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Honda Prelude: Ícone Retorna Híbrido ao Brasil em 2026

14 de março de 2026
5 min de leitura
Honda Prelude: Ícone Retorna Híbrido ao Brasil em 2026

O Retorno de um Ícone: Honda Prelude no Brasil

O Honda Prelude, um nome que ressoa com inovação e esportividade, está prestes a fazer um aguardado retorno ao mercado brasileiro, desta vez em uma roupagem híbrida. Antes de sua nova geração desembarcar no segundo semestre de 2026, um exemplar clássico tem sido o centro das atenções, celebrando a rica história do modelo. O Prelude original foi um marco para a Honda, sendo o primeiro carro de produção em série a introduzir o sistema de esterçamento das rodas traseiras (4WS) em 1987, um recurso que aprimorava tanto a agilidade em manobras quanto a estabilidade em altas velocidades.

A Herança de Inovação

A quarta geração do Honda Prelude, que começou a ser importada oficialmente para o Brasil em 1992, destacava-se por um design arrojado e um interior que, mesmo hoje, transmite um toque futurista. O painel envolvente, com seu quadro de instrumentos largo e plano, combinava elementos analógicos e digitais, evidenciando a ergonomia focada no motorista. A pintura Vermelha Milano original e o acabamento interno em tecido aveludado de muitos exemplares atestam a qualidade e o charme que tornaram o Prelude um desejado "neo-colecionável".

O Exemplar que Celebra a Volta

Recentemente, um raro Honda Prelude Si 4WS de 1992, com apenas 31 mil milhas (cerca de 50 mil km) e na impecável cor Vermelha Milano, ganhou destaque. Este modelo específico não só impressiona pelo estado de conservação, mas também foi escolhido pela própria Honda para promover o retorno da nova geração. Com um motor 2.3 (H23A1) DOHC de 160 cv e câmbio automático de quatro marchas, ele oferece uma combinação equilibrada de esportividade e suavidade. Avaliado em cerca de R$ 130 mil, valor similar ao de um City sedã novo, ele representa uma oportunidade única para colecionadores e entusiastas.

Desempenho e Versões Clássicas

O Honda Prelude foi oferecido no Brasil em três versões distintas: S, Si e VTEC, cada uma com suas características mecânicas. A versão S vinha equipada com o motor F22A1 de 2.2 litros e 135 cv. A Si, foco do exemplar destacado, trazia o potente 2.3 DOHC de 160 cv e, opcionalmente, o inovador sistema 4WS. Já a topo de linha VTEC, com seu sistema de gerenciamento de válvulas avançado, entregava impressionantes 190 cv, elevando o patamar de desempenho. Todas as versões podiam ser equipadas com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

Experiência de Condução e Usabilidade

Apesar de seu comprimento de 4,44 metros, o Prelude era um cupê 2+2, priorizando a experiência dos ocupantes dianteiros. A posição de dirigir, baixa e com as pernas esticadas, remetia à sensação de um kart, uma característica que muitos consideram inesquecível. Embora o espaço traseiro fosse limitado para adultos e o porta-malas de 278 litros fosse modesto, esses detalhes eram "perdoáveis" em um veículo com clara proposta esportiva e de performance.

O Futuro Híbrido: Prelude 2026

Após deixar de ser produzido em 2001, o Honda Prelude ressurgiu em 2025 como um cupê híbrido, mantendo seu legado de inovação. Confirmado para o Brasil, seu lançamento está previsto para o segundo semestre de 2026, prometendo combinar a esportividade clássica com a eficiência e a tecnologia dos sistemas de propulsão modernos. O novo Prelude foi uma das estrelas do Salão do Automóvel, indicando uma boa aceitação e expectativas elevadas para seu retorno triunfal ao mercado nacional.

