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Hyundai Bayon: SUV Chega em 2027 com Base do HB20 e Híbrido

23 de fevereiro de 2026
5 min de leitura
Hyundai Bayon: SUV Chega em 2027 com Base do HB20 e Híbrido

Hyundai Bayon e HB20: Estratégia de Diferenciação no Brasil

A Hyundai adota uma estratégia similar à da Volkswagen com o T-Cross (Tera) para diferenciar o novo Bayon do futuro HB20 no Brasil. Ambos os modelos, parte do projeto BC4 (HB20 para hatches, Bayon para CUVs), compartilharão a mesma plataforma e estrutura interna para otimização de custos de desenvolvimento e produção. Isso inclui a coluna A e as portas dianteiras, que serão idênticas. Contudo, a Hyundai investirá na diferenciação visual externa, garantindo que cada modelo possua uma identidade única no mercado.

Design e Identidade Visual

O Bayon de segunda geração apresentará um visual SUV mais robusto e "parrudo", com capô elevado e carroceria mais alta, contrastando com o design do novo HB20, que terá linhas mais inclinadas. Detalhes específicos incluem portas traseiras com folhas externas redesenhadas (mantendo a estrutura interna similar) e uma iluminação distinta: luzes diurnas de LED em traços finos no topo do capô e faróis principais na parte central do para-choque. Na traseira, o Bayon terá uma barra luminosa integral na tampa do porta-malas e luzes de ré no para-choque, criando uma assinatura visual moderna e diferenciada. Essa abordagem garante que, apesar da base compartilhada, Bayon e HB20 atendam a gostos e necessidades distintas dos consumidores.

Posicionamento e Concorrência no Mercado

Com aproximadamente 4,20 metros de comprimento, 2,60 m de entre-eixos e 1,60 m de altura, o Hyundai Bayon será posicionado abaixo do Creta no segmento de SUVs de entrada. Ele brigará diretamente com modelos como Volkswagen T-Cross (Tera), Fiat Pulse, Nissan Kicks e Renault Kardian. A produção nacional, em Piracicaba (SP), é confirmada, com o novo HB20 chegando em 2026 e o Bayon em 2027. O lançamento do Bayon também marcará o provável fim do sedã HB20S, que não terá nova geração.

Inovações e Motorização Híbrida

O ciclo de investimentos de R$ 5,5 bilhões da Hyundai no Brasil até 2032 contempla o desenvolvimento de carros híbridos e elétricos. Nesse contexto, há grandes chances de o novo Bayon chegar com motorização híbrida flex. O modelo atual europeu já utiliza um sistema híbrido leve de 48 Volts com motor 1.0 TGDi (120 cv, 20,4 kgfm), tecnologia que poderia ser adaptada para o combustível brasileiro. Essa motorização não só tornaria o Bayon mais eficiente, mas também alinhado às tendências de eletrificação do mercado. Uma curiosidade apontada é a furação de quatro furos nas rodas dos modelos brasileiros, similar à versão indiana, diferentemente dos cinco furos europeus, o que pode ter implicações estéticas ou de custo.

