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Renault prepara SUV Híbrido Flex no Brasil em parceria Geely

25 de abril de 2026
4 min de leitura
Renault prepara SUV Híbrido Flex no Brasil em parceria Geely

Renault e Geely: Um SUV Híbrido Flex em breve no Brasil

A parceria estratégica entre a Renault e a Geely está prestes a transformar o cenário automotivo brasileiro, com a produção local de veículos eletrificados. Após a confirmação da chegada do Geely EX5 EM-i, um SUV médio, já no segundo semestre de 2026 na fábrica de São José dos Pinhais (PR), as atenções se voltam para o que a Renault trará dessa colaboração. De acordo com apurações e confirmações de Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil, a marca francesa lançará um SUV híbrido plug-in em 2027, que deverá ser um “rebadge” do próprio Geely EX5.

Estratégia de Rebadge e Plataforma Compartilhada

A aposta em um rebadge faz sentido considerando o curto prazo de desenvolvimento. A Renault deverá adotar o monobloco e toda a estrutura mecânica do EX5 EM-i, mas com uma identidade visual própria, incluindo nova frente e traseira para se alinhar ao design da marca francesa. Essa estratégia já é vista em outros mercados, como na relação entre o Koleos e o Geely Monjaro. A base para este novo SUV será a plataforma GEA (Global Intelligent Electric Architecture) da Geely, a mesma utilizada nas versões elétrica e híbrida do EX5, garantindo tecnologia de ponta e eficiência.

Detalhes do Novo SUV Híbrido Plug-in Flex da Renault

O grande destaque do futuro SUV da Renault será seu conjunto mecânico, herdado do Geely EX5 EM-i e adaptado para o mercado brasileiro. Trata-se de um sistema híbrido plug-in que combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos integrados à transmissão DHT.

Desempenho e Autonomia

Este conjunto entrega uma potência combinada robusta de 262 cv e torque de 38,7 kgfm. A grande novidade e um diferencial crucial para o Brasil será a adaptação do motor a combustão para a tecnologia flex, permitindo o uso de gasolina e etanol. Em termos de autonomia elétrica, o SUV oferecerá duas opções de bateria: uma de 18,4 kWh, com alcance de até 65 km no modo 100% elétrico, e uma mais potente de 29,8 kWh, que eleva essa autonomia para impressionantes 112 km, replicando as configurações do EX5 EM-i. A autonomia total combinada pode chegar a cerca de 1.245 km nas versões de entrada e superar os 1.300 km nas mais completas, oferecendo tranquilidade para longas viagens.

Impacto no Mercado Brasileiro e Expectativas

A chegada deste SUV eletrificado da Renault, utilizando a plataforma e tecnologia Geely, representa um passo significativo para a eletrificação da frota nacional, com a vantagem do motor flex. O Geely EX5 EM-i, que serve de base, já foi lançado no Brasil com preços competitivos entre R$ 189.990 e R$ 234.990, indicando que o modelo da Renault também buscará um posicionamento atraente neste crescente segmento de SUVs eletrificados. Este movimento faz parte de um investimento total de R$ 3,8 bilhões entre Renault e Geely para produzir pelo menos quatro veículos no Brasil, fomentando a indústria e ampliando as opções para o consumidor brasileiro em busca de eficiência e tecnologia.

