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Eletricos

Mitsubishi Eclipse EV: Novo SUV Elétrico É Clone do Leaf

11 de junho de 2026
3 min de leitura
Mitsubishi Eclipse EV: Novo SUV Elétrico É Clone do Leaf

O Renascimento Elétrico do Mitsubishi Eclipse

A Mitsubishi persiste em sua estratégia de revitalizar o nome icônico 'Eclipse', que antes representava um cupê esportivo, agora o transformando em um SUV totalmente elétrico. Após o Eclipse Cross e sua recente versão elétrica europeia baseada no Renault Scénic E-Tech, a marca anuncia o Eclipse Sportback EV, um modelo com foco inicial nos Estados Unidos que, na verdade, é um rebadge da nova geração do Nissan Leaf. Esta movimentação reforça a parceria da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e mostra como as marcas estão compartilhando plataformas e designs para acelerar a transição elétrica e otimizar custos. Para o motorista brasileiro, a chegada de modelos elétricos globalmente relevantes, mesmo que primeiramente em outros mercados, sinaliza as tendências e o tipo de tecnologia que poderá chegar ao nosso país futuramente.

Design e Estratégia 'Rebadge'

Seguindo a prática comum de 'rebadge', o Eclipse Sportback EV adota a carroceria base do Nissan Leaf, mas incorpora elementos visuais distintos para alinhar-se à identidade Mitsubishi. Na dianteira, destacam-se a grade e o para-choque redesenhados, com entradas de ar modificadas e faróis que, apesar do formato similar ao Leaf, recebem uma assinatura luminosa própria em LED. De perfil, a semelhança com o Leaf é notável, mantendo a silhueta cupê original. A traseira também ganha um para-choque exclusivo e lanternas com arranjo interno novo, embora o formato externo seja o mesmo das versões de entrada do Nissan, sem os gráficos 3D das variantes topo de linha. Essas alterações visam dar ao Eclipse uma identidade própria, mesmo compartilhando a estrutura.

Tecnologia Nissan na Essência Mitsubishi

Apesar das mudanças estéticas externas, a essência tecnológica do Eclipse Sportback EV é inegavelmente Nissan. O interior, por exemplo, deve ser praticamente idêntico ao do Leaf, com a provável distinção principal sendo o logotipo da Mitsubishi no volante. O painel do Leaf, que serve de base, oferece duas telas digitais de 12,3 ou 14,3 polegadas, dependendo da versão. Ainda não há confirmação se recursos mais premium do Leaf, como o teto panorâmico eletrocrômico e o sistema de áudio Bose Personal, serão oferecidos no Eclipse. No entanto, a expectativa é de um ambiente moderno e bem equipado, refletindo o que já se vê nos modelos da Aliança.

Desempenho e Autonomia

Mecanicamente, o Eclipse Sportback EV compartilha a plataforma CMF-EV, a mesma do Nissan Leaf e do Ariya, garantindo uma base sólida e testada para veículos elétricos. As especificações técnicas completas ainda serão divulgadas, mas devem espelhar as do Leaf. Isso inclui opções de bateria de 52 kWh ou 75 kWh, e motores elétricos com potências de 176 cv ou 218 cv. A autonomia estimada, baseada no padrão EPA para os Estados Unidos, pode chegar a impressionantes 488 km, posicionando o Eclipse Sportback EV como um competidor forte no segmento de SUVs elétricos, com boa capacidade para viagens e uso diário. As dimensões também são próximas às do Leaf norte-americano, com 4,40 metros de comprimento e uma distância entre-eixos de 2,69 metros.

Um Olhar para o Futuro (e o Brasil?)

O lançamento do Eclipse Sportback EV no mercado norte-americano faz parte de um plano ambicioso da Mitsubishi, que prevê lançar um veículo novo ou significativamente revisado a cada ano até 2030, incluindo uma inédita versão off-road do Outlander em 2027 e uma nova picape baseada na Frontier vendida nos EUA. Embora o novo Nissan Leaf ainda não tenha chegado ao Brasil, e o Eclipse Sportback EV esteja inicialmente focado nos EUA, a movimentação da Aliança sugere um futuro elétrico mais robusto. Para o mercado brasileiro, o fato de o Nissan Leaf (base do Eclipse) ainda não ter chegado gera expectativa sobre como e quando essa tecnologia de veículos elétricos compactos e com boa autonomia será introduzida pelas marcas irmãs no país, possivelmente abrindo portas para modelos como este no futuro.

