, podendo ficar para o princípio do ano seguinte. Isso confirma uma informação inicial que publicamos ainda em 2023, quando a nova geração ainda estava distante de ser lançada. Nosso mercado continuará sendo abastecido pela fábrica de Zárate, na Argentina.
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Fonte: Auto Esporte

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VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...Mercado
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VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...

O Legado Ousado do VW 1600 TL O Volkswagen 1600 TL, especialmente em sua versão de 4 portas, representou uma das mais audaciosas apostas da marca alemã no mercado brasileiro durante a primeira fase de sua atuação no país. Lançado no final dos anos 60, em um período de efervescência para a indústria automotiva nacional, o TL (Touring Luxury) surgiu com a ambiciosa proposta de ser o carro definitivo para a família brasileira, combinando atributos estéticos inovadores com uma praticidade sem precedentes para os padrões da época. Seu design fastback, uma ruptura com as linhas mais conservadoras dos modelos Volkswagen então vigentes, buscava seduzir um público que procurava mais do que a robustez e a economia do Fusca, almejando um veículo com maior requinte e espaço. Design e Proposta Inovadora A estética do 1600 TL era, de fato, o seu grande diferencial. Com uma traseira "corta-vento" que lhe conferia um visual moderno e aerodinâmico, o modelo rompia com a monotonia do segmento. A versão 4 portas, em particular, sublinhava sua vocação familiar, oferecendo acessibilidade e conforto para todos os passageiros. Internamente, o carro prometia um nível de acabamento superior e um aproveitamento de espaço inteligente, com soluções que visavam otimizar a experiência a bordo. Sua plataforma, compartilhada com o Variant e o Karmann Ghia TC, evidenciava a estratégia da VW de diversificar sua linha de produtos com base em componentes já existentes, mas com roupagens completamente novas. Versatilidade para a Família Brasileira Para os motoristas brasileiros da época, o 1600 TL oferecia uma combinação tentadora de características. O amplo porta-malas, somado ao espaço interno generoso para quatro ou cinco ocupantes, o tornava ideal para viagens longas ou para o dia a dia da família. A dirigibilidade era outro ponto forte, com uma suspensão robusta e um motor boxer refrigerado a ar de 1.6 litro, que entregava desempenho adequado para as estradas e cidades do Brasil. Essa proposta de veículo versátil e espaçoso visava atender diretamente às necessidades do consumidor que crescia em poder aquisitivo e buscava um carro que pudesse servir a múltiplos propósitos, desde o lazer até o uso profissional. Desafios e Percepção no Mercado Apesar de todas as inovações, o VW 1600 TL enfrentou desafios significativos em sua jornada para conquistar o coração do motorista brasileiro. A recepção inicial do design foi polarizada; enquanto alguns o consideravam vanguardista, outros o viam como controverso, inclusive sendo apelidado de "Zé do Caixão" devido à sua traseira alongada e formato peculiar. A Volkswagen do Brasil, acostumada ao sucesso estrondoso do Fusca, precisou trabalhar arduamente para posicionar o TL em um segmento mais sofisticado, onde a concorrência de outros fabricantes também era acirrada. Motorização e Desempenho O motor 1.6 boxer, embora confiável e de manutenção relativamente simples, não era percebido como um diferencial de alta performance, especialmente quando comparado a alguns concorrentes. No entanto, sua durabilidade e a vasta rede de assistência técnica da Volkswagen eram pontos positivos inegáveis para o consumidor brasileiro, que valorizava a tranquilidade e a longevidade do investimento. O consumo de combustível, embora não fosse o mais baixo do mercado, era aceitável para um carro de seu porte e potência, tornando-o uma opção equilibrada para o uso cotidiano. O Impacto Duradouro na Cultura Automotiva Embora não tenha se tornado o "carro definitivo da família" na magnitude do Fusca, o VW 1600 TL deixou uma marca indelével na história automotiva brasileira. Ele representou um esforço genuíno da Volkswagen em expandir seus horizontes e oferecer uma alternativa mais sofisticada e estilosa. Hoje, o 1600 TL é um clássico cult, valorizado por colecionadores e entusiastas que reconhecem sua originalidade e a ousadia de seu projeto. Sua existência é um testemunho da capacidade da indústria brasileira de produzir veículos com personalidade e de uma época em que o design e a funcionalidade se encontravam em busca do ideal de mobilidade familiar.

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Fonte: Auto Esporte

CEO Mercedes: 'Fomos longe demais' sem botões em carrosTecnologia
1 ago 20261 min

