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Mercado

Chevrolet Onix 2027: Adeus LTZ, Olá Onix Activ e Sonic

27 de abril de 2026
4 min de leitura
Chevrolet Onix 2027: Adeus LTZ, Olá Onix Activ e Sonic

A Grande Reestruturação da Linha Compacta Chevrolet no Brasil

A Chevrolet prepara uma reviravolta em sua linha de compactos no Brasil, com mudanças significativas que afetarão o posicionamento de modelos populares como o Onix. As novidades chegam entre o final de abril e a segunda quinzena de maio, com a introdução de dois novos veículos que prometem agitar o mercado: o Chevrolet Sonic e o surpreendente retorno do Onix Activ.

Sonic: Um Novo SUV de Entrada para Brigar com o Nivus

O Sonic fará sua estreia em meados de maio, posicionado como um SUV de entrada para competir diretamente com o Volkswagen Nivus. Com faixas de preço estimadas entre R$ 145 mil e R$ 150 mil, o Sonic terá a missão de preencher a lacuna entre o Onix e as versões intermediárias do Tracker, que começam a partir de R$ 145 mil. A estratégia da Chevrolet visa oferecer ao consumidor a opção de um SUV compacto menos equipado ou um modelo de entrada mais completo e estiloso, espelhando a tática bem-sucedida da Volkswagen com Nivus e T-Cross.

Onix Activ 2027: A Volta do Aventureiro e o Fim da Versão LTZ

Um pouco antes do Sonic, no final de abril, a Chevrolet relançará o Onix Activ, uma versão aventureira do hatch que retorna após sete anos. O Onix Activ será posicionado em uma faixa imediatamente abaixo do Sonic, provavelmente entre R$ 125 mil e R$ 130 mil. Para abrir espaço e evitar a sobreposição de preços, a Chevrolet decidiu descontinuar a versão LTZ do Onix “convencional”, hoje precificada em R$ 126.190, que não aparecerá na linha 2027.

Detalhes do Onix Activ 2027

O novo Onix Activ aposta no estilo aventureiro para disputar mercado com SUVs derivados de hatches, como Fiat Pulse, Volkswagen Tera e Renault Kardian. Ele terá suspensão elevada, racks de teto e elementos visuais robustos. O pacote de equipamentos deve ser similar ao da extinta versão LTZ, incluindo faróis full-LED, rodas de liga-leve (com acabamento escurecido), acesso e partida sem chave, quadro de instrumentos parcialmente digital, central multimídia de 11 polegadas e seis airbags. Um dos destaques confirmados é o Wi-Fi nativo. Sob o capô, o Onix Activ virá com motor 1.0 turbo de 115 cv e 16,8 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis marchas, prometendo um consumo de 14,6 km/l na estrada (gasolina).

Dimensões e Capacidades Aprimoradas

Para reforçar seu caráter aventureiro, o Onix Activ teve os para-choques dianteiro e traseiro levemente encurtados, resultando em 0,6 cm a menos de comprimento total (4,16 m). Graças à suspensão elevada e aos racks de teto, a altura do veículo subiu impressionantes 6,1 cm, chegando a 1,53 m, e o vão livre do solo agora é de 20,1 cm. Os ângulos de ataque e saída foram melhorados para 19,7° e 28,1°, respectivamente, conferindo maior capacidade para enfrentar obstáculos. Largura (1,75 m) e entre-eixos (2,55 m) permanecem inalterados.

Impacto para o Consumidor Brasileiro

A estratégia da Chevrolet visa otimizar sua oferta no segmento de compactos, oferecendo opções mais distintas e competitivas. A chegada do Sonic e do Onix Activ, juntamente com a saída da versão LTZ, proporciona aos motoristas brasileiros mais escolhas, seja para quem busca um SUV mais acessível ou um hatch com visual e capacidades aventureiras. Essa movimentação mostra o empenho da marca em se adaptar às demandas do mercado e fortalecer sua posição contra os concorrentes.

Chevrolet Onix 2027: Adeus LTZ, Olá Onix Activ e Sonic
Em um mês, a Chevrolet vai mudar radicalmente sua linha de compactos no Brasil. Na segunda quinzena de maio, chega o Sonic, um SUV de entrada feito para brigar com o Volkswagen Nivus. Pouco antes, ainda no final de abril, a marca vai lançar o Onix Activ, versão aventureira do hatch que volta, de forma surpreendente, após sete anos. O que ainda não foi anunciado e Autoesporte acaba de descobrir é que o Onix “convencional” vai perder uma versão na linha 2027. Tudo para abrir espaço para as novidades.
Vamos ao posicionamento de cada um dos personagens deste texto. O Sonic, conforme apuração de Autoesporte, será posicionado entre R$ 145 mil e R$ 150 mil, cumprindo o papel de fazer a transição do Onix para o Tracker, que hoje tem as versões intermediárias posicionadas a partir dos R$ 145 mil.
Chevrolet Sonic ficará posicionado acima do Onix Activ
Divulgação
Caberá ao cliente escolher entre um SUV compacto menos equipado e um modelo de entrada mais completo e estiloso. É uma estratégia similar à que a Volkswagen faz com Nivus e T-Cross.
Em uma faixa imediatamente abaixo, provavelmente na casa dos R$ 125 mil a R$ 130 mil, ficará o Onix Activ. Ainda que tenha algum fator de novidade, o próximo lançamento da marca nada mais é do que uma versão aventureira de um carro já existente. Até por isso, precisará se descolar do Sonic para conseguir algum sucesso. E a diferença de R$ 20 mil é mais do que o suficiente para isso.
A questão é que já existe uma versão do Onix posicionada nesta faixa. Logo, a Chevrolet decidiu tirar de linha a configuração LTZ, hoje precificada em R$ 126.190. O modelo não vai aparecer na tabela da linha 2027, a ser divulgada nas próximas semanas.
Chevrolet Onix LTZ será substituído pela versão Activ, com visual aventureiro
Divulgação
Como é o Chevrolet Onix Activ 2027?
No lugar, estará o Chevrolet Onix Activ, que aposta no estilo mais aventureiro para brigar com opções intermediárias de Volkswagen Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian. Sim, a Chevrolet vai usar um hatch com suspensão elevada e elementos visuais para brigar com SUVs derivados de hatches.
Chevrolet Onix Activ terá suspensão elevada e elementos aventureiros
Divulgação/Chevrolet
No caso do Onix Activ, o pacote de equipamentos deve ser similar ao da versão LTZ que se despede. Podemos esperar faróis full-LED, rodas de liga-leve (com acabamento escurecido na nova configuração), acesso por chave presencial, partida por botão, quadro de instrumentos parcialmente digital, central multimídia de 11 polegadas e seis airbags.
A Chevrolet já confirmou que o wi-fi nativo será um dos destaques. A marca também disse que a nova versão será oferecida com câmbio automático de seis marchas. Logo, podemos associar a caixa ao motor 1.0 turbo de 115 cv de potência e 16,8 kgfm de torque, sem injeção direta. O consumo será de 14,6 km/l de gasolina na estrada, de acordo com o ciclo do Inmetro.
Motor 1.0 turbo sem injeção direta será usado no Chevrolet Onix Activ 2027
Divulgação
Os para-choques dianteiro e traseiro foram levemente encurtados para aumentar os ângulos de entrada e saída do novo Chevrolet Onix Activ. Assim, a nova versão tem 0,6 cm a menos de comprimento, chegando a 4,16 m.
Por outro lado, graças à suspensão elevada e aos racks de teto, a altura subiu em nada menos que 6,1 cm, chegando a 1,53 m. São 20,1 cm de vão livre do solo, além de 19,7° de ângulo de ataque e 28,1° de ângulo de saída. Largura (1,75 m) e entre-eixos (2,55 m) devem seguir os mesmos das versões convencionais.
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Fonte: Auto Esporte

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A Estratégia Global da Chevrolet: Colaborações Chave A Chevrolet, parte do conglomerado General Motors (GM), mantém uma presença robusta em quase 80 países, uma capilaridade que se apoia, em parte, em uma estratégia inteligente de colaboração e compartilhamento de plataformas. Para alcançar tal escala e atender às demandas diversas de cada mercado, a marca frequentemente recorre a parcerias com outras montadoras para o desenvolvimento e produção de veículos. Essa abordagem permite à Chevrolet otimizar custos, acelerar o lançamento de modelos em segmentos específicos e aproveitar a expertise de parceiros em nichos onde não possui uma solução proprietária imediata. O resultado são carros que, embora ostentem o emblema da gravata dourada, carregam em seu DNA a engenharia e o design de outras grandes fabricantes. Razões para as Parcerias Automotivas As colaborações são fundamentais na indústria automotiva moderna. Elas servem para reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), mitigar riscos, expandir a linha de produtos rapidamente e entrar em novos mercados com veículos já adaptados às condições locais. Para a Chevrolet, isso significou a capacidade de oferecer uma gama variada de modelos, desde compactos urbanos até utilitários, sem a necessidade de desenvolver cada um do zero em todas as regiões do mundo. Isso gera eficiência e competitividade, beneficiando a marca e, em última instância, o consumidor. Os Parceiros e Suas Contribuições no Portfólio Chevrolet Historicamente, a General Motors tem um longo histórico de joint ventures e acordos técnicos. Suzuki, Toyota e Renault são exemplos notáveis de marcas que, de diferentes formas e em distintas épocas, influenciaram a linha Chevrolet em mercados globais. A Influência da Suzuki: Robustez em Compactos e SUVs A Suzuki, conhecida por sua expertise em veículos compactos e SUVs robustos, foi uma parceira valiosa. Em diversas ocasiões, modelos Chevrolet se beneficiaram de plataformas Suzuki, especialmente em segmentos que exigiam agilidade e durabilidade para ambientes desafiadores. Embora as colaborações diretas no Brasil tenham diminuído, a herança de engenharia e os princípios de design de veículos pequenos e versáteis da Suzuki podem ser observados indiretamente na forma como a GM desenvolve seus próprios compactos e SUVs globais, muitos deles vendidos no mercado brasileiro. A Contribuição da Toyota: Confiabilidade em Segmentos Específicos A Toyota, com sua reputação de confiabilidade e eficiência, também desempenhou um papel. Embora rebadge diretos de Toyota para Chevrolet não sejam tão comuns no Brasil, em outros mercados, a GM utilizou o conhecimento da Toyota, especialmente em veículos comerciais ou utilitários leves, onde a montadora japonesa é líder. Essas parcerias podem envolver o licenciamento de tecnologias, o compartilhamento de componentes ou até mesmo a produção conjunta em fábricas, garantindo que a Chevrolet possa oferecer produtos competitivos em nichos específicos, aproveitando a engenharia testada e aprovada da Toyota. Renault e a Diversificação da Linha Chevrolet Global A Renault, com forte presença em mercados europeus e emergentes através da Dacia, também contribuiu para a diversificação do portfólio Chevrolet em algumas regiões. Em certos mercados, a Chevrolet lançou modelos baseados em plataformas Renault/Dacia, especialmente em segmentos de entrada ou de veículos mais utilitários, oferecendo opções acessíveis e bem adaptadas às necessidades locais. Essas estratégias permitem à Chevrolet preencher lacunas em sua linha rapidamente, utilizando bases veiculares já consagradas e de baixo custo de produção. O Impacto para o Consumidor Brasileiro Para o motorista brasileiro, entender essas colaborações é crucial para compreender a estratégia global da Chevrolet. Embora os modelos atuais vendidos no Brasil (como Onix, Tracker, S10) sejam predominantemente desenvolvidos sobre plataformas globais da GM, a história das parcerias mostra a capacidade da marca de inovar e se adaptar. Isso se traduz em veículos com acesso a tecnologias e design que beneficiam de uma engenharia global, influenciada por diversas fontes de expertise. A longevidade, a manutenção e a disponibilidade de peças também são impactadas positivamente pela utilização de plataformas consolidadas, seja da própria GM ou de parcerias estratégicas passadas e presentes. Essa visão ampliada sobre a origem dos carros da Chevrolet reforça a confiança na qualidade e na estratégia por trás da marca que mobiliza milhões ao redor do mundo.

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Fonte: Quatro Rodas

GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais EconomiaTecnologia
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GWM Haval H6 2027 Flex: Inovação DHT para Mais Economia

Revolução Híbrida Flex no Haval H6 2027 O GWM Haval H6 2027 chega ao mercado brasileiro com uma inovação que promete redefinir a eficiência dos SUVs híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV) no país. Além da aguardada motorização flex, que torna todas as versões compatíveis com etanol, a grande estrela é um "truque" tecnológico inédito em seu câmbio. A GWM implementou uma funcionalidade inovadora na caixa automatizada DHT (Dedicated Hybrid Transmission) que visa combater o desperdício de energia, conhecido como “modo parasita”, otimizando significativamente o consumo de combustível. O Segredo da Economia: Câmbio DHT Inovador Desacoplamento Inteligente A principal inovação reside na capacidade de desacoplamento de um motor elétrico gerador, agora menor e integrado diretamente ao câmbio. Anteriormente, essa máquina elétrica girava constantemente junto ao motor a combustão, mesmo quando sua assistência não era necessária, gerando um arrasto mecânico interno e consumindo energia de forma ineficiente. Com o sistema de desacoplamento, este motor elétrico pode ser totalmente desligado quando não está em uso, eliminando o atrito e a "inércia rotacional" que contribuíam para o "modo parasita". Esta é a primeira vez que uma transmissão DHT oferece tal recurso no mercado brasileiro, resultando em uma redução notável no arrasto e, consequentemente, em maior eficiência energética. Motorização Flex Aprimorada Sob o capô, o Haval H6 2027 mantém o confiável motor 1.5 turbo de quatro cilindros, 16 válvulas e injeção direta, operando em ciclo Miller. Este propulsor foi meticulosamente desenvolvido para se tornar flex, recebendo atualizações como novas velas de ignição, filtros e bombas de combustível, bicos injetores e a adição de um sensor de etanol no tanque. Mesmo com a compatibilidade flex, o motor preserva os 150 cv de potência e 24,4 kgfm de torque, com este último agora disponível mais cedo, entre 1.200 e 1.800 rpm, para uma resposta mais ágil. No ano anterior, já havia recebido melhorias como intercooler a água e bombas variáveis, reforçando sua modernidade e durabilidade. Variedade e Potência para o Consumidor Brasileiro Detalhes das Versões e Autonomia O Haval H6 2027 oferece uma gama de versões para atender diferentes perfis de consumidores. As configurações One e HEV2, híbridas plenas (HEV), entregam 248 cv de potência e 54,5 kgfm de torque, com uma bateria de 1,53 kWh e o novo câmbio DHT com desacoplamento, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. Para os que buscam maior autonomia elétrica, as versões plug-in (PHEV) são divididas em: PHEV19: Com bateria de 19 kWh, oferece 326 cv e 54,5 kgfm, capaz de rodar 73 km no modo elétrico e acelerar de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. PHEV35 e GT: As topo de linha, com bateria de 35 kWh, alcançam impressionantes 393 cv de potência e 65,5 kgfm de torque, proporcionando uma autonomia elétrica de até 126 km. O 0 a 100 km/h é feito em ágeis 4,8 segundos no PHEV35 e 4,7 segundos no GT. Os preços competitivos são: GWM Haval H6 One - R$ 199.900; GWM Haval H6 HEV2 - R$ 225 mil; GWM Haval H6 PHEV19 - R$ 250 mil; GWM Haval H6 PHEV35 - R$ 290 mil; GWM Haval H6 GT - R$ 326 mil. Modos de Condução e Tração Integral As configurações mais potentes, PHEV35 e GT, contam ainda com tração integral e cinco modos de condução distintos, que permitem ao motorista adaptar a experiência de pilotagem a diversas situações: ICE (motor a combustão), EV FWD (elétrico dianteiro), EV RWD (elétrico traseiro), EV AWD (dois motores elétricos) e Performance Máxima (todos os três motores em conjunto). Essa versatilidade reforça o compromisso do Haval H6 em entregar desempenho e eficiência.

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Fonte: Auto Esporte