Mitsubishi Eclipse EV: Novo SUV Elétrico É Clone do Leaf
A Mitsubishi continua empenhada na estratégia de usar o nome Eclipse em modelos que nada tem a ver com o cupê esportivo vendido entre 1989 e 2011. Depois do Eclipse Cross de 2017 e de sua recente versão elétrica (lançada na Europa em 2025 como clone do Renault Scénic E-Tech), a marca apresenta agora o Eclipse Sportback EV. O modelo estreia com foco nos Estados Unidos e nada mais é do que uma versão rebatizada da nova geração do Nissan Leaf.
Dentro da comum receita de rebadge, o modelo aproveita a carroceria do veículo original e adiciona elementos de diferenciação baseados na identidade da nova marca. No caso do Eclipse Sportback EV, há grade modificada, novos detalhes aerodinâmicos e para-choque com entradas redesenhadas. Os faróis têm basicamente o mesmo formato, mas possuem LEDs com assinatura luminosa própria.
Mitsubishi Eclipse Sportback EV tem a mesma silhueta do irmão Leaf
Divulgação
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De perfil, o SUV também é praticamente idêntico ao Leaf, mantendo inclusive a silhueta original no estilo cupê. A traseira exibe para-choque próprio, acompanhando o mesmo estilo do dianteiro, enquanto as lanternas têm exatamente o mesmo formato usado nas versões de entrada do Nissan (ou seja, sem os gráficos padrão 3D exclusivos das variantes topo de linha). Apesar disso, o arranjo interno é novo.
Detalhes do interior ainda não foram revelados, mas a cabine certamente será a mesma do Leaf — espere apenas pelo logotipo da Mitsubishi no volante. No Nissan, o painel conta com duas telas de 12,3 ou 14,3 polegadas, dependendo da versão. Resta saber se o Eclipse também terá o teto panorâmico eletrocrômico com escurecimento automático e o sistema de áudio Bose Personal com alto-falantes integrados aos encostos de cabeça.
Mitsubishi Eclipse Sportback EV tem 2,69 metros de entre-eixos e quase 500 km de autonomia
Divulgação
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Mecanicamente, a plataforma CMF-EV é exatamente a mesma do irmão Leaf e do Ariya. As especificações técnicas completas ainda não foram divulgadas, mas devem seguir o padrão do Nissan. Ou seja, baterias de 52 kWh ou 75 kWh, e motor elétrico com potência de 176 cv ou 218 cv. A autonomia, no padrão EPA dos Estados Unidos, é de até 488 km.
Novo Nissan Leaf estreou em 2025, mas ainda não chegou ao Brasil
Nissan/Divulgação
Em dimensões, o Eclipse Sportback deve seguir o padrão da versão norte-americana do Leaf, que conta com 4,40 metros de comprimento. Já as variantes para o Japão e a Europa têm 4,36 m e 4,35 m, respectivamente. A distância entre-eixos, porém, é a mesma para todas as regiões: 2,69 metros.
Além da carroceria, Nissan Leaf emprestará para o Eclipse Sportback o painel
Nissan/Divulgação
A Mitsubishi promete divulgar mais informações sobre o SUV em breve, incluindo preços e versões. Além disso, confirma para o mercado norte-americano o lançamento de uma inédita versão off-road do Outlander em 2027. Na sequência, terá um veículo novo ou significativamente revisado a cada ano até 2030, incluindo uma nova picape baseada da Frontier vendida nos EUA.
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Fonte: Auto Esporte