CEO Mercedes: 'Fomos longe demais' sem botões em carros

A Reflexão da Mercedes-Benz: O Retorno dos Botões Físicos? A indústria automotiva tem passado por uma revolução digital, com a remoção progressiva de botões e comandos manuais em favor de telas sensíveis ao toque e interfaces digitais. No entanto, o CEO da Mercedes-Benz, Ola Källenius, surpreendeu ao admitir que a empresa – e a indústria como um todo – pode ter "ido longe demais" nessa busca pela minimalismo digital. Essa declaração acende um debate crucial sobre a usabilidade, segurança e a experiência do motorista moderno, ressoando especialmente no cenário automotivo brasileiro. O Reconhecimento da Mercedes-Benz e Seus Desafios Källenius, em um raro momento de autocrítica de um líder de uma montadora premium, indicou que a obsessão por remover cada botão físico em prol de superfícies lisas e telas gigantes pode ter tido efeitos adversos. A prioridade de uma experiência visualmente limpa e futurista muitas vezes colidiu com a praticidade e a intuitividade necessárias durante a condução. Para motoristas brasileiros, acostumados com realidades de trânsito variadas e por vezes desafiadoras, a necessidade de acesso rápido e sem desvios visuais a funções essenciais como climatização, volume ou ajuste de espelhos é fundamental. A distração causada pela navegação em menus digitais complexos para tarefas simples pode comprometer a segurança, um ponto que a Mercedes, conhecida por sua engenharia de segurança, não pode ignorar. O Equilíbrio entre Tecnologia e Usabilidade A admissão de Källenius não significa um abandono completo da tecnologia touchscreen, mas sim uma busca por um equilíbrio mais sensato. A tendência de eletrificação e digitalização dos veículos é irreversível, mas a forma como essa tecnologia é implementada está sob revisão. A questão central passa a ser: como integrar avanços tecnológicos sem sacrificar a funcionalidade básica e a segurança? Segurança e Intuitividade no Centro do Design A ergonomia e a segurança devem ser os pilares do design de interiores automotivos. Comandos físicos, por sua natureza tátil, permitem que o motorista ajuste configurações sem tirar os olhos da estrada. Isso é especialmente crítico em situações de emergência ou em ambientes urbanos densos. A indústria, ao invés de meramente substituir, precisa integrar as novas tecnologias de forma que complementem, e não compliquem, a interação humana com o veículo. A voz e o feedback tátil (háptico) são alternativas promissoras que podem reduzir a dependência exclusiva de toques na tela, oferecendo uma experiência mais natural e segura. Impacto para o Motorista Brasileiro e o Futuro Para o mercado brasileiro, a discussão é extremamente relevante. A durabilidade e a praticidade são fatores importantes na decisão de compra. Um interior excessivamente dependente de telas pode gerar preocupações com custos de manutenção a longo prazo, riscos de falha eletrônica e até mesmo a adaptação de diferentes gerações de motoristas, que podem ter diferentes níveis de familiaridade com interfaces digitais complexas. A Visão do Futuro da Indústria Automotiva A fala do CEO da Mercedes-Benz sinaliza uma possível mudança de paradigma, onde a sofisticação tecnológica será medida não apenas pela quantidade de telas, mas pela inteligência com que a interface é projetada para o uso humano. Espera-se que futuros modelos, inclusive os que chegarão ao Brasil, apresentem uma curadoria mais cuidadosa das funções que merecem um botão físico, aquelas que se beneficiam de um comando de voz, e as que realmente se encaixam em uma interface digital. O objetivo final é aprimorar a experiência de condução, tornando-la mais segura, intuitiva e agradável. A tendência digital continua, mas agora com um olhar mais crítico e centrado no motorista.

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Fonte: Quatro Rodas

Onix Plus Premier 2026: Comprar ou Pensar? Análise CompletaMercado
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Onix Plus Premier 2026: Comprar ou Pensar? Análise Completa

Análise Detalhada: Onix Plus Premier em Foco O Chevrolet Onix Plus Premier (R$ 125.290), sedã compacto topo de linha, busca relevância no mercado brasileiro. Apesar de prometer conectividade e equipamentos, a correia banhada a óleo gera ressalvas. Este resumo aborda os pontos positivos e negativos para auxiliar o consumidor na decisão de compra, conforme avaliação aprofundada. Pontos Fortes: Conectividade e Economia Tecnologia e Conforto a Bordo A conectividade é um destaque. A central multimídia MyLink de 11 polegadas oferece interface intuitiva e wireless para Android Auto/Apple CarPlay. O quadro de instrumentos digital (8 polegadas), conexão simultânea de dois celulares e Wi-Fi a bordo (OnStar) reforçam a experiência digital. O conforto vem de bancos ergonômicos em couro, ajustes completos na direção e cinto, bom espaço interno (2,60 m de entre-eixos) e porta-malas de 500 litros. Itens como ar-condicionado digital, chave presencial e assistente de estacionamento automático agregam praticidade. Baixo Custo de Manutenção e Consumo A economia pós-venda é um trunfo. O Onix Plus registra os menores custos de revisão e seguro da categoria, com valores bem abaixo dos rivais diretos. Em consumo, o motor 1.0 turbo automático impressiona: 8,5 km/l cidade/11,2 km/l estrada (etanol) e 12,2 km/l cidade/16 km/l estrada (gasolina), superando a concorrência e confirmando sua eficiência energética. Pontos Fracos: Desvalorização e Lacunas Desvalorização Alta e Suspensão Rígida A desvalorização é um ponto crítico: 26,8% em um ano, o maior entre veículos a combustão até R$ 150 mil, impactando a revenda. A suspensão rígida, exacerbada por pneus de alta calibração, compromete o conforto, especialmente para os passageiros traseiros em vias irregulares, aspecto relevante para o Brasil. Limitações do Motor e Falta de Segurança Avançada O motor 1.0 turbo flex, com injeção multiponto e 115 cv/16,8 kgfm, fica abaixo dos rivais (injeção direta, mais torque), resultando em retomadas mais lentas. A correia banhada a óleo, embora atualizada, exige manutenção específica e rigorosa. Em segurança, apesar dos seis airbags e alerta de ponto cego, faltam itens ADAS avançados (frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa), presentes em concorrentes na mesma faixa de preço, representando uma defasagem. Veredito para o Consumidor O Chevrolet Onix Plus Premier oferece forte conectividade e economia de uso, mas exige que o comprador pondere a alta desvalorização, o conforto da suspensão e a ausência de tecnologias de segurança ativa avançadas. É uma opção para quem prioriza tecnologia e baixo custo operacional, estando ciente de suas limitações.

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Fonte: Auto Esporte