Honda Prelude: Ícone Retorna Híbrido ao Brasil em 2026
O Honda Prelude foi um divisor de águas para a marca. Ainda em 1987, foi o primeiro carro de produção em série do mundo a trazer o recurso das rodas traseiras esterçantes. Batizado de Four-wheel steering (4WS), o equipamento tem como vantagens a facilidade nas manobras e a melhor eficiência nas curvas de alta velocidade.
Este belo Honda Prelude Si 1992 que a Autoesporte encontrou possui o raro dispositivo. À venda pela Ronin Automotiva , o exemplar tem só 31 mil milhas rodadas, o que dá pouco menos de 50 mil km.
Honda Prelude Si 4WS ano 1992 rodou menos de 50 mil km
Foto: Autoesporte
Segundo Henrique Ronin, o exemplar ficou famoso por dar as boas-vindas ao retorno — após um hiato de 31 anos — da nova geração do Prelude no mercado nacional, previsto para ser lançado no segundo semestre. A própria Honda usou o veículo em postagem no Instagram para promover a volta do clássico.
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A pintura na provocante cor Vermelha Milano está toda original e é um show à parte, torcendo muitos pescoços por onde passa. Outro atestado de originalidade é a parte interna, que traz bancos forrados em tecido aveludado.
O painel é lindo e envolvente e, até para os dias atuais, remete a um design futurista, por conta do quadro de instrumentos largo e plano que se estende de uma extremidade a outra. Ele combina marcadores analógicos, a exemplo do velocímetro, conta-giros, nível de combustível e temperatura da água do motor, com iluminação azulada e toques digitais, com controles próximos ao motorista, evidenciando a boa ergonomia.
Quadro de instrumentos fica em posição elevada no painel do Prelude
Foto: Autoesporte
“Este carro é de um cliente meu e fiz toda a manutenção necessária e ajustes para um funcionamento perfeito a este belo neo-colecionável”, diz Ronin.
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À venda por R$ 130 mil, preço equivalente ao de um City sedã novo, este Prelude Si traz originalmente o motor Honda (H23A1) 2.3 com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC, Double Overhead Camshaft) de 160 cv. Casado a um câmbio automático de quatro marchas, o conjunto motriz equilibra muito bem a esportividade com a suavidade das trocas de marchas.
Motor do Honda Prelude Si entrega bons 160 cv para um veículo com mais de 30 anos
Foto: Autoesporte
Ainda de acordo com o vendedor, o Prelude possui ainda alguns itens raríssimos que eram oferecidos opcionalmente na época. Entre eles, rádio toca-fitas e CD player, ambos originais, além de um interessante console central com porta-objetos do tipo "baú".
Aerofólio traseiro e pintura na cor vermelha são originais da época
Foto: Autoesporte
O Prelude no Brasil
As primeiras unidades do cupê Prelude vieram em 1992, depois dos outros modelos importados icônicos, como o Accord, que chegou ao porto de Santos (SP), seguido pelo Civic e suas interessantes variações, entre elas, a CRX, que já foi tema dessa seção Achado Usado.
Honda Prelude foi oferecido em três versões; a Si do carro das fotos era a intermediária
Foto: Autoesporte
O Honda Prelude chegou nas versões S, Si e VTEC. A primeira vinha com o mesmo motor F22A1 do Accord, no caso o de quatro cilindros de 2,2 litros com comando simples no cabeçote (SOHC, Single Overhead Camshaft) de respeitosos 135 cv.
A Si trazia o 2.3, porém com duas árvores de cames e, opcionalmente, sistema automotivo de direção nas quatro rodas 4WS, igual aos das fotos. Por fim, havia a topo de linha com sistema VTEC (Variable Valve Timing and Lift Electronic Control), que ajusta o tempo e a elevação das válvulas para otimizar desempenho e economia. Com duplo eixo de comando de válvulas (DOHC), o conjunto desempenhava a potência de 190 cv. As três opções poderiam vir com câmbio manual de cinco marcha ou automático, de quatro.
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Mesmo com 4,44 m de comprimento, o Prelude comportava apenas dois adultos à frente, por conta de sua baixa estatura de 1,29 m. Atrás, portanto, no máximo duas crianças, sendo então um 2+2. O porta-malas de 278 litros — volume próximo ao de um Fiat Uno — também não ajudava muito, mas era perdoável para um cupê com propostas esportivas.
Espalo no banco traseiro do Honda Prelude 1992 era só pra crianças
Foto: Autoesporte
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No entanto, sentar-se nos confortáveis bancos colados no chão e com as pernas esticadas, posição igual ao de um kart, é até hoje uma das experiências sensoriais mais marcantes deste modelo especial da Honda.
Com menos de 1,30 m de comprimento, Honda Prelude tem posição de dirigir típica de esportivos
Foto: Autoesporte
Com nenhuma mudança marcante, a quarta geração do esportivo japonês no Brasil se estendeu oficialmente até 1995, sendo que as raras edições de 1996 em diante vieram por meio de importação independente.
Novo Honda Prelude vem aí!
O Honda Prelude teve um papel importante para a marca durante mais de duas décadas de produção ininterrupta, servindo de ‘laboratório técnico’ a céu aberto, além de ditar as tendências de estilo de seus carros. Com cinco gerações estabelecidas, ele deixou de ser fabricado em 2001, mas retornou em 2025, dessa vez como um cupê híbrido. No Brasil, foi a estrela do Salão do Automóvel e, por conta da boa aceitação, seu lançamento está previsto para o segundo semestre de 2026.
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Fonte: Auto Esporte

