Voltar para Notícias
Mercado

Novo Duster no Brasil: Renault Esfria Expectativas de...

12 de junho de 2026
4 min de leitura
Novo Duster no Brasil: Renault Esfria Expectativas de...

O Futuro Incerto do Novo Renault Duster no Brasil

Apesar do lançamento da nova geração do Duster na Europa em 2023, e sua chegada a mercados como Turquia, Austrália e Índia (com um visual exclusivo e mais robusto), o Brasil ainda aguarda a confirmação de sua vinda. O atual modelo, lançado em 2020 e reestilizado em 2024, mantém uma base sólida de clientes, vendendo mais de 1.000 unidades por mês, o que a Renault considera uma posição relativamente confortável no mercado brasileiro. Essa performance consistente, aliada a outros fatores estratégicos, coloca em cheque a chegada do novo Duster em curto prazo.

O Que Diz a Renault Geely do Brasil

A Autoesporte conversou com Ariel Montenegro, presidente do grupo Renault Geely do Brasil, que reconheceu o forte apelo comercial do Duster. Contudo, Montenegro não deu respostas animadoras, afirmando que, embora unidades tenham sido trazidas para testes e estudos de renovação sejam constantes, não há nada confirmado sobre o lançamento da nova geração. A decisão final, caso ocorra, será compartilhada posteriormente. Diante dessas declarações, a expectativa é que a chegada do modelo reformulado seja improvável para já.

Estratégia da Renault e Impacto para o Consumidor

A atual estratégia da Renault no Brasil foca em produtos próprios e desvinculados da Dacia, ao contrário do que acontecia no passado. A marca tem investido em projetos como o aguardado Aurora e em frutos da parceria com a Geely, com lançamentos recentes como Kardian, Boreal e Koleos renovando seu portfólio de SUVs. Uma eventual vinda do novo Duster, que na Europa é Dacia, poderia ir de encontro a essa nova diretriz, tornando sua importação ou produção local menos prioritária para a montadora.

Para o consumidor brasileiro, isso significa que o Duster atual deve permanecer no mercado por mais tempo, sem uma substituição iminente. Aqueles que esperam por um SUV Renault mais moderno e com as novidades mecânicas e de design da nova geração (como o motor híbrido E-Tech 160 e o design mais agressivo com para-choques exclusivos e lanternas conectadas) terão que aguardar por mais tempo ou considerar as outras opções de SUV que a marca já oferece ou planeja lançar localmente.

Detalhes do Novo Duster Global

O novo Renault Duster, que já foi flagrado no Brasil em testes, mede 4,34 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,65 m de altura e 2,65 m de entre-eixos, com porta-malas de 518 litros. A versão indiana, por exemplo, destaca-se pelo visual mais agressivo, para-choques exclusivos, faróis e lanternas de LED redesenhados, rodas inéditas e até teto solar. Na mecânica, uma das opções é o conjunto híbrido pleno (HEV) E-Tech 160, com motor 1.8 aspirado e elétrico, entregando 160 cv de potência combinada, já presente em outros modelos da marca. No entanto, sem a confirmação oficial, essas características permanecem como uma referência do que poderia vir a ser, e não uma certeza para o mercado nacional.