Renault prepara SUV Híbrido Flex no Brasil em parceria Geely
Graças à parceria com a Renault, a Geely produzirá o EX5 EM-i em São José dos Pinhais (PR) já no segundo semestre de 2026. Porém, além do SUV médio, mais dois modelos estão na fila para produção nacional, sendo um do grupo chinês e outro da marca francesa. O segundo modelo, apesar de não ter a confirmação oficial, será o elétrico EX2. A notícia da vez, de acordo com apurações da Autoesporte, é que o modelo da Renault poderá ser um rebadge do EX5.
A novidade foi confirmada por Ariel Montenegro, presidente e Diretor Geral da Renault Geely do Brasil. Na prévia da marca chinesa durante o Salão de Pequim 2026, o executivo também confirmou que o modelo da Renault será construído a partir da plataforma GEA (Global Intelligent Electric Architecture), a mesma usada pelo EX5 elétrico e híbrido.
A estreia prevista para 2027 é um grande impeditivo para ser um produto inédito, afinal, não se desenvolve um carro do zero em pouco mais de um ano. Justamente por isso, a Autoesporte aposta que o caminho mais fácil seria uma versão Renault do Geely EX5 EM-i. Para tal, o SUV manteria o monobloco, mas teria nova frente e traseira para ter a identidade visual da francesa. É algo similar ao que aconteceu com o Koleos em relação ao Geely Monjaro.
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A reportagem também apurou que, em algum momento da parceria entre as marcas, elas terão produtos disputando o mesmo segmento, o que é mais um indicativo de que o SUV da Renault deva ser um "rebadge" do EX5. O certo é que usando a plataforma GEA da Geely, o novo SUV da Renault terá o mesmo conjunto mecânico do EX5 EM-i, ou seja, será um híbrido plug-in. No entanto, terá como novidade a adaptação do motor à combustão para flex, ou seja, usando gasolina e etanol.
Geely EX5 EM-i é feito sobre a mesma plataforma GEA da versão elétrica do SUV
Renato Durães/Autoesporte
Como será o motor do novo SUV da Renault
O novo SUV da Renault, desenvolvido sobre a plataforma GEA da Geely, apostará em um conjunto híbrido plug-in para equilibrar desempenho e eficiência. O modelo combina um motor 1.5 a combustão com dois motores elétricos instalados na transmissão DHT, entregando potência combinada de 262 cv e torque de 38,7 kgfm.
Geely EX5 EM-i une motor 1.5 aspirado a outros dois elétricos em seu conjunto híbrido plug-in
Renato Durães/Autoesporte
Nas versões de entrada, o SUV contará com bateria de menor capacidade, com 18,4 kWh, garantindo autonomia elétrica de até 65 km. Já nas configurações mais caras, a marca oferecerá um pacote mais robusto, com bateria de 29,8 kWh, elevando a autonomia no modo 100% elétrico para até 112 km, assim como acontece no EX5 EM-i, recentemente testado por Autoesporte.
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Em ambos os casos, a proposta é entregar grande alcance total, com autonomia combinada que pode chegar a cerca de 1.245 km nas versões iniciais e atingir aproximadamente 1.300 km nas mais completas. Tudo isso acompanhado de um visual moderno, com identidade própria, reforçando a estratégia da Renault para competir no segmento de SUVs eletrificados.
Geely EX5 EM-i 2027 utiliza praticamente as mesmas soluções do modelo elétrico na cabine
Renato Durães/Autoesporte
Lembrando que o Geely EX5 EM-i acaba de estrear no mercado brasileiro em três versões, com preços competitivos entre R$ 189.990 a R$ 234.990. O modelo faz parte do investimento de R$ 3,8 bilhões de Renault e Geely para produzir ao menos quatro veículos no Brasil.
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Fonte: Auto Esporte

