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Lancamentos

BYD terá 5 picapes no Brasil: anti-Strada e mais eletrificadas

20 de janeiro de 2026
5 min de leitura
BYD terá 5 picapes no Brasil: anti-Strada e mais eletrificadas

A BYD planeja uma ofensiva ambiciosa no mercado brasileiro de picapes, confirmando o lançamento de até cinco modelos nos próximos anos. Além da Shark, a montadora focará exclusivamente em picapes híbridas plug-in (PHEV) e elétricas, descartando totalmente opções a diesel ou híbridas leves. Entre os destaques, virão uma picape intermediária monobloco, derivada do Song Plus, para competir com Fiat Toro e Ford Maverick, com lançamento previsto para 2026 e produção em Camaçari (BA). Outra aposta forte é uma picape compacta, apelidada de "anti-Strada", que já está sendo estudada para replicar o sucesso da Fiat Strada, também com montagem nacional e base híbrida DM-i. Modelos de porte médio (rival da Hilux) e grande também estão nos planos. Essa estratégia reforça o objetivo da BYD de se tornar uma das três maiores montadoras do Brasil até 2028, impulsionando vendas com veículos competitivos e produzidos localmente.

BYD terá 5 picapes no Brasil: anti-Strada e mais eletrificadas
Além de focar nos segmentos de SUVs, sedãs e hatchbacks compactos, a BYD quer ampliar sua presença no mercado brasileiro em outro importante nicho: o de picapes. Em entrevista exclusiva concedida à Autoesporte, o vice-presidente da marca no país, Alexandre Baldy, confirmou que a marca investirá pesado na categoria e lançará uma série de novidades ao longo dos próximos anos. A expectativa é ir além da Shark e contar no total com até 5 picapes no Brasil.
"Nós criamos uma equipe dedicada para picapes. E esse trabalho é muito no sentido de que a gente possa desenvolver produtos que tenham maior adequação e viabilidade no mercado para ter sucesso", disse o executivo.
BYD Shark foi a primeira incursão da marca no segmento
Murilo Góes/Autoesporte
Hoje, a marca atua no segmento apenas com a Shark e tem amargado vendas pouco expressivas.
A nova safra incluirá picapes de diferentes tamanhos e posicionamentos, sempre com foco em eletrificação. Baldy confirmou que um modelo de porte intermediário, já flagrado em testes e detalhado por Autoesporte, será o primeiro a ser lançado e que mais opções devem vir na sequência.
Nova picape intermediária da BYD será lançada ainda em 2026
Reprodução/Jonathan Machado
Das novidades planejadas, nossa reportagem aposta em uma picape pequena (com porte próximo ao da Fiat Strada), uma picape intermediária (citada logo acima), uma picape média (concorrente de Toyota Hilux e Ford Ranger) e uma picape grande, além da Shark já à venda. No total, a BYD pretende ter até 5 picapes em sua gama.
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Todas serão equipadas com motorizações híbridas plug-in ou elétricas. Questionado por Autoesporte sobre uma eventual oferta de versões a diesel, levando em conta a preferência do consumidor de picapes e a estratégia de marcas rivais, como a GWM, Baldy descartou a opção. “Seguimos focados na visão de que nossos carros híbridos plug-in e elétricos são o futuro do mercado”, justificou.
Até mesmo opções com sistemas híbridos leves (MHEV), plenos (HEV) ou com extensor de autonomia (REEV) foram excluídas dos planos. Dessa forma, todas as novas picapes BYD serão sempre PHEV ou puramente elétricas.
Pensada para brigar com Toro e Maverick, nova picape será derivada do SUV Song Plus
Reprodução/Jonathan Machado
Rival da Toro chega em breve
De todas as picapes em desenvolvimento, o modelo intermediário será o primeiro a chegar ao mercado. Recentemente vazada por meio de patentes, a caminhonete será baseada na plataforma do Song Plus e terá a mesma construção do tipo monobloco do SUV, ou seja, seguirá a receita das rivais Fiat Toro, Ford Maverick e Ram Rampage.
Do ponto de vista do design, a ligação entre os dois modelos fica evidente principalmente pelos vincos das portas. Para gerar diferenciação, haverá para-choque próprio e grade formada por elementos exclusivos.
Nova picape da BYD será montada na fábrica de Camaçari (BA)
Reprodução/Jonathan Machado
Outra informação importante, também antecipada por Autoesporte, diz respeito à montagem nacional da nova picape. A produção local é considerada essencial para o sucesso da “picape Song” e será concentrada na fábrica de Camaçari (BA). A expectativa é que o lançamento oficial aconteça ainda em 2026, revelou a BYD.
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Anti-Strada também está nos planos
Um degrau abaixo, neste caso no segmento de entrada, nossa reportagem aposta em uma picape compacta como resposta da BYD ao sucesso da Fiat Strada. Não por acaso, o modelo da Stellantis vem sendo fortemente estudado pela rival e já teve até unidades enviadas à China para testes internos.
A exemplo da Shark e da picape monobloco que brigará com a Toro, a nova caminhonete será híbrida plug-in. A base do conjunto será o motor 1.5 DM-i aspirado quatro-cilindros 16V de ciclo Atkinson usado no Song Pro, Song Plus e King.
BYD terá picape pequena para responder ao sucesso da Fiat Strada
Kleber Silva/Autoesporte
Já sobre a produção, tudo indica que será nacional e concentrada na fábrica de Camaçari (BA). Para ter o volume de vendas desejado pela marca, a montagem local é considerada indispensável, com reflexos diretos na logística e no abastecimento das concessionárias.
Nova picape média e inédita grande
Outras duas possibilidades são uma picape média e outra de grande porte. A primeira seria posicionada como alternativa à Shark e pensada mais ao gosto do consumidor brasileiro, rivalizando diretamente com Toyota Hilux, Ford Ranger, Chevrolet S10 e companhia. Por fim, a segunda seria bem maior e mais próxima de modelos como Ram 1500, Ford F-150 e Chevrolet Silverado.
BYD quer ser uma das maiores do Brasil
As novas picapes, além de diversos outros veículos em desenvolvimento, chegarão ao mercado para dar suporte aos ambiciosos planos de crescimento da BYD. A marca já declarou que planeja se tornar uma das três maiores montadoras do Brasil até 2028, emplacando anualmente cerca de 350 mil veículos.
Fábrica da BYD em Camaçari (BA)
Divulgação
Para tanto, precisa de veículos competitivos e de alto volume de vendas, além da estrutura produtiva da fábrica de Camaçari, que opera atualmente em regime de SKD. Na unidade, a marca diz que planeja montar oito diferentes carros. Hoje, monta os modelos Dolphin Mini, Song Pro e King.
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Fonte: Auto Esporte

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VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...Mercado
2 ago 20261 min

VW 1600 TL: Ousadia e a Busca pelo Carro da Família...

O Legado Ousado do VW 1600 TL O Volkswagen 1600 TL, especialmente em sua versão de 4 portas, representou uma das mais audaciosas apostas da marca alemã no mercado brasileiro durante a primeira fase de sua atuação no país. Lançado no final dos anos 60, em um período de efervescência para a indústria automotiva nacional, o TL (Touring Luxury) surgiu com a ambiciosa proposta de ser o carro definitivo para a família brasileira, combinando atributos estéticos inovadores com uma praticidade sem precedentes para os padrões da época. Seu design fastback, uma ruptura com as linhas mais conservadoras dos modelos Volkswagen então vigentes, buscava seduzir um público que procurava mais do que a robustez e a economia do Fusca, almejando um veículo com maior requinte e espaço. Design e Proposta Inovadora A estética do 1600 TL era, de fato, o seu grande diferencial. Com uma traseira "corta-vento" que lhe conferia um visual moderno e aerodinâmico, o modelo rompia com a monotonia do segmento. A versão 4 portas, em particular, sublinhava sua vocação familiar, oferecendo acessibilidade e conforto para todos os passageiros. Internamente, o carro prometia um nível de acabamento superior e um aproveitamento de espaço inteligente, com soluções que visavam otimizar a experiência a bordo. Sua plataforma, compartilhada com o Variant e o Karmann Ghia TC, evidenciava a estratégia da VW de diversificar sua linha de produtos com base em componentes já existentes, mas com roupagens completamente novas. Versatilidade para a Família Brasileira Para os motoristas brasileiros da época, o 1600 TL oferecia uma combinação tentadora de características. O amplo porta-malas, somado ao espaço interno generoso para quatro ou cinco ocupantes, o tornava ideal para viagens longas ou para o dia a dia da família. A dirigibilidade era outro ponto forte, com uma suspensão robusta e um motor boxer refrigerado a ar de 1.6 litro, que entregava desempenho adequado para as estradas e cidades do Brasil. Essa proposta de veículo versátil e espaçoso visava atender diretamente às necessidades do consumidor que crescia em poder aquisitivo e buscava um carro que pudesse servir a múltiplos propósitos, desde o lazer até o uso profissional. Desafios e Percepção no Mercado Apesar de todas as inovações, o VW 1600 TL enfrentou desafios significativos em sua jornada para conquistar o coração do motorista brasileiro. A recepção inicial do design foi polarizada; enquanto alguns o consideravam vanguardista, outros o viam como controverso, inclusive sendo apelidado de "Zé do Caixão" devido à sua traseira alongada e formato peculiar. A Volkswagen do Brasil, acostumada ao sucesso estrondoso do Fusca, precisou trabalhar arduamente para posicionar o TL em um segmento mais sofisticado, onde a concorrência de outros fabricantes também era acirrada. Motorização e Desempenho O motor 1.6 boxer, embora confiável e de manutenção relativamente simples, não era percebido como um diferencial de alta performance, especialmente quando comparado a alguns concorrentes. No entanto, sua durabilidade e a vasta rede de assistência técnica da Volkswagen eram pontos positivos inegáveis para o consumidor brasileiro, que valorizava a tranquilidade e a longevidade do investimento. O consumo de combustível, embora não fosse o mais baixo do mercado, era aceitável para um carro de seu porte e potência, tornando-o uma opção equilibrada para o uso cotidiano. O Impacto Duradouro na Cultura Automotiva Embora não tenha se tornado o "carro definitivo da família" na magnitude do Fusca, o VW 1600 TL deixou uma marca indelével na história automotiva brasileira. Ele representou um esforço genuíno da Volkswagen em expandir seus horizontes e oferecer uma alternativa mais sofisticada e estilosa. Hoje, o 1600 TL é um clássico cult, valorizado por colecionadores e entusiastas que reconhecem sua originalidade e a ousadia de seu projeto. Sua existência é um testemunho da capacidade da indústria brasileira de produzir veículos com personalidade e de uma época em que o design e a funcionalidade se encontravam em busca do ideal de mobilidade familiar.

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Fonte: Auto Esporte

CEO Mercedes: 'Fomos longe demais' sem botões em carrosTecnologia
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Fonte: Quatro Rodas

Onix Plus Premier 2026: Comprar ou Pensar? Análise CompletaMercado
1 ago 202611 min

Onix Plus Premier 2026: Comprar ou Pensar? Análise Completa

Análise Detalhada: Onix Plus Premier em Foco O Chevrolet Onix Plus Premier (R$ 125.290), sedã compacto topo de linha, busca relevância no mercado brasileiro. Apesar de prometer conectividade e equipamentos, a correia banhada a óleo gera ressalvas. Este resumo aborda os pontos positivos e negativos para auxiliar o consumidor na decisão de compra, conforme avaliação aprofundada. Pontos Fortes: Conectividade e Economia Tecnologia e Conforto a Bordo A conectividade é um destaque. A central multimídia MyLink de 11 polegadas oferece interface intuitiva e wireless para Android Auto/Apple CarPlay. O quadro de instrumentos digital (8 polegadas), conexão simultânea de dois celulares e Wi-Fi a bordo (OnStar) reforçam a experiência digital. O conforto vem de bancos ergonômicos em couro, ajustes completos na direção e cinto, bom espaço interno (2,60 m de entre-eixos) e porta-malas de 500 litros. Itens como ar-condicionado digital, chave presencial e assistente de estacionamento automático agregam praticidade. Baixo Custo de Manutenção e Consumo A economia pós-venda é um trunfo. O Onix Plus registra os menores custos de revisão e seguro da categoria, com valores bem abaixo dos rivais diretos. Em consumo, o motor 1.0 turbo automático impressiona: 8,5 km/l cidade/11,2 km/l estrada (etanol) e 12,2 km/l cidade/16 km/l estrada (gasolina), superando a concorrência e confirmando sua eficiência energética. Pontos Fracos: Desvalorização e Lacunas Desvalorização Alta e Suspensão Rígida A desvalorização é um ponto crítico: 26,8% em um ano, o maior entre veículos a combustão até R$ 150 mil, impactando a revenda. A suspensão rígida, exacerbada por pneus de alta calibração, compromete o conforto, especialmente para os passageiros traseiros em vias irregulares, aspecto relevante para o Brasil. Limitações do Motor e Falta de Segurança Avançada O motor 1.0 turbo flex, com injeção multiponto e 115 cv/16,8 kgfm, fica abaixo dos rivais (injeção direta, mais torque), resultando em retomadas mais lentas. A correia banhada a óleo, embora atualizada, exige manutenção específica e rigorosa. Em segurança, apesar dos seis airbags e alerta de ponto cego, faltam itens ADAS avançados (frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa), presentes em concorrentes na mesma faixa de preço, representando uma defasagem. Veredito para o Consumidor O Chevrolet Onix Plus Premier oferece forte conectividade e economia de uso, mas exige que o comprador pondere a alta desvalorização, o conforto da suspensão e a ausência de tecnologias de segurança ativa avançadas. É uma opção para quem prioriza tecnologia e baixo custo operacional, estando ciente de suas limitações.

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Fonte: Auto Esporte