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A Estratégia Global da Chevrolet: Colaborações Chave A Chevrolet, parte do conglomerado General Motors (GM), mantém uma presença robusta em quase 80 países, uma capilaridade que se apoia, em parte, em uma estratégia inteligente de colaboração e compartilhamento de plataformas. Para alcançar tal escala e atender às demandas diversas de cada mercado, a marca frequentemente recorre a parcerias com outras montadoras para o desenvolvimento e produção de veículos. Essa abordagem permite à Chevrolet otimizar custos, acelerar o lançamento de modelos em segmentos específicos e aproveitar a expertise de parceiros em nichos onde não possui uma solução proprietária imediata. O resultado são carros que, embora ostentem o emblema da gravata dourada, carregam em seu DNA a engenharia e o design de outras grandes fabricantes. Razões para as Parcerias Automotivas As colaborações são fundamentais na indústria automotiva moderna. Elas servem para reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), mitigar riscos, expandir a linha de produtos rapidamente e entrar em novos mercados com veículos já adaptados às condições locais. Para a Chevrolet, isso significou a capacidade de oferecer uma gama variada de modelos, desde compactos urbanos até utilitários, sem a necessidade de desenvolver cada um do zero em todas as regiões do mundo. Isso gera eficiência e competitividade, beneficiando a marca e, em última instância, o consumidor. Os Parceiros e Suas Contribuições no Portfólio Chevrolet Historicamente, a General Motors tem um longo histórico de joint ventures e acordos técnicos. Suzuki, Toyota e Renault são exemplos notáveis de marcas que, de diferentes formas e em distintas épocas, influenciaram a linha Chevrolet em mercados globais. A Influência da Suzuki: Robustez em Compactos e SUVs A Suzuki, conhecida por sua expertise em veículos compactos e SUVs robustos, foi uma parceira valiosa. Em diversas ocasiões, modelos Chevrolet se beneficiaram de plataformas Suzuki, especialmente em segmentos que exigiam agilidade e durabilidade para ambientes desafiadores. Embora as colaborações diretas no Brasil tenham diminuído, a herança de engenharia e os princípios de design de veículos pequenos e versáteis da Suzuki podem ser observados indiretamente na forma como a GM desenvolve seus próprios compactos e SUVs globais, muitos deles vendidos no mercado brasileiro. A Contribuição da Toyota: Confiabilidade em Segmentos Específicos A Toyota, com sua reputação de confiabilidade e eficiência, também desempenhou um papel. Embora rebadge diretos de Toyota para Chevrolet não sejam tão comuns no Brasil, em outros mercados, a GM utilizou o conhecimento da Toyota, especialmente em veículos comerciais ou utilitários leves, onde a montadora japonesa é líder. Essas parcerias podem envolver o licenciamento de tecnologias, o compartilhamento de componentes ou até mesmo a produção conjunta em fábricas, garantindo que a Chevrolet possa oferecer produtos competitivos em nichos específicos, aproveitando a engenharia testada e aprovada da Toyota. Renault e a Diversificação da Linha Chevrolet Global A Renault, com forte presença em mercados europeus e emergentes através da Dacia, também contribuiu para a diversificação do portfólio Chevrolet em algumas regiões. Em certos mercados, a Chevrolet lançou modelos baseados em plataformas Renault/Dacia, especialmente em segmentos de entrada ou de veículos mais utilitários, oferecendo opções acessíveis e bem adaptadas às necessidades locais. Essas estratégias permitem à Chevrolet preencher lacunas em sua linha rapidamente, utilizando bases veiculares já consagradas e de baixo custo de produção. O Impacto para o Consumidor Brasileiro Para o motorista brasileiro, entender essas colaborações é crucial para compreender a estratégia global da Chevrolet. Embora os modelos atuais vendidos no Brasil (como Onix, Tracker, S10) sejam predominantemente desenvolvidos sobre plataformas globais da GM, a história das parcerias mostra a capacidade da marca de inovar e se adaptar. Isso se traduz em veículos com acesso a tecnologias e design que beneficiam de uma engenharia global, influenciada por diversas fontes de expertise. A longevidade, a manutenção e a disponibilidade de peças também são impactadas positivamente pela utilização de plataformas consolidadas, seja da própria GM ou de parcerias estratégicas passadas e presentes. Essa visão ampliada sobre a origem dos carros da Chevrolet reforça a confiança na qualidade e na estratégia por trás da marca que mobiliza milhões ao redor do mundo.

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Fonte: Quatro Rodas

GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais EconomiaTecnologia
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GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais Economia

Revolução Híbrida Flex no Haval H6 2027 O GWM Haval H6 2027 chega ao mercado brasileiro com uma inovação que promete redefinir a eficiência dos SUVs híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV) no país. Além da aguardada motorização flex, que torna todas as versões compatíveis com etanol, a grande estrela é um "truque" tecnológico inédito em seu câmbio. A GWM implementou uma funcionalidade inovadora na caixa automatizada DHT (Dedicated Hybrid Transmission) que visa combater o desperdício de energia, conhecido como “modo parasita”, otimizando significativamente o consumo de combustível. O Segredo da Economia: Câmbio DHT Inovador Desacoplamento Inteligente A principal inovação reside na capacidade de desacoplamento de um motor elétrico gerador, agora menor e integrado diretamente ao câmbio. Anteriormente, essa máquina elétrica girava constantemente junto ao motor a combustão, mesmo quando sua assistência não era necessária, gerando um arrasto mecânico interno e consumindo energia de forma ineficiente. Com o sistema de desacoplamento, este motor elétrico pode ser totalmente desligado quando não está em uso, eliminando o atrito e a "inércia rotacional" que contribuíam para o "modo parasita". Esta é a primeira vez que uma transmissão DHT oferece tal recurso no mercado brasileiro, resultando em uma redução notável no arrasto e, consequentemente, em maior eficiência energética. Motorização Flex Aprimorada Sob o capô, o Haval H6 2027 mantém o confiável motor 1.5 turbo de quatro cilindros, 16 válvulas e injeção direta, operando em ciclo Miller. Este propulsor foi meticulosamente desenvolvido para se tornar flex, recebendo atualizações como novas velas de ignição, filtros e bombas de combustível, bicos injetores e a adição de um sensor de etanol no tanque. Mesmo com a compatibilidade flex, o motor preserva os 150 cv de potência e 24,4 kgfm de torque, com este último agora disponível mais cedo, entre 1.200 e 1.800 rpm, para uma resposta mais ágil. No ano anterior, já havia recebido melhorias como intercooler a água e bombas variáveis, reforçando sua modernidade e durabilidade. Variedade e Potência para o Consumidor Brasileiro Detalhes das Versões e Autonomia O Haval H6 2027 oferece uma gama de versões para atender diferentes perfis de consumidores. As configurações One e HEV2, híbridas plenas (HEV), entregam 248 cv de potência e 54,5 kgfm de torque, com uma bateria de 1,53 kWh e o novo câmbio DHT com desacoplamento, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. Para os que buscam maior autonomia elétrica, as versões plug-in (PHEV) são divididas em: PHEV19: Com bateria de 19 kWh, oferece 326 cv e 54,5 kgfm, capaz de rodar 73 km no modo elétrico e acelerar de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. PHEV35 e GT: As topo de linha, com bateria de 35 kWh, alcançam impressionantes 393 cv de potência e 65,5 kgfm de torque, proporcionando uma autonomia elétrica de até 126 km. O 0 a 100 km/h é feito em ágeis 4,8 segundos no PHEV35 e 4,7 segundos no GT. Os preços competitivos são: GWM Haval H6 One - R$ 199.900; GWM Haval H6 HEV2 - R$ 225 mil; GWM Haval H6 PHEV19 - R$ 250 mil; GWM Haval H6 PHEV35 - R$ 290 mil; GWM Haval H6 GT - R$ 326 mil. Modos de Condução e Tração Integral As configurações mais potentes, PHEV35 e GT, contam ainda com tração integral e cinco modos de condução distintos, que permitem ao motorista adaptar a experiência de pilotagem a diversas situações: ICE (motor a combustão), EV FWD (elétrico dianteiro), EV RWD (elétrico traseiro), EV AWD (dois motores elétricos) e Performance Máxima (todos os três motores em conjunto). Essa versatilidade reforça o compromisso do Haval H6 em entregar desempenho e eficiência.

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Fonte: Auto Esporte