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A Estratégia Global da Chevrolet: Colaborações Chave A Chevrolet, parte do conglomerado General Motors (GM), mantém uma presença robusta em quase 80 países, uma capilaridade que se apoia, em parte, em uma estratégia inteligente de colaboração e compartilhamento de plataformas. Para alcançar tal escala e atender às demandas diversas de cada mercado, a marca frequentemente recorre a parcerias com outras montadoras para o desenvolvimento e produção de veículos. Essa abordagem permite à Chevrolet otimizar custos, acelerar o lançamento de modelos em segmentos específicos e aproveitar a expertise de parceiros em nichos onde não possui uma solução proprietária imediata. O resultado são carros que, embora ostentem o emblema da gravata dourada, carregam em seu DNA a engenharia e o design de outras grandes fabricantes. Razões para as Parcerias Automotivas As colaborações são fundamentais na indústria automotiva moderna. Elas servem para reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), mitigar riscos, expandir a linha de produtos rapidamente e entrar em novos mercados com veículos já adaptados às condições locais. Para a Chevrolet, isso significou a capacidade de oferecer uma gama variada de modelos, desde compactos urbanos até utilitários, sem a necessidade de desenvolver cada um do zero em todas as regiões do mundo. Isso gera eficiência e competitividade, beneficiando a marca e, em última instância, o consumidor. Os Parceiros e Suas Contribuições no Portfólio Chevrolet Historicamente, a General Motors tem um longo histórico de joint ventures e acordos técnicos. Suzuki, Toyota e Renault são exemplos notáveis de marcas que, de diferentes formas e em distintas épocas, influenciaram a linha Chevrolet em mercados globais. A Influência da Suzuki: Robustez em Compactos e SUVs A Suzuki, conhecida por sua expertise em veículos compactos e SUVs robustos, foi uma parceira valiosa. Em diversas ocasiões, modelos Chevrolet se beneficiaram de plataformas Suzuki, especialmente em segmentos que exigiam agilidade e durabilidade para ambientes desafiadores. Embora as colaborações diretas no Brasil tenham diminuído, a herança de engenharia e os princípios de design de veículos pequenos e versáteis da Suzuki podem ser observados indiretamente na forma como a GM desenvolve seus próprios compactos e SUVs globais, muitos deles vendidos no mercado brasileiro. A Contribuição da Toyota: Confiabilidade em Segmentos Específicos A Toyota, com sua reputação de confiabilidade e eficiência, também desempenhou um papel. Embora rebadge diretos de Toyota para Chevrolet não sejam tão comuns no Brasil, em outros mercados, a GM utilizou o conhecimento da Toyota, especialmente em veículos comerciais ou utilitários leves, onde a montadora japonesa é líder. Essas parcerias podem envolver o licenciamento de tecnologias, o compartilhamento de componentes ou até mesmo a produção conjunta em fábricas, garantindo que a Chevrolet possa oferecer produtos competitivos em nichos específicos, aproveitando a engenharia testada e aprovada da Toyota. Renault e a Diversificação da Linha Chevrolet Global A Renault, com forte presença em mercados europeus e emergentes através da Dacia, também contribuiu para a diversificação do portfólio Chevrolet em algumas regiões. Em certos mercados, a Chevrolet lançou modelos baseados em plataformas Renault/Dacia, especialmente em segmentos de entrada ou de veículos mais utilitários, oferecendo opções acessíveis e bem adaptadas às necessidades locais. Essas estratégias permitem à Chevrolet preencher lacunas em sua linha rapidamente, utilizando bases veiculares já consagradas e de baixo custo de produção. O Impacto para o Consumidor Brasileiro Para o motorista brasileiro, entender essas colaborações é crucial para compreender a estratégia global da Chevrolet. Embora os modelos atuais vendidos no Brasil (como Onix, Tracker, S10) sejam predominantemente desenvolvidos sobre plataformas globais da GM, a história das parcerias mostra a capacidade da marca de inovar e se adaptar. Isso se traduz em veículos com acesso a tecnologias e design que beneficiam de uma engenharia global, influenciada por diversas fontes de expertise. A longevidade, a manutenção e a disponibilidade de peças também são impactadas positivamente pela utilização de plataformas consolidadas, seja da própria GM ou de parcerias estratégicas passadas e presentes. Essa visão ampliada sobre a origem dos carros da Chevrolet reforça a confiança na qualidade e na estratégia por trás da marca que mobiliza milhões ao redor do mundo.