Novo Duster no Brasil: Renault Esfria Expectativas de...
A Renault já renovou seu portfólio de SUVs no Brasil com o lançamento de Kardian, Boreal e Koleos, mas ainda não atualizou aquele que é considerado um de seus nomes mais conhecidos no segmento: o Duster. O modelo atual foi lançado em 2020, reestilizado em 2024 e não mudou mais desde então. A nova geração está à venda na Europa desde o final de 2023, mas ainda não foi confirmada por aqui. Será que ainda vem?
Autoesporte conversou com o presidente do grupo Renault Geely do Brasil, Ariel Montenegro, e obteve detalhes sobre os planos da marca para o modelo. Ao programa CBN Autoesporte, o executivo reconheceu que o Duster tem forte apelo comercial no Brasil, mas não deu respostas tão animadoras sobre o lançamento da nova geração por aqui. Até o momento, não há nada confirmado.
“Nós trouxemos unidades para testar e sempre estudamos renovações para o Duster, mas ainda não temos nada confirmado. Estamos realizando estudos e análises, quando tivermos uma decisão compartilharemos”, disse.
Novo Renault Duster para a Índia tem visual exclusivo
Divulgação
Ainda segundo Montenegro, o Duster atual mantém uma base sólida de clientes e emplaca em média mais de 1.000 unidades por mês, o que parece ser uma posição relativamente confortável para a marca. Diante disso, Autoesporte acredita que o lançamento da nova geração por aqui é bastante improvável, pelo menos no curto prazo.
+ Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte
Novo Renault Duster já foi flagrado no Brasil, mas não deve ser vendido por aqui tão cedo
Divulgação
Além disso, uma eventual vinda do novo Duster ao Brasil iria de encontro à atual estratégia da Renault de apostar em produtos próprios e sem relação direta com carros da Dacia, como acontecia no passado. Atualmente, a marca tem focado em outros projetos, como o aguardado Aurora e os frutos da recente parceria firmada com a Geely.
Como é o novo Duster
Lançado em 2023 e vendido na maior parte da Europa como Dacia, o novo Duster também usa a logomarca da Renault em outros mercados. É o caso de países como Turquia, Austrália e, mais recentemente, Índia. Neste último, inclusive, o SUV foi lançado com linhas agressivas e aspecto geral mais robusto.
Novo Renault Duster mede 4,34 metros de comprimento e possui 2,65 m de entre-eixos
Divulgação
Em particular, apresenta para-choques exclusivos, faróis com novos componentes de LED e lanternas redesenhadas conectadas por uma faixa luminosa. Além disso, há rodas inéditas e emblemas espalhados pela carroceria, desde a base das portas até o rack de teto.
Teste: Duster híbrido tem tudo que queremos no novo SUV nacional da Renault
Renault Duster terá nova geração no Brasil? Chefão da marca responde
Novo Renault Duster vai ser lançado no Brasil? Entenda os flagras do SUV
Novo Renault Duster foi modificado para a Índia e tem painel inspirado no Boreal
Divulgação
Destaque ainda para o logotipo com o nome do modelo na grade dianteira, substituindo o emblema da Dacia presente na versão romena e a grafia “Renault” usada no Duster produzido na Turquia. As medidas incluem 4,34 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,65 m de altura e 2,65 m de entre-eixos — ou seja, as mesmas dimensões do Duster europeu. A altura livre do solo é de ​​21,2 cm e a capacidade do porta-malas é de 518 litros.
Novo Renault Duster para a Índia é mais refinado e tem até teto solar
Divulgação
Na mecânica, um dos destaques do modelo indiano é a versão E-Tech 160, que usa o mesmo conjunto híbrido pleno (HEV) oferecido nos modelos Captur e Clio. O sistema é formado por um motor 1.8 de quatro cilindros aspirado associado a motor de partida/gerador, um motor elétrico e uma bateria de 1,4 kWh, entregando potência combinada de 160 cv e torque de 17,5 kgfm. A tração, em todas as versões, é apenas dianteira.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital.
Mais Lidas

Renault DusterNovo DusterDuster BrasilSUV RenaultMercado AutomotivoAriel MontenegroVisão VeicularvisaoveicularLançamento DusterCarros Brasil