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VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...Mercado
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VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...

O Legado Ousado do VW 1600 TL O Volkswagen 1600 TL, especialmente em sua versão de 4 portas, representou uma das mais audaciosas apostas da marca alemã no mercado brasileiro durante a primeira fase de sua atuação no país. Lançado no final dos anos 60, em um período de efervescência para a indústria automotiva nacional, o TL (Touring Luxury) surgiu com a ambiciosa proposta de ser o carro definitivo para a família brasileira, combinando atributos estéticos inovadores com uma praticidade sem precedentes para os padrões da época. Seu design fastback, uma ruptura com as linhas mais conservadoras dos modelos Volkswagen então vigentes, buscava seduzir um público que procurava mais do que a robustez e a economia do Fusca, almejando um veículo com maior requinte e espaço. Design e Proposta Inovadora A estética do 1600 TL era, de fato, o seu grande diferencial. Com uma traseira "corta-vento" que lhe conferia um visual moderno e aerodinâmico, o modelo rompia com a monotonia do segmento. A versão 4 portas, em particular, sublinhava sua vocação familiar, oferecendo acessibilidade e conforto para todos os passageiros. Internamente, o carro prometia um nível de acabamento superior e um aproveitamento de espaço inteligente, com soluções que visavam otimizar a experiência a bordo. Sua plataforma, compartilhada com o Variant e o Karmann Ghia TC, evidenciava a estratégia da VW de diversificar sua linha de produtos com base em componentes já existentes, mas com roupagens completamente novas. Versatilidade para a Família Brasileira Para os motoristas brasileiros da época, o 1600 TL oferecia uma combinação tentadora de características. O amplo porta-malas, somado ao espaço interno generoso para quatro ou cinco ocupantes, o tornava ideal para viagens longas ou para o dia a dia da família. A dirigibilidade era outro ponto forte, com uma suspensão robusta e um motor boxer refrigerado a ar de 1.6 litro, que entregava desempenho adequado para as estradas e cidades do Brasil. Essa proposta de veículo versátil e espaçoso visava atender diretamente às necessidades do consumidor que crescia em poder aquisitivo e buscava um carro que pudesse servir a múltiplos propósitos, desde o lazer até o uso profissional. Desafios e Percepção no Mercado Apesar de todas as inovações, o VW 1600 TL enfrentou desafios significativos em sua jornada para conquistar o coração do motorista brasileiro. A recepção inicial do design foi polarizada; enquanto alguns o consideravam vanguardista, outros o viam como controverso, inclusive sendo apelidado de "Zé do Caixão" devido à sua traseira alongada e formato peculiar. A Volkswagen do Brasil, acostumada ao sucesso estrondoso do Fusca, precisou trabalhar arduamente para posicionar o TL em um segmento mais sofisticado, onde a concorrência de outros fabricantes também era acirrada. Motorização e Desempenho O motor 1.6 boxer, embora confiável e de manutenção relativamente simples, não era percebido como um diferencial de alta performance, especialmente quando comparado a alguns concorrentes. No entanto, sua durabilidade e a vasta rede de assistência técnica da Volkswagen eram pontos positivos inegáveis para o consumidor brasileiro, que valorizava a tranquilidade e a longevidade do investimento. O consumo de combustível, embora não fosse o mais baixo do mercado, era aceitável para um carro de seu porte e potência, tornando-o uma opção equilibrada para o uso cotidiano. O Impacto Duradouro na Cultura Automotiva Embora não tenha se tornado o "carro definitivo da família" na magnitude do Fusca, o VW 1600 TL deixou uma marca indelével na história automotiva brasileira. Ele representou um esforço genuíno da Volkswagen em expandir seus horizontes e oferecer uma alternativa mais sofisticada e estilosa. Hoje, o 1600 TL é um clássico cult, valorizado por colecionadores e entusiastas que reconhecem sua originalidade e a ousadia de seu projeto. Sua existência é um testemunho da capacidade da indústria brasileira de produzir veículos com personalidade e de uma época em que o design e a funcionalidade se encontravam em busca do ideal de mobilidade familiar.