Hyundai Bayon: SUV Chega em 2027 com Base do HB20 e Híbrido
O novo Hyundai Bayon ainda não surgiu em testes no Brasil. Porém, com base nos mais recentes flagras do SUV de entrada na Ásia e Europa, além de uma série de apurações, podemos dizer que o novo SUV da marca sul-coreana vai adotar uma estratégia conhecida e usada pela Volkswagen no Tera para se diferenciar da nova geração do HB20.
Estamos falando do compartilhamento de plataforma e estrutura interna de vários componentes a fim de reduzir custos de desenvolvimento e produção. Porém, externamente, onde o cliente realmente vê, haverá diferenças consideráveis entre HB20 e Bayon.
Hyundai Bayon terá portas com estrutura idêntica às do HB20, mas com folhas externas redesenhadas
João Kleber Amaral/Motor.es
No caso, além de dividirem a base, os dois modelos terão coluna A e portas dianteiras similares. Porém, além de toda a diferenciação das carrocerias, por se tratar de um hatch e um SUV, o Bayon vai utilizar portas traseiras com folhas externas diferentes. A estrutura interna, no entanto, será similar. É o que mostra a mais recente projeção feita pelo designer João Kleber Amaral e publicada no site Motor.es. As imagens foram gentilmente cedidas pelos colegas espanhóis.
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Na traseira, Bayon terá luzes divididas em três peças
João Kleber Amaral/Motor.es
O novo Bayon terá um visual de SUV aparentemente mais parrudo que o próprio Volkswagen Tera. Isso se dá por conta do capô elevado e da carroceria mais alta. A projeção ainda mostra luzes diurnas de LED em formato de traços também na extremidade do capô. Já o conjunto principal de iluminação ficará abaixo, na parte central do para-choque.
Na traseira, temos a mesma lógica, com uma barra luminosa preenchendo toda a tampa do porta-malas. Já as luzes de ré devem ser posicionadas no para-choque traseiro, em solução similar à do HB20 atual.
Em dimensões, o Hyundai Bayon de segunda geração terá aproximadamente 4,20 metros de comprimento, 2,60 m de entre-eixos e 1,60 m de altura, sendo posicionado abaixo do Creta. Brigará com Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Nissan Kait e Renault Kardian no segmento de SUVs de entrada.
Como serão os novos HB20 e Bayon
Projeção do novo Hyundai HB20 mostra linhas mais radicais do que as do modelo atual
Reprodução/Motor.es
Para quem não está familiarizado com o assunto, a Hyundai está desenvolvendo, de forma simultânea, hatch e SUV compacto, criados sobre a mesma plataforma, mas com versões distintas para Brasil, Europa e Ásia. Estamos falando e i20/HB20 e Bayon, respectivamente.
O código base dos projetos é BC4. As variações regionais são identificadas por uma letra adicional: BC4b, para o Brasil, BC4t para Turquia e BC4i para a Índia. Já o Bayon tem um adicional da sigla CUV ao final do código. Ambos serão produzidos em Piracicaba (SP), com o novo HB20 chegando já em 2026 e o Bayon, em 2027.
Mas qual a relação feita anteriormente entre HB20 e Bayon com o Tera? Simples. O Volkswagen Tera foi criado usando como base o Skoda Fabia, um hatch compacto vendido na Europa que usa a mesma base MQB A0 do SUV produzido em Taubaté (SP).
Os dois modelos compartilham boa parte da estrutura que não é visível aos clientes. Estamos falando de painéis internos e arquitetura elétrica. Porém, as folhas externas das portas são diferentes, para deixar o modelo vendido por aqui com a identidade da Volkswagen e assinatura do estúdio de design local da marca alemã.
Hyundai Bayon e HB20 vão compartilhar a plataforma e talvez até a medida entre-eixos
João Kleber Amaral/Motor.es
Com HB20 e Bayon, acontecerá o mesmo. As portas traseiras, por exemplo, terão vinco exclusivo e folha externa ligeiramente abaulada. Os recortes, no entanto, devem ser iguais. Na coluna A, aí sim, hatch e SUV serão idênticos. Mas há uma série de truques para diferenciar os dois. Um deles é deixar o capô do HB20 apontado para baixo, enquanto o Bayon terá um visual mais robusto, com linha elevada. Faróis e lanternas terão uma mesma identidade, mas com peças distintas.
Outra diferença curiosa é que a versão europeia terá rodas com cinco furos de fixação. Já a opção indiana do Bayon terá apenas quatro. Infelizmente, ao que tudo indica, os modelos brasileiros devem seguir o mercado indiano, com uma furação a menos. É o que indica o flagra do HB20 no Brasil de semanas atrás.
Roda do novo Hyundai HB20 brasileiro tem um furo a menos do que versão europeia
Reprodução/Instagram @mundodrive
O projeto de HB20 e Bayon, além de uma nova geração do Creta (projeto SX3b), fazem parte do ciclo de investimentos de R$ 5,5 bilhões que a Hyundai anunciou para o Brasil até 2032, que incluirá carros híbridos e elétricos.
Ou seja, há chances de que o novo SUV de entrada tenha motorização híbrida flex. Vale lembrar que o Bayon atual produzido na Turquia possui um conjunto híbrido leve de 48 Volts ligado ao motor 1.0 TGDi também usado no Brasil, com 120 cv de potência e 20,4 kgfm de torque.
O lançamento do novo HB20 deve ocorrer até o final de 2026. Já o Bayon será lançado em 2027 e marcará o fim da linha para o sedã HB20S, que não teve uma nova geração contemplada até agora.
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Fonte: Auto Esporte

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Análise Detalhada: Onix Plus Premier em Foco O Chevrolet Onix Plus Premier (R$ 125.290), sedã compacto topo de linha, busca relevância no mercado brasileiro. Apesar de prometer conectividade e equipamentos, a correia banhada a óleo gera ressalvas. Este resumo aborda os pontos positivos e negativos para auxiliar o consumidor na decisão de compra, conforme avaliação aprofundada. Pontos Fortes: Conectividade e Economia Tecnologia e Conforto a Bordo A conectividade é um destaque. A central multimídia MyLink de 11 polegadas oferece interface intuitiva e wireless para Android Auto/Apple CarPlay. O quadro de instrumentos digital (8 polegadas), conexão simultânea de dois celulares e Wi-Fi a bordo (OnStar) reforçam a experiência digital. O conforto vem de bancos ergonômicos em couro, ajustes completos na direção e cinto, bom espaço interno (2,60 m de entre-eixos) e porta-malas de 500 litros. Itens como ar-condicionado digital, chave presencial e assistente de estacionamento automático agregam praticidade. Baixo Custo de Manutenção e Consumo A economia pós-venda é um trunfo. O Onix Plus registra os menores custos de revisão e seguro da categoria, com valores bem abaixo dos rivais diretos. Em consumo, o motor 1.0 turbo automático impressiona: 8,5 km/l cidade/11,2 km/l estrada (etanol) e 12,2 km/l cidade/16 km/l estrada (gasolina), superando a concorrência e confirmando sua eficiência energética. Pontos Fracos: Desvalorização e Lacunas Desvalorização Alta e Suspensão Rígida A desvalorização é um ponto crítico: 26,8% em um ano, o maior entre veículos a combustão até R$ 150 mil, impactando a revenda. A suspensão rígida, exacerbada por pneus de alta calibração, compromete o conforto, especialmente para os passageiros traseiros em vias irregulares, aspecto relevante para o Brasil. Limitações do Motor e Falta de Segurança Avançada O motor 1.0 turbo flex, com injeção multiponto e 115 cv/16,8 kgfm, fica abaixo dos rivais (injeção direta, mais torque), resultando em retomadas mais lentas. A correia banhada a óleo, embora atualizada, exige manutenção específica e rigorosa. Em segurança, apesar dos seis airbags e alerta de ponto cego, faltam itens ADAS avançados (frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa), presentes em concorrentes na mesma faixa de preço, representando uma defasagem. Veredito para o Consumidor O Chevrolet Onix Plus Premier oferece forte conectividade e economia de uso, mas exige que o comprador pondere a alta desvalorização, o conforto da suspensão e a ausência de tecnologias de segurança ativa avançadas. É uma opção para quem prioriza tecnologia e baixo custo operacional, estando ciente de suas limitações.

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