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Fonte: Quatro Rodas

GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais EconomiaTecnologia
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GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais Economia

Revolução Híbrida Flex no Haval H6 2027 O GWM Haval H6 2027 chega ao mercado brasileiro com uma inovação que promete redefinir a eficiência dos SUVs híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV) no país. Além da aguardada motorização flex, que torna todas as versões compatíveis com etanol, a grande estrela é um "truque" tecnológico inédito em seu câmbio. A GWM implementou uma funcionalidade inovadora na caixa automatizada DHT (Dedicated Hybrid Transmission) que visa combater o desperdício de energia, conhecido como “modo parasita”, otimizando significativamente o consumo de combustível. O Segredo da Economia: Câmbio DHT Inovador Desacoplamento Inteligente A principal inovação reside na capacidade de desacoplamento de um motor elétrico gerador, agora menor e integrado diretamente ao câmbio. Anteriormente, essa máquina elétrica girava constantemente junto ao motor a combustão, mesmo quando sua assistência não era necessária, gerando um arrasto mecânico interno e consumindo energia de forma ineficiente. Com o sistema de desacoplamento, este motor elétrico pode ser totalmente desligado quando não está em uso, eliminando o atrito e a "inércia rotacional" que contribuíam para o "modo parasita". Esta é a primeira vez que uma transmissão DHT oferece tal recurso no mercado brasileiro, resultando em uma redução notável no arrasto e, consequentemente, em maior eficiência energética. Motorização Flex Aprimorada Sob o capô, o Haval H6 2027 mantém o confiável motor 1.5 turbo de quatro cilindros, 16 válvulas e injeção direta, operando em ciclo Miller. Este propulsor foi meticulosamente desenvolvido para se tornar flex, recebendo atualizações como novas velas de ignição, filtros e bombas de combustível, bicos injetores e a adição de um sensor de etanol no tanque. Mesmo com a compatibilidade flex, o motor preserva os 150 cv de potência e 24,4 kgfm de torque, com este último agora disponível mais cedo, entre 1.200 e 1.800 rpm, para uma resposta mais ágil. No ano anterior, já havia recebido melhorias como intercooler a água e bombas variáveis, reforçando sua modernidade e durabilidade. Variedade e Potência para o Consumidor Brasileiro Detalhes das Versões e Autonomia O Haval H6 2027 oferece uma gama de versões para atender diferentes perfis de consumidores. As configurações One e HEV2, híbridas plenas (HEV), entregam 248 cv de potência e 54,5 kgfm de torque, com uma bateria de 1,53 kWh e o novo câmbio DHT com desacoplamento, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. Para os que buscam maior autonomia elétrica, as versões plug-in (PHEV) são divididas em: PHEV19: Com bateria de 19 kWh, oferece 326 cv e 54,5 kgfm, capaz de rodar 73 km no modo elétrico e acelerar de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. PHEV35 e GT: As topo de linha, com bateria de 35 kWh, alcançam impressionantes 393 cv de potência e 65,5 kgfm de torque, proporcionando uma autonomia elétrica de até 126 km. O 0 a 100 km/h é feito em ágeis 4,8 segundos no PHEV35 e 4,7 segundos no GT. Os preços competitivos são: GWM Haval H6 One - R$ 199.900; GWM Haval H6 HEV2 - R$ 225 mil; GWM Haval H6 PHEV19 - R$ 250 mil; GWM Haval H6 PHEV35 - R$ 290 mil; GWM Haval H6 GT - R$ 326 mil. Modos de Condução e Tração Integral As configurações mais potentes, PHEV35 e GT, contam ainda com tração integral e cinco modos de condução distintos, que permitem ao motorista adaptar a experiência de pilotagem a diversas situações: ICE (motor a combustão), EV FWD (elétrico dianteiro), EV RWD (elétrico traseiro), EV AWD (dois motores elétricos) e Performance Máxima (todos os três motores em conjunto). Essa versatilidade reforça o compromisso do Haval H6 em entregar desempenho e eficiência.

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Fonte: Auto Esporte