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Análise Detalhada: Onix Plus Premier em Foco O Chevrolet Onix Plus Premier (R$ 125.290), sedã compacto topo de linha, busca relevância no mercado brasileiro. Apesar de prometer conectividade e equipamentos, a correia banhada a óleo gera ressalvas. Este resumo aborda os pontos positivos e negativos para auxiliar o consumidor na decisão de compra, conforme avaliação aprofundada. Pontos Fortes: Conectividade e Economia Tecnologia e Conforto a Bordo A conectividade é um destaque. A central multimídia MyLink de 11 polegadas oferece interface intuitiva e wireless para Android Auto/Apple CarPlay. O quadro de instrumentos digital (8 polegadas), conexão simultânea de dois celulares e Wi-Fi a bordo (OnStar) reforçam a experiência digital. O conforto vem de bancos ergonômicos em couro, ajustes completos na direção e cinto, bom espaço interno (2,60 m de entre-eixos) e porta-malas de 500 litros. Itens como ar-condicionado digital, chave presencial e assistente de estacionamento automático agregam praticidade. Baixo Custo de Manutenção e Consumo A economia pós-venda é um trunfo. O Onix Plus registra os menores custos de revisão e seguro da categoria, com valores bem abaixo dos rivais diretos. Em consumo, o motor 1.0 turbo automático impressiona: 8,5 km/l cidade/11,2 km/l estrada (etanol) e 12,2 km/l cidade/16 km/l estrada (gasolina), superando a concorrência e confirmando sua eficiência energética. Pontos Fracos: Desvalorização e Lacunas Desvalorização Alta e Suspensão Rígida A desvalorização é um ponto crítico: 26,8% em um ano, o maior entre veículos a combustão até R$ 150 mil, impactando a revenda. A suspensão rígida, exacerbada por pneus de alta calibração, compromete o conforto, especialmente para os passageiros traseiros em vias irregulares, aspecto relevante para o Brasil. Limitações do Motor e Falta de Segurança Avançada O motor 1.0 turbo flex, com injeção multiponto e 115 cv/16,8 kgfm, fica abaixo dos rivais (injeção direta, mais torque), resultando em retomadas mais lentas. A correia banhada a óleo, embora atualizada, exige manutenção específica e rigorosa. Em segurança, apesar dos seis airbags e alerta de ponto cego, faltam itens ADAS avançados (frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa), presentes em concorrentes na mesma faixa de preço, representando uma defasagem. Veredito para o Consumidor O Chevrolet Onix Plus Premier oferece forte conectividade e economia de uso, mas exige que o comprador pondere a alta desvalorização, o conforto da suspensão e a ausência de tecnologias de segurança ativa avançadas. É uma opção para quem prioriza tecnologia e baixo custo operacional, estando ciente de suas limitações.

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Fonte: Auto Esporte