Fonte: Auto Esporte

Ler artigo original

Leia também

BMW iX3: Maior Autonomia Elétrica Chega ao BrasilEletricos
28 jul 20261 min

BMW iX3: Maior Autonomia Elétrica Chega ao Brasil

BMW iX3 Chega ao Brasil: O Novo Padrão Elétrico O cenário automotivo brasileiro recebe um novo protagonista no segmento de veículos elétricos: o BMW iX3. Lançado com um preço de R$ 582.950, este SUV elétrico de luxo não apenas expande a oferta da marca bávara no país, mas se posiciona como um divisor de águas ao oferecer a maior autonomia elétrica disponível no Brasil. Essa característica o torna uma opção altamente competitiva para motoristas que buscam performance, sustentabilidade e, acima de tudo, a liberdade de percorrer maiores distâncias com uma única carga. A chegada do iX3 é um marco para a BMW, sinalizando uma ofensiva eletrificada robusta e um compromisso com a inovação no mercado nacional de veículos premium. Autonomia Recorde e Posicionamento de Mercado A promessa de "maior autonomia elétrica do Brasil" confere ao iX3 um status de liderança, desafiando concorrentes e elevando o padrão para o que se espera de um SUV elétrico de alta gama. Para o consumidor brasileiro, isso se traduz em maior praticidade para viagens longas, menor preocupação com pontos de recarga e uma experiência de condução mais fluida e ininterrupta. O preço, alinhado ao segmento premium, reflete o investimento em tecnologia de ponta, materiais de alta qualidade e o prestígio da marca, justificando o valor para um público exigente que prioriza inovação e exclusividade. Inovação em Design e Tecnologia que Apontam para o Futuro O BMW iX3 é mais do que um carro elétrico; ele é um pioneiro. O modelo é o primeiro a implementar o novo visual da BMW, que serve como um preview do que esperar de futuros lançamentos da marca. Este design renovado provavelmente incorpora linhas mais arrojadas, uma aerodinâmica otimizada e elementos visuais que reforçam sua identidade elétrica, como uma reinterpretação da clássica grade frontal, que agora pode ter um papel mais estético do que funcional. Tecnologias Inéditas e Experiência de Condução Além da estética, o iX3 insere tecnologias inéditas que prometem revolucionar a experiência de condução. Essas inovações podem abranger desde sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS) de última geração, como condução semi-autônoma aprimorada e estacionamento inteligente, até um sistema de infoentretenimento mais intuitivo e conectado, com integração profunda de inteligência artificial e conectividade 5G. A eficiência do powertrain elétrico, a otimização da gestão de bateria e as soluções de carregamento rápido também são pontos cruciais que beneficiam diretamente o usuário, tornando a vida com um veículo elétrico mais fácil e conveniente. Preparando o Futuro da BMW no País A relevância do BMW iX3 transcende seu próprio lançamento. Ele é a ponta de lança de uma estratégia ambiciosa da BMW, uma vitrine para as inovações que serão disseminadas por sua linha de produtos. A informação de que as tecnologias e o visual apresentados no iX3 chegarão a 40 outros carros da marca futuramente é um indicativo claro do caminho que a BMW pretende seguir. Isso significa que o iX3 não é um modelo isolado, mas o precursor de uma era de eletrificação e modernização em larga escala para a montadora alemã. O Legado do iX3 para o Portfólio BMW Para o consumidor brasileiro, essa estratégia representa a promessa de um portfólio BMW cada vez mais focado em mobilidade elétrica e tecnologias de ponta. Desde sedans executivos a SUVs robustos, a influência do iX3 moldará a próxima geração de veículos da marca, oferecendo opções mais eficientes, conectadas e alinhadas às demandas de um futuro sustentável. O iX3, portanto, não é apenas um novo carro no mercado, mas um manifesto da visão futurista da BMW para o Brasil e o mundo.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

Mitsubishi Triton GLS: Desconto R$25 mil e Preço de ToroMercado
28 jul 20265 min

Mitsubishi Triton GLS: Desconto R$25 mil e Preço de Toro

Mitsubishi Triton GLS: Desconto e Posicionamento no Mercado A Mitsubishi Triton assumiu um papel central no mercado brasileiro, tornando-se a única picape da marca após o encerramento da produção da L200 no final de 2025. Para impulsionar suas vendas e solidificar sua presença, a versão GLS automática está sendo oferecida com um significativo desconto de R$ 25 mil durante o mês de julho. O preço promocional de R$ 249.990 posiciona a Triton GLS diretamente no segmento da Fiat Toro, um movimento estratégico para atrair um público mais amplo. Essa oferta, válida para grande parte do território nacional, exceto para Acre, Maranhão, Rondônia, Roraima e Zona Franca de Manaus, representa uma oportunidade para consumidores que buscam uma picape robusta com preço mais acessível. Diversas concessionárias pelo país já estão comercializando a Triton GLS pelo valor reduzido, como a Akka Mitsubishi em Sete Lagoas (MG) e a Raion Recreio no Rio de Janeiro (RJ), entre outras que aderiram à promoção. Ficha Técnica e Desempenho da Triton GLS A Mitsubishi Triton GLS é construída sobre um chassi de longarinas, garantindo a robustez típica de picapes médias. Com 5,32 metros de comprimento e 3,13 metros de entre-eixos, oferece um bom espaço interno e uma caçamba com capacidade volumétrica de 1.046 litros, apta a transportar uma tonelada de carga e rebocar até 3.500 kg. Sob o capô, a picape é equipada com o moderno motor 2.4 turbodiesel DOHC Mivec, que entrega 205 cv de potência a 3.500 rpm e um torque de 47,9 kgfm entre 1.500 e 2.750 rpm. Este motor trabalha em conjunto com um câmbio automático Aisin de seis marchas e o sistema de tração 4x4 temporária com reduzida, características essenciais para o uso misto e fora-de-estrada. Em termos de consumo, a Triton GLS registra médias de 9,5 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada, segundo o Inmetro, resultando em uma autonomia rodoviária de quase 900 km com seu tanque de 76 litros. Equipamentos de Série e Recursos da Versão GLS A versão GLS da Mitsubishi Triton vem bem equipada, visando oferecer segurança e conforto aos seus ocupantes. A lista de itens de série inclui sete airbags, controles de estabilidade e tração, direção elétrica e ar-condicionado digital. Para a conveniência do motorista, a picape conta com câmera de ré, multimídia de 8 polegadas com conectividade para Android Auto e Apple CarPlay, e painel de instrumentos de 7 polegadas. Visualmente, a Triton GLS se destaca pelas rodas de liga leve de 17 polegadas, estribos laterais e skid plate dianteiros em preto fosco. Importante notar que assistências de condução mais avançadas, como controle de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência, são características exclusivas das versões superiores, como a HPE-S. Mesmo assim, a GLS oferece um pacote equilibrado para o consumidor que busca uma picape competente e com bom custo-benefício, especialmente com o desconto atual.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte

Chevrolet: A influência de Suzuki, Toyota e Renault em...Mercado
27 jul 20261 min

Chevrolet: A influência de Suzuki, Toyota e Renault em...

A Estratégia Global da Chevrolet: Colaborações Chave A Chevrolet, parte do conglomerado General Motors (GM), mantém uma presença robusta em quase 80 países, uma capilaridade que se apoia, em parte, em uma estratégia inteligente de colaboração e compartilhamento de plataformas. Para alcançar tal escala e atender às demandas diversas de cada mercado, a marca frequentemente recorre a parcerias com outras montadoras para o desenvolvimento e produção de veículos. Essa abordagem permite à Chevrolet otimizar custos, acelerar o lançamento de modelos em segmentos específicos e aproveitar a expertise de parceiros em nichos onde não possui uma solução proprietária imediata. O resultado são carros que, embora ostentem o emblema da gravata dourada, carregam em seu DNA a engenharia e o design de outras grandes fabricantes. Razões para as Parcerias Automotivas As colaborações são fundamentais na indústria automotiva moderna. Elas servem para reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), mitigar riscos, expandir a linha de produtos rapidamente e entrar em novos mercados com veículos já adaptados às condições locais. Para a Chevrolet, isso significou a capacidade de oferecer uma gama variada de modelos, desde compactos urbanos até utilitários, sem a necessidade de desenvolver cada um do zero em todas as regiões do mundo. Isso gera eficiência e competitividade, beneficiando a marca e, em última instância, o consumidor. Os Parceiros e Suas Contribuições no Portfólio Chevrolet Historicamente, a General Motors tem um longo histórico de joint ventures e acordos técnicos. Suzuki, Toyota e Renault são exemplos notáveis de marcas que, de diferentes formas e em distintas épocas, influenciaram a linha Chevrolet em mercados globais. A Influência da Suzuki: Robustez em Compactos e SUVs A Suzuki, conhecida por sua expertise em veículos compactos e SUVs robustos, foi uma parceira valiosa. Em diversas ocasiões, modelos Chevrolet se beneficiaram de plataformas Suzuki, especialmente em segmentos que exigiam agilidade e durabilidade para ambientes desafiadores. Embora as colaborações diretas no Brasil tenham diminuído, a herança de engenharia e os princípios de design de veículos pequenos e versáteis da Suzuki podem ser observados indiretamente na forma como a GM desenvolve seus próprios compactos e SUVs globais, muitos deles vendidos no mercado brasileiro. A Contribuição da Toyota: Confiabilidade em Segmentos Específicos A Toyota, com sua reputação de confiabilidade e eficiência, também desempenhou um papel. Embora rebadge diretos de Toyota para Chevrolet não sejam tão comuns no Brasil, em outros mercados, a GM utilizou o conhecimento da Toyota, especialmente em veículos comerciais ou utilitários leves, onde a montadora japonesa é líder. Essas parcerias podem envolver o licenciamento de tecnologias, o compartilhamento de componentes ou até mesmo a produção conjunta em fábricas, garantindo que a Chevrolet possa oferecer produtos competitivos em nichos específicos, aproveitando a engenharia testada e aprovada da Toyota. Renault e a Diversificação da Linha Chevrolet Global A Renault, com forte presença em mercados europeus e emergentes através da Dacia, também contribuiu para a diversificação do portfólio Chevrolet em algumas regiões. Em certos mercados, a Chevrolet lançou modelos baseados em plataformas Renault/Dacia, especialmente em segmentos de entrada ou de veículos mais utilitários, oferecendo opções acessíveis e bem adaptadas às necessidades locais. Essas estratégias permitem à Chevrolet preencher lacunas em sua linha rapidamente, utilizando bases veiculares já consagradas e de baixo custo de produção. O Impacto para o Consumidor Brasileiro Para o motorista brasileiro, entender essas colaborações é crucial para compreender a estratégia global da Chevrolet. Embora os modelos atuais vendidos no Brasil (como Onix, Tracker, S10) sejam predominantemente desenvolvidos sobre plataformas globais da GM, a história das parcerias mostra a capacidade da marca de inovar e se adaptar. Isso se traduz em veículos com acesso a tecnologias e design que beneficiam de uma engenharia global, influenciada por diversas fontes de expertise. A longevidade, a manutenção e a disponibilidade de peças também são impactadas positivamente pela utilização de plataformas consolidadas, seja da própria GM ou de parcerias estratégicas passadas e presentes. Essa visão ampliada sobre a origem dos carros da Chevrolet reforça a confiança na qualidade e na estratégia por trás da marca que mobiliza milhões ao redor do mundo.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais EconomiaTecnologia
27 jul 20265 min

GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais Economia

Revolução Híbrida Flex no Haval H6 2027 O GWM Haval H6 2027 chega ao mercado brasileiro com uma inovação que promete redefinir a eficiência dos SUVs híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV) no país. Além da aguardada motorização flex, que torna todas as versões compatíveis com etanol, a grande estrela é um "truque" tecnológico inédito em seu câmbio. A GWM implementou uma funcionalidade inovadora na caixa automatizada DHT (Dedicated Hybrid Transmission) que visa combater o desperdício de energia, conhecido como “modo parasita”, otimizando significativamente o consumo de combustível. O Segredo da Economia: Câmbio DHT Inovador Desacoplamento Inteligente A principal inovação reside na capacidade de desacoplamento de um motor elétrico gerador, agora menor e integrado diretamente ao câmbio. Anteriormente, essa máquina elétrica girava constantemente junto ao motor a combustão, mesmo quando sua assistência não era necessária, gerando um arrasto mecânico interno e consumindo energia de forma ineficiente. Com o sistema de desacoplamento, este motor elétrico pode ser totalmente desligado quando não está em uso, eliminando o atrito e a "inércia rotacional" que contribuíam para o "modo parasita". Esta é a primeira vez que uma transmissão DHT oferece tal recurso no mercado brasileiro, resultando em uma redução notável no arrasto e, consequentemente, em maior eficiência energética. Motorização Flex Aprimorada Sob o capô, o Haval H6 2027 mantém o confiável motor 1.5 turbo de quatro cilindros, 16 válvulas e injeção direta, operando em ciclo Miller. Este propulsor foi meticulosamente desenvolvido para se tornar flex, recebendo atualizações como novas velas de ignição, filtros e bombas de combustível, bicos injetores e a adição de um sensor de etanol no tanque. Mesmo com a compatibilidade flex, o motor preserva os 150 cv de potência e 24,4 kgfm de torque, com este último agora disponível mais cedo, entre 1.200 e 1.800 rpm, para uma resposta mais ágil. No ano anterior, já havia recebido melhorias como intercooler a água e bombas variáveis, reforçando sua modernidade e durabilidade. Variedade e Potência para o Consumidor Brasileiro Detalhes das Versões e Autonomia O Haval H6 2027 oferece uma gama de versões para atender diferentes perfis de consumidores. As configurações One e HEV2, híbridas plenas (HEV), entregam 248 cv de potência e 54,5 kgfm de torque, com uma bateria de 1,53 kWh e o novo câmbio DHT com desacoplamento, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. Para os que buscam maior autonomia elétrica, as versões plug-in (PHEV) são divididas em: PHEV19: Com bateria de 19 kWh, oferece 326 cv e 54,5 kgfm, capaz de rodar 73 km no modo elétrico e acelerar de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. PHEV35 e GT: As topo de linha, com bateria de 35 kWh, alcançam impressionantes 393 cv de potência e 65,5 kgfm de torque, proporcionando uma autonomia elétrica de até 126 km. O 0 a 100 km/h é feito em ágeis 4,8 segundos no PHEV35 e 4,7 segundos no GT. Os preços competitivos são: GWM Haval H6 One - R$ 199.900; GWM Haval H6 HEV2 - R$ 225 mil; GWM Haval H6 PHEV19 - R$ 250 mil; GWM Haval H6 PHEV35 - R$ 290 mil; GWM Haval H6 GT - R$ 326 mil. Modos de Condução e Tração Integral As configurações mais potentes, PHEV35 e GT, contam ainda com tração integral e cinco modos de condução distintos, que permitem ao motorista adaptar a experiência de pilotagem a diversas situações: ICE (motor a combustão), EV FWD (elétrico dianteiro), EV RWD (elétrico traseiro), EV AWD (dois motores elétricos) e Performance Máxima (todos os três motores em conjunto). Essa versatilidade reforça o compromisso do Haval H6 em entregar desempenho e eficiência.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte