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Lancamentos

Hyundai i20 no Brasil: Seta Aprimorada, Preços e Motores

13 de junho de 2026
4 min de leitura
Hyundai i20 no Brasil: Seta Aprimorada, Preços e Motores

Hyundai i20 Chega ao Brasil: Preços, Versões e Soluções de Design

A Hyundai lança oficialmente o i20 no Brasil, um crossover que se posiciona entre o HB20 e o Creta, com preços entre R$ 99.990 e R$ 139.990. Produzido em Piracicaba (SP), o modelo chega em seis versões com motores 1.0 aspirado e turbo. A grande novidade, e alívio para muitos, é a correção de uma das críticas mais frequentes ao HB20: a posição das luzes de seta traseiras, agora integradas às luzes de freio para maior visibilidade e segurança.

Design de Sinalização: Avanços e Controvérsias

O i20 mostra que a Hyundai ouviu o mercado em um aspecto crucial, mas repetiu uma decisão controversa em outro.

Seta Traseira: Melhor Visibilidade e Segurança

A decisão de unir as luzes de seta às luzes de freio no conjunto ótico traseiro resolve o problema de visibilidade do HB20. Essa nova posição, mais alta e centralizada, é fundamental para motoristas de veículos maiores e em engarrafamentos, garantindo que a sinalização seja percebida com clareza, aumentando a segurança para todos no trânsito.

Luz de Ré: Um Ponto Vulnerável

Por outro lado, a Hyundai manteve a luz de ré isolada e em posição baixa no para-choque. Essa localização não só dificulta a visibilidade para outros motoristas durante manobras, pois o facho de luz fica muito próximo ao solo, como também deixa a peça mais vulnerável a pequenos impactos e danos no uso diário.

Motorização, Dimensões e Tecnologia a Bordo

O i20 oferece opções de motorização e um pacote tecnológico robusto, focado no conforto e na segurança.

Motores e Adaptações para o Mercado

O modelo de entrada conta com o motor 1.0 aspirado flex de 75 cv (gasolina) ou 80 cv (etanol), com câmbio manual de cinco marchas. Já a versão Ultimate é equipada com o 1.0 TGDi turbo flex. Para se adequar à faixa de isenção de IPI, a potência do turbo foi reduzida de 120 cv para 115 cv, mantendo o torque de 17,5 kgfm, e é associado a um câmbio automático de seis marchas.

Interior Moderno e Segurança Avançada

Com 4,13 metros de comprimento e 2,58 m de entre-eixos, o i20 é maior que o HB20, proporcionando mais espaço interno e um porta-malas de 346 litros. Desde a versão de entrada, o interior se destaca pelo painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas integrado à central multimídia, com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Em segurança, todas as versões contam com seis airbags, e a topo de linha adiciona um pacote ADAS completo, incluindo frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e controle de cruzeiro adaptativo.

Hyundai i20 no Brasil: Seta Aprimorada, Preços e Motores
A Hyundai acaba de lançar oficialmente o i20 no Brasil com preços entre R$ 99.990 e R$ 139.990. Autoesporte, inclusive, já testou o crossover que estreou em seis versões com motores 1.0 aspirado e turbo, além de design moderno. A novidade, inclusive, corrige um dos principais focos de reclamações do seu irmão menor, o HB20: a posição da luz de seta.
Desde que a atual geração do HB20 foi reestilizada no Brasil, a decisão de colocar as luzes de seta na parte inferior do para-choque traseiro foi alvo de intensas críticas por parte do mercado. O argumento — muito válido, inclusive — é que a posição compromete a visibilidade no trânsito, especialmente para motoristas de ônibus, caminhões ou para quem está muito próximo em engarrafamentos.
No novo i20, que já começou a ser produzido em Piracicaba (SP), a marca ouviu as reclamações e uniu os indicadores de seta junto das luzes de freio, garantindo uma sinalização muito mais clara, alta e segura. Por outro lado, a fabricante repetiu uma receita polêmica ao manter a luz de ré isolada na parte inferior do para-choque.
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Hyundai i20 está disponível em seis versões com preços a partir de R$ 100 mil
Murilo Góes/Autoesporte
Sob o ponto de vista prático, a luz de ré em posição baixa continua vulnerável a pequenos impactos e também atrapalha a visibilidade de outros motoristas durante uma possível manobra, já que o facho de luz fica muito próximo ao solo.
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O Hyundai i20 será vendido com duas opções de motorização. Nas versões de entrada, será equipado com o já conhecido motor Kappa 1.0 aspirado flex de três cilindros de 75 cv de potência e 9,4 kgfm de torque com gasolina, além de 80 cv e 10,2 kgfm com etanol. O câmbio é manual de cinco marchas, os freios traseiros são a tambor e as rodas, de aço com calota aro 15.
Hyundai i20 é equipado com uma central multimídia de 10,2 polegadas
Murilo Góes/Autoesporte
Já a versão Ultimate traz o conhecido motor 1.0 TGDi turbo flex com injeção direta, ambos com comando por corrente. No entanto, esse conjunto foi adaptado e teve a potência reduzida de 120 cv para 115 cv a 6.000 rpm. O motivo foi adequar o i20 à faixa de veículos isentos de adicional de IPI. O torque permanece em 17,5 kgfm (entre 1.500 e 3.000 rpm), independentemente do combustível usado. O câmbio passa a ser automático de seis marchas produzido pela própria Hyundai.
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Em tamanho, o Hyundai i20 tem um porte bem maior que o do HB20 hatch. São 4,13 metros de comprimento (+ 11,5 cm) , 1,78 m de largura (+6 cm), 1,50 m de altura (+ 2,5 cm) e 2,58 m de entre-eixos (+5 cm). Por fim, o porta-malas oferece 346 litros de capacidade.
Hyundai i20 tem porte maior que o do irmão menor, o HB20
Murilo Góes/Autoesporte
No interior, desde a versão de entrada, o Hyundai i20 oferece painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas integrado à central multimídia, que tem conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay.
Em segurança, é equipado com seis airbags e, na versão topo de linha, traz um pacote Adas recheado com frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e alerta de ponto cego.
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Fonte: Auto Esporte

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Fonte: Auto Esporte

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A Estratégia Global da Chevrolet: Colaborações Chave A Chevrolet, parte do conglomerado General Motors (GM), mantém uma presença robusta em quase 80 países, uma capilaridade que se apoia, em parte, em uma estratégia inteligente de colaboração e compartilhamento de plataformas. Para alcançar tal escala e atender às demandas diversas de cada mercado, a marca frequentemente recorre a parcerias com outras montadoras para o desenvolvimento e produção de veículos. Essa abordagem permite à Chevrolet otimizar custos, acelerar o lançamento de modelos em segmentos específicos e aproveitar a expertise de parceiros em nichos onde não possui uma solução proprietária imediata. O resultado são carros que, embora ostentem o emblema da gravata dourada, carregam em seu DNA a engenharia e o design de outras grandes fabricantes. Razões para as Parcerias Automotivas As colaborações são fundamentais na indústria automotiva moderna. Elas servem para reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), mitigar riscos, expandir a linha de produtos rapidamente e entrar em novos mercados com veículos já adaptados às condições locais. Para a Chevrolet, isso significou a capacidade de oferecer uma gama variada de modelos, desde compactos urbanos até utilitários, sem a necessidade de desenvolver cada um do zero em todas as regiões do mundo. Isso gera eficiência e competitividade, beneficiando a marca e, em última instância, o consumidor. Os Parceiros e Suas Contribuições no Portfólio Chevrolet Historicamente, a General Motors tem um longo histórico de joint ventures e acordos técnicos. Suzuki, Toyota e Renault são exemplos notáveis de marcas que, de diferentes formas e em distintas épocas, influenciaram a linha Chevrolet em mercados globais. A Influência da Suzuki: Robustez em Compactos e SUVs A Suzuki, conhecida por sua expertise em veículos compactos e SUVs robustos, foi uma parceira valiosa. Em diversas ocasiões, modelos Chevrolet se beneficiaram de plataformas Suzuki, especialmente em segmentos que exigiam agilidade e durabilidade para ambientes desafiadores. Embora as colaborações diretas no Brasil tenham diminuído, a herança de engenharia e os princípios de design de veículos pequenos e versáteis da Suzuki podem ser observados indiretamente na forma como a GM desenvolve seus próprios compactos e SUVs globais, muitos deles vendidos no mercado brasileiro. A Contribuição da Toyota: Confiabilidade em Segmentos Específicos A Toyota, com sua reputação de confiabilidade e eficiência, também desempenhou um papel. Embora rebadge diretos de Toyota para Chevrolet não sejam tão comuns no Brasil, em outros mercados, a GM utilizou o conhecimento da Toyota, especialmente em veículos comerciais ou utilitários leves, onde a montadora japonesa é líder. Essas parcerias podem envolver o licenciamento de tecnologias, o compartilhamento de componentes ou até mesmo a produção conjunta em fábricas, garantindo que a Chevrolet possa oferecer produtos competitivos em nichos específicos, aproveitando a engenharia testada e aprovada da Toyota. Renault e a Diversificação da Linha Chevrolet Global A Renault, com forte presença em mercados europeus e emergentes através da Dacia, também contribuiu para a diversificação do portfólio Chevrolet em algumas regiões. Em certos mercados, a Chevrolet lançou modelos baseados em plataformas Renault/Dacia, especialmente em segmentos de entrada ou de veículos mais utilitários, oferecendo opções acessíveis e bem adaptadas às necessidades locais. Essas estratégias permitem à Chevrolet preencher lacunas em sua linha rapidamente, utilizando bases veiculares já consagradas e de baixo custo de produção. O Impacto para o Consumidor Brasileiro Para o motorista brasileiro, entender essas colaborações é crucial para compreender a estratégia global da Chevrolet. Embora os modelos atuais vendidos no Brasil (como Onix, Tracker, S10) sejam predominantemente desenvolvidos sobre plataformas globais da GM, a história das parcerias mostra a capacidade da marca de inovar e se adaptar. Isso se traduz em veículos com acesso a tecnologias e design que beneficiam de uma engenharia global, influenciada por diversas fontes de expertise. A longevidade, a manutenção e a disponibilidade de peças também são impactadas positivamente pela utilização de plataformas consolidadas, seja da própria GM ou de parcerias estratégicas passadas e presentes. Essa visão ampliada sobre a origem dos carros da Chevrolet reforça a confiança na qualidade e na estratégia por trás da marca que mobiliza milhões ao redor do mundo.

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Fonte: Quatro Rodas

GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais EconomiaTecnologia
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GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais Economia

Revolução Híbrida Flex no Haval H6 2027 O GWM Haval H6 2027 chega ao mercado brasileiro com uma inovação que promete redefinir a eficiência dos SUVs híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV) no país. Além da aguardada motorização flex, que torna todas as versões compatíveis com etanol, a grande estrela é um "truque" tecnológico inédito em seu câmbio. A GWM implementou uma funcionalidade inovadora na caixa automatizada DHT (Dedicated Hybrid Transmission) que visa combater o desperdício de energia, conhecido como “modo parasita”, otimizando significativamente o consumo de combustível. O Segredo da Economia: Câmbio DHT Inovador Desacoplamento Inteligente A principal inovação reside na capacidade de desacoplamento de um motor elétrico gerador, agora menor e integrado diretamente ao câmbio. Anteriormente, essa máquina elétrica girava constantemente junto ao motor a combustão, mesmo quando sua assistência não era necessária, gerando um arrasto mecânico interno e consumindo energia de forma ineficiente. Com o sistema de desacoplamento, este motor elétrico pode ser totalmente desligado quando não está em uso, eliminando o atrito e a "inércia rotacional" que contribuíam para o "modo parasita". Esta é a primeira vez que uma transmissão DHT oferece tal recurso no mercado brasileiro, resultando em uma redução notável no arrasto e, consequentemente, em maior eficiência energética. Motorização Flex Aprimorada Sob o capô, o Haval H6 2027 mantém o confiável motor 1.5 turbo de quatro cilindros, 16 válvulas e injeção direta, operando em ciclo Miller. Este propulsor foi meticulosamente desenvolvido para se tornar flex, recebendo atualizações como novas velas de ignição, filtros e bombas de combustível, bicos injetores e a adição de um sensor de etanol no tanque. Mesmo com a compatibilidade flex, o motor preserva os 150 cv de potência e 24,4 kgfm de torque, com este último agora disponível mais cedo, entre 1.200 e 1.800 rpm, para uma resposta mais ágil. No ano anterior, já havia recebido melhorias como intercooler a água e bombas variáveis, reforçando sua modernidade e durabilidade. Variedade e Potência para o Consumidor Brasileiro Detalhes das Versões e Autonomia O Haval H6 2027 oferece uma gama de versões para atender diferentes perfis de consumidores. As configurações One e HEV2, híbridas plenas (HEV), entregam 248 cv de potência e 54,5 kgfm de torque, com uma bateria de 1,53 kWh e o novo câmbio DHT com desacoplamento, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. Para os que buscam maior autonomia elétrica, as versões plug-in (PHEV) são divididas em: PHEV19: Com bateria de 19 kWh, oferece 326 cv e 54,5 kgfm, capaz de rodar 73 km no modo elétrico e acelerar de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. PHEV35 e GT: As topo de linha, com bateria de 35 kWh, alcançam impressionantes 393 cv de potência e 65,5 kgfm de torque, proporcionando uma autonomia elétrica de até 126 km. O 0 a 100 km/h é feito em ágeis 4,8 segundos no PHEV35 e 4,7 segundos no GT. Os preços competitivos são: GWM Haval H6 One - R$ 199.900; GWM Haval H6 HEV2 - R$ 225 mil; GWM Haval H6 PHEV19 - R$ 250 mil; GWM Haval H6 PHEV35 - R$ 290 mil; GWM Haval H6 GT - R$ 326 mil. Modos de Condução e Tração Integral As configurações mais potentes, PHEV35 e GT, contam ainda com tração integral e cinco modos de condução distintos, que permitem ao motorista adaptar a experiência de pilotagem a diversas situações: ICE (motor a combustão), EV FWD (elétrico dianteiro), EV RWD (elétrico traseiro), EV AWD (dois motores elétricos) e Performance Máxima (todos os três motores em conjunto). Essa versatilidade reforça o compromisso do Haval H6 em entregar desempenho e eficiência.

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Fonte: